5.587.300
era o total da população activa, no final de 2007, segundo o INE
{ 0 comentários }
Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo mensal:
Sobre o nosso Presidente e a sua visita à Madeira:
Não deixa de ser curioso que o homem que teve a coragem de mandar a polícia de choque agredir centenas de portugueses na Ponte 25 de Abril, se vergue perante um mal-educado madeirense. Será a cobardia institucional?
{ 0 comentários }
Em 30 de Março de 2001, houve uma greve de professores convocada pela FENPROF. Mário Nogueira — então professor e dirigente do Sindicato de Professores da Região Centro (SPRC), pertencente à FENPROF — participou na greve. Consequentemente, a respectiva escola descontou-lhe um dia de vencimento.
Mário Nogueira, indignado, entendeu que, apesar de ter feito greve, tinha direito à remuneração desse dia, uma vez que era sindicalista.
Não pretendo entrar aqui na discussão sobre se sindicalismo é ou não trabalho. Mas parece-me meridianamente evidente que, se o sindicalista Mário Nogueira fez greve — e tinha todo o direito de a fazer —, então faltou ao trabalho. E se faltou ao trabalho, não deve receber a correspondente remuneração.
É isso, de resto, que acontece com todas as pessoas que fazem greve. A sua falta é justificada, uma vez que corresponde ao exercício de um direito constitucional, mas é-lhes descontada a remuneração correspondente a um dia de trabalho.
(link aqui) http://corporacoes.blogspot.com/2008/04/uma-histria-que-fala-por-si.html
{ 0 comentários }
Fotografia tirada hoje (dia 12/04) num Intermarché. Querem ver que os CD’s da Dora que eu compro às crianças é pornografia encapotada?
{ 1 comentário }
Ouve-se e lê-se por todo o lado que a Ministra da Educação recuou até ao Inferno e que Mário Nogueira, porta-voz da plataforma sindical, subiu aos céus.
Pelos vistos interessa acentuar as cedências totais do governo, sejam ou não reais. Como não conheço o acordo só posso raciocinar com o que vou registando.
E o que registo é que, ao contrário do que os Sindicatos exigiam, chegando mesmo a fazer ultimatos, a avaliação do desempenho dos professores tornou-se numa realidade; que, ao contrário do que os Sindicatos proclamaram, a avaliação não foi suspensa e continua a ser implementada até ao fim de 2009, para todos os professores; que, ao contrário do que os Sindicatos esperavam, não há inconstitucionalidade nas quotas do estatuto da carreira docente.
Também registo que, ao contrário do que a Ministra planeou, há inconstitucionalidade no concurso para Professor Titular; que, ao contrário do que a Ministra resistiu, a avaliação do desempenho é uniformizada este ano, num padrão mínimo; que, ao contrário do que a Ministra se empenhou, as avaliações de insuficiente e regular podem ser repetidas, e não têm as consequências que estavam previstas, nomeadamente a não renovação dos contratos aos contratados.
O que considero mais grave no recuo da Ministra, caso seja exactamente como está noticiado, é a repetição das avaliações para quem não se saiu bem. É injusto e contraproducente. Para isso não vale a pena haver avaliações porque se transformam num mero pró-forma. De resto, ainda bem que há Tribunal Constitucional, para repor a legalidade onde ela foi atropelada.
Quanto ao Sindicato, não sei porque está tão contente. Na linha da defesa dos direitos das classes trabalhadoras e das conquistas inalienáveis do operariado, recuando de trincheira em trincheira, vão-se somando retumbantes vitórias até à derrota final.
daqui: http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/333834.html
{ 0 comentários }
A SIC Notícias acabou (há 2 ou 3 minutos) de gastar quase 1 minuto de um telejornal a dar a notícia de que Carolina Salgado teve um acidente na ponte da Arrábida.
O PAÍS ANDA ASSIM TÃO DESINTERESSANTE??
{ 0 comentários }
Luís Filipe Menezes descobriu que Sócrates aldrabou os números do desemprego porque não contabiliza os portugueses que vão trabalhar a Espanha. Ainda bem que Menezes só se lembrou dos que trabalham em Espanha, se tivesse contabilizado os que trabalham no Brasil, Alemanha, França, Bélgica, Angola, Inglaterra e muitos outros países teríamos que chegar à conclusão de que em Portugal há uns quantos milhões desempregados, isto é, portugueses que não trabalham em Portugal.
Luís Filipe Menezes tem sempre que dizer alguma coisa quando está um jornalista por perto, mesmo que não tenha nada para dizer. Foi o que fez desta vez e como começa a ser habitual disse uma asneira. Agora ficamos à espera de que Menezes prometa que quando chegar ao governo vai pagar subsídio de desemprego aos portugueses que optem por trabalhar em Espanha.
daqui: http://www.jumento.blogspot.com/
{ 0 comentários }