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«Nos minutos que antecederam a conferência de Imprensa de ontem à noite, verificaram-se cenas lamentáveis à entrada do Dragão. Quando tentavam entrar no estádio, alguns jornalistas foram agredidos e outros apertados por vários elementos ligados à claque dos SuperDragões, furiosos com os castigos aplicados pela Liga ao F. C. Porto e ao presidente da SAD, Pinto da Costa.» [Jornal de Notícias]
daqui: www.jumento.blogspot.com
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O Presidente da Câmara de Arouca deu entrevista ao jornal Acção Socialista, do PS.
Alguns extratos:
[...] A única alternativa política é aquela que não adia reformas, que aposta no desenvolvimento e no crescimento da economia, que organiza as finanças públicas e que gere os recursos de forma consciente.
Em entrevista ao “Acção Socialista”, José Tavares Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, lembra que o Governo liderado por José Sócrates tem sabido encarar corajosamente os problemas que se colocavam a Portugal, ultrapassando um certo clima de facilitismo, lutando contra as desigualdades sociais e, sobretudo, realizando um conjunto de políticas que o país há muito reclamava.[...]
[...]Este estudo, para o Plano de Desenvolvimento Social da região do Entre Douro e Vouga, a que pertencemos juntamente com Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra, é um levantamento das realidades e das entidades que operam no terreno no domínio da Acção Social. A nível municipal, temos já esse trabalho feito, no âmbito da nossa rede social concelhia.[...]
[...] As acessibilidades são, neste momento, o nosso grande problema. Todas as vias que nos servem ainda não estão concretizadas, mas acreditamos que, especialmente no que diz respeito à A32, teremos novidades muito em breve, uma vez que a obra já está concessionada à Brisa.
De facto, a A32 proporcionará uma alternativa importante, um acesso mais rápido e eficaz à cidade do Porto e a Oliveira de Azeméis e, por consequência, à A1 e a sul.
Paralelamente a isso, estamos a avançar com o processo da nossa via estruturante (Variante à EN 326), que terá um nó de ligação à A32 e um acesso privilegiado à A1, em Santa Maria da Feira. [...]
[...]No geral, as opções em relação às Finanças Locais têm o nosso acordo, mas há especificidades com as quais não podemos concordar. Um exemplo concreto: não podemos encarar da mesma forma uma obra de água ou de saneamento que decorra num município de montanha ou num município mais plano. As dificuldades, no terreno, são diferentes, o que faz com que o volume de despesa seja também diferente, num caso e noutro. [...]
[...] Sectores como a Educação e a Acção Social devem, no meu entender, ser alvo de uma descentralização efectiva. São dos sectores que mexem mais com a vida quotidiana das populações.
Por isso, quando falo de descentralização efectiva, falo de uma descentralização não apenas financeira, mas também de um reajustamento ao nível dos recursos humanos. [...]
entrevista completa aqui
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Mesmo depois da Mega Manifestação dos Professores que foi apelidada por Luis Filipe Menezes como um grande mote de mudança, eis a notícia:
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PS aumenta intenções de voto e distancia-se do PSD Após três meses consecutivos em que registou uma quebra nas intenções de voto, o PS inverte agora essa tendência registando mais 1.7 pontos percentuais nas intenções de voto do que em Fevereiro de 2008. |
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Alguém da cidade de Falticeni, na Roménia acedeu ao PPP… com que objectivo? Quem és tu, Falticeniano?
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Dois excelentes post sobre o tema:
e
R: Ambos os indicadores são importantes, porque ambos encerram informação relevante. Mas a taxa de emprego, para além de ser mais objectiva, é talvez um indicador de bem-estar e potencial produtivo mais significativo, visto que mede a proporção da população total que se encontra empregada.
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Alguém da cidade de Helsinquia, na Finlândia acedeu ao PPP… com que objectivo? Quem és tu, Helsinkiano?
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O registo contabilístico da despesa com a compra dos dois submarinos vai ‘rebentar’ com o défice orçamental em 2010. Como estes navios são entregues a Portugal em 2010, o Governo é obrigado, segundo o Eurostast, a registar nesse ano os 973 milhões de euros, com juros incluídos, gastos na sua aquisição. Como o custo dos submarinos representa 0,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), em 2010 o défice das contas públicas aumentará de 0,4 por cento, previsto no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), para 0,9 por cento. (link)
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