From the daily archives:

Terça-feira, Dezembro 16, 2008

LER PARA NÃO ACREDITAR

por Pedro Sousa em 16 de Dezembro de 2008

em Estado de Espírito,País

Na proposta apresentada pela Plataforma de Educação ao ME pode ler-se, relativamente à Menção Qualitativa a atribuir ao docente:

1.Tendo em conta a existência de quotas e as claras injustiças surgidas no ano transacto em virtude da ausência de critérios claros e objectivos que pudessem ser aplicados, não deverão ser atribuídas menções qualitativas que não sejam as de “Insuficiene”, “Regular” ou “Bom”, até porque esta é matéria para negociação futura; ”

2. Em qualquer dos casos, transitoriamente, a atribuição das menções de insuficiente e de Regular não produz efeitos.”

Claro, só o Bom é que produziria?

{ 1 comentário }

BOAS NOTÍCIAS PARA OS RECIBOS VERDES

por Pedro Sousa em 16 de Dezembro de 2008

em País

Sim, até José Sócrates pode ter boas medidas:

Cerca de 155 mil pessoas que desempenham a sua actividade enquanto trabalhadores independentes vão passar a beneficiar de protecção social na doença.

Uma medida tipica de um Governo de direita que abusa dos trabalhadores e fomenta o trabalho precário, blá, blá, blá

{ 17 comentários }

A insustentável leveza da inocência

por Pedro Sousa em 16 de Dezembro de 2008

em Com a devida vénia

Alegre não é mais do que a boa consciência da esquerda que se orgulha de não ter cedido perante o pragmatismo inevitável do poder. O seu discurso é o de alguém que nunca governou nem, arrisco eu, saberia bem como o fazer se lhe fosse dada a oportunidade. Por isso, e contra a capitulação e os desvios direitistas do PS, Alegre enche o peito e pede coragem e vontade de mudar. Cheio de boas intenções, Alegre recorre a todos os chavões moralistas da esquerda tradicional. Há quem se deleite com isto e o veja como alguém que se manteve puro e que não traiu os mais elevados princípios e valores da esquerda. Ele é o virtuoso; o sonhador; o bom. Ele é a esquerda que não aprende, nem aprenderá, em todo o seu esplendor. Alegre é uma ‘alma bela’, que não se compromete com a acção política, sendo essencialmente negativa e acusatória. É do alto da sua inocência que ele recrimina quem traiu os seus elevados ideais. A vacuidade do discurso é total, e resume-se basicamente a umas quantas proclamações de um sentimentalismo bem intencionado mas irresponsável. Manuel Alegre pode querer ser muitas coisas, mas eu aposto que ele deve querer sobretudo manter-se inocente. A eficácia do seu ‘discurso político’ depende disso

daqui: http://jugular.blogs.sapo.pt/555836.html

{ 7 comentários }