Cavaco Silva continua de respostas engraçadas…
Primeiro na Madeira, para fugir às questões, disse que o PR trazia bom tempo e bonança;
Agora, em Graz, na Austria, quando lhe perguntaram sobre o PSD disse que ouvia mal, que quando estava no estrangeiro não gostava de falar de questões nacionais. Curiosamente, quando lhe falaram das alterações das previsões de Bruxelas para o crescimento de Portugal em 2009, a lingua soltou-se e fartou-se de dar recados.
Dupla personalidade?
O preço da gasolina nos EUA está actualmente em cerca de 0.60 € /litro. Deste montante, 5,25 % corresponde a impostos. Ora como os norte-americanos estão a sofrer com estes preços, os candidatos Mccain e Clinton já propuseram uma suspensão dos impostos sobre combustíveis durante as férias de verão.
Esta atitude dos políticos dos EUA contrasta de tal modo com o que se passa na Europa que, de facto, estas notícias parecem do outro mundo.
daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/04/do-outro-mundo.html
por Pedro Sousa em 28 de Abril de 2008
em País
Vou dar-lhe algumas das razões pelas quais um socialista também pode ficar satisfeito com a sua candidatura. Em primeiro lugar, para o bem do PS que fica estimulado a não adormecer e a não enviesar a linha reformista que o distingue do resto da esquerda e do PSD dos últimos doze anos. Depois, por tornar claro ao eleitorado da esquerda o que distingue o PS do PSD, alertando para o que esse eleitorado perde se o PS perder a maioria. Mas também por revigorar a direita, estendendo-a ao seu território real e não ao das sondagens do desagrado, o que reforça a autonomia do PSD e previne participações cruzadas e espúrias com o PCP ou o BE, a que o líder cessante não foi capaz de resistir, na ânsia de capitalizar descontentamento. Finalmente, a sua candidatura dá alegria a muitos dos meus amigos do PSD que levam a sério estas coisas da governação. Todos gostamos de ver os amigos felizes.
(artigo completo aqui)
por Pedro Sousa em 28 de Abril de 2008
em País
Razão tem o Sr. Presidente da República… os jovens estão-se a marimbar para a democracia, infelizmente.
No entanto, o Prof. Cavaco Silva devia lembrar-se que, permitindo que desrespeitem a democracia, à sua frente, sem que este intervenha, também não ajuda nada!! E foi isso que todos vimos na Madeira.
por Pedro Sousa em 22 de Abril de 2008
em País
Curioso… pelo que se pode ouvir agora, o futuro do PSD tem quase 70 anos. Poder-se-à contar com ideias novas?
por Pedro Sousa em 21 de Abril de 2008
em Arouca
O jornal Roda Viva denúncia – e bem – um caso escandaloso de uma grávida sem qualquer tipo de apoio. No entanto, para o artigo estar completo só falta um detalhe: o nome do médico!
por Pedro Sousa em 21 de Abril de 2008
em País
Os relatos da longa visita de Cavaco Silva à Madeira – uma semana inteira, que a agenda divulgada está longe de justificar – deixaram-me a estranha sensação de que o Presidente está de visita a um país estrangeiro: uma espécie de Palop, só que um Palop muito especial onde pagamos um alto preço por a bandeira nacional ainda flutuar onde o governo local consente.
A visita de Cavaco à Madeira é uma nódoa que não sairá tão cedo, um momento de vergonha e capitulação que veio manchar uma Presidência até aqui pacífica, louvada e isenta de riscos. Mas, na primeira vez em que tinha de correr riscos políticos e assumir-se como representante primeiro da nação portuguesa, Cavaco Silva mostrou a massa de que é feito. E deixou muitas saudades de Presidentes com coragem e capazes de distinguir aquilo que, às vezes, é essencial e de que não há forma de fugir.
Miguel Sousa Tavares. Texto completo aqui
por Pedro Sousa em 20 de Abril de 2008
em País
O PSD é um partido que se quer forte, estável e com uma história da qual se pode orgulhar. Mas se é assim, como é que, em média, um líder não dura mais de 2 anos e 5 meses?
E esta média é influenciada pelos 10 anos de Cavaco Silva, não fosse isso e a média ainda era pior. O PSD é um género de Governo à italiana, que pouco dura.
O Presidente da Câmara de Arouca deu entrevista ao jornal Acção Socialista, do PS.
Alguns extratos:
[...] A única alternativa política é aquela que não adia reformas, que aposta no desenvolvimento e no crescimento da economia, que organiza as finanças públicas e que gere os recursos de forma consciente.
Em entrevista ao “Acção Socialista”, José Tavares Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, lembra que o Governo liderado por José Sócrates tem sabido encarar corajosamente os problemas que se colocavam a Portugal, ultrapassando um certo clima de facilitismo, lutando contra as desigualdades sociais e, sobretudo, realizando um conjunto de políticas que o país há muito reclamava.[...]
[...]Este estudo, para o Plano de Desenvolvimento Social da região do Entre Douro e Vouga, a que pertencemos juntamente com Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra, é um levantamento das realidades e das entidades que operam no terreno no domínio da Acção Social. A nível municipal, temos já esse trabalho feito, no âmbito da nossa rede social concelhia.[...]
[...] As acessibilidades são, neste momento, o nosso grande problema. Todas as vias que nos servem ainda não estão concretizadas, mas acreditamos que, especialmente no que diz respeito à A32, teremos novidades muito em breve, uma vez que a obra já está concessionada à Brisa.
De facto, a A32 proporcionará uma alternativa importante, um acesso mais rápido e eficaz à cidade do Porto e a Oliveira de Azeméis e, por consequência, à A1 e a sul.
Paralelamente a isso, estamos a avançar com o processo da nossa via estruturante (Variante à EN 326), que terá um nó de ligação à A32 e um acesso privilegiado à A1, em Santa Maria da Feira. [...]
[...]No geral, as opções em relação às Finanças Locais têm o nosso acordo, mas há especificidades com as quais não podemos concordar. Um exemplo concreto: não podemos encarar da mesma forma uma obra de água ou de saneamento que decorra num município de montanha ou num município mais plano. As dificuldades, no terreno, são diferentes, o que faz com que o volume de despesa seja também diferente, num caso e noutro. [...]
[...] Sectores como a Educação e a Acção Social devem, no meu entender, ser alvo de uma descentralização efectiva. São dos sectores que mexem mais com a vida quotidiana das populações.
Por isso, quando falo de descentralização efectiva, falo de uma descentralização não apenas financeira, mas também de um reajustamento ao nível dos recursos humanos. [...]
entrevista completa aqui