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Arouca

MILITANTES ASFIXIADOS

por Pedro Sousa em 14 de Março de 2010

em Arouca

Será que percebi bem??!?

O Partido que quer que os jornais e jornalistas digam o que bem lhes apetece e dá na real gana, quer proibir os seus militantes de falar antes das eleições??

Congresso do PSD aprova punição de autores de críticas à liderança

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Na reunião que manteve ontem (dia 9) com a Junta Metropolitana do Porto, na qual participou o autarca Artur Neves, e segundo palavras de Rui Rio, o presidente daquele órgão que integra os dezoitos presidentes de câmara da Área Metropolitana do Porto, o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, “comprometeu-se a analisar” o recomeço da construção de um acesso a Arouca, cujas obras foram interrompidas. “É uma obra pequena, mas para a área metropolitana é uma obra importante”, salientou. Este dossiê foi depois retomado pelo presidente da Câmara Municipal de Arouca numa conversa com o ministro durante o jantar após a reunião de trabalho. Na ocasião, foi lembrado ao governante que o concelho de Arouca é o único da região sem ligação directa a um itinerário rodoviário principal.

in Roda Viva Jornal

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A emoção está de volta às Águas Bravas de Arouca

por Pedro Sousa em 10 de Março de 2010

em Arouca

As Águas Bravas voltam a agitar-se em Arouca, com a 2ª prova do Campeonato Nacional de Rafting R4 2009/2010 Downriver. Domingo, dia 14 de Março, o Rio Paiva promete adrenalina, aventura e muita competitividade, a partir das 11 horas, com o arranque da prova na praia fluvial de Espiunca. A organização desta prova, a contar para o Campeonato Nacional, é da responsabilidade do Clube Rafting do Paiva, com o apoio da Associação Portuguesa de Rafting, do Clube do Paiva e da m.pt. As inscrições estão abertas.

Qualquer equipa pode inscrever-se, sendo o custo de 60€ (inclui seguro e lanche).

Contactos:
Rafa | 965 424 146
Bruno | 918 992 534
raftingpaiva@gmail.com

Organização: Clube Rafting do Paiva
Apoio: Ass. Portuguesa de Rafting, Clube do Paiva, m.pt

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HOJE NO JN SOBRE “Segredo de Justiça censurado”

por Pedro Sousa em 8 de Março de 2010

em Arouca, País

Tribunais ignoram alegadas mentiras

Em 2007, Portugal foi condenado no caso Almeida Azevedo. Este era líder do PSD/Arouca quando, no jornal “Defesa de Arouca”, chamou “mentiroso” ao presidente da Câmara, Armando Oliveira. O arguido quis fazer prova da acusação, mas o Tribunal de Arouca não achou necessário, porque o artigo era “globalmente ofensivo”, e condenou-o por difamação. Já o TEDH referiu o interesse público do assunto que suscitara a acusação, considerando que os tribunais nacionais deveriam ter analisado os factos que levaram Azevedo a chamar mentiroso ao outro.

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Um amplo programa cultural marcará o novo aniversário da geminação entre a vila portuguesa de Arouca e a cidade brasileira de Santos. A data é relembrada alternadamente em Portugal e no Brasil, cabendo este ano a Santos organizar as festividades.

A regência da Sinfónica estará a cargo do maestro português António Costa, que mais uma vez se desloca ao Brasil para participar no evento.

Estarão presentes o presidente da câmara de Arouca, o prefeito de Santos e outras entidades locais, incluindo o cônsul honorário de Portugal na cidade, Arménio Mendes.

Retirado de http://embaixada-portugal-brasil.blogspot.com

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No prefácio que fez a uma obra de Mário Bernardes Pereira interrogava-se Aquilino, muito provavelmente sabedor das coisas de Arouca, sobre os motivos que, naqueles anos de penúria, levavam uma multidão faminta e sedenta de riqueza a remexer serras e ribeiros de Portugal, sugerindo mesmo que se buscassem as analogias com a corrida ao ouro, que cem anos antes, enxameara com outras multidões uma distante Califórnia

[...]

Conduzir a tese a Arouca era pois importante – não à Arouca moderna, atractiva e acolhedora, crescentemente descoberta pelo turismo massempre lutando por melhores acessibilidades, surpreendentemente ainda perto e longe do Porto, mas – como em filme de época – levando a uma Arouca “em valores correntes dos anos 40”, o mais possível ao sabor do momento em que as coisas se passaram, de predomínio agrícola, pronunciada clivagem social e forte emigração que a todos atingia e em que, de entre as vinte freguesias que, desde 1917, formavam o concelho, era possível destacar seis “freguesias mineiras”.

[...]

Examinei as desenvolvidas teses – uma das quais, e de forma pioneira, já focara Arouca – sobre as notícias e efeitos internos da corrida à riqueza numa sociedade de cunho rural, pouco habituada a fortunas fáceis e inesperadas e já esquecida, por superveniência de crises, da breve experiência de novo-riquismo volframista no termo da I Guerra. Uma reflexão neste ponto sobre o que existia e a perspectiva estabelecida para o trabalho, levou-me a concluir que me ficara campo livre e independente para poder prosseguir na trilha idealizada. Gizado pois um plano, cobrindo as fontes documentais previstas e disponíveis, estabelecendo as acções de campo, abalei para a austeridade das terras altas e dos vales profundos do Paiva, do Paivó e seus afluentes, numa verdadeira etnografia de emergência – dado o sucessivo apagamento no tempo de muitos que poderiam contar muito e a dificuldade de procurar outros fora de Arouca.

[...]

O mesmo apelo à conservação se faz para os registos das Juntas de Freguesia, cujo valor surpreende por vezes os próprios autarcas e em que, além dos conteúdos habituais, surgem verdadeiras preciosidades. Uma das várias encontradas consiste na afirmação do secretário de Alvarenga que, em 1914, personaliza a página de abertura do competente livro, com caligrafia, assinatura e – detalhe inédito – com a aposição da sua própria fotografia, que aqui se mostra não como mera curiosidade mas como sinal de entendimento da mensagem subjacente e que, um século depois, aqui se cumpre: “ser lembrado”.

[...]

Um último capítulo estabelece o já referido ponto de situação quanto ao estado de “memória e esquecimento” na sociedade arouquense. Os inquéritos realizados nas gerações “dos filhos” e “dos netos” acabaram por demonstrar que – mesmo no caso mais afastado das zonas mineiras – o valor da transmissão oral, a nível familiar ou em círculos de amizade próximos, prevalece sobre o conhecimento adquirido na escola ou através dos meios de comunicação social, o que demonstra a subsistência – até ao momento – de uma memória social valorizada e ainda actuante.

mais detalhe aqui

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PSD DIFICULTA AINDA MAIS A VIDA AOS AROUQUENSES

por Pedro Sousa em 28 de Fevereiro de 2010

em Arouca, País

Não é desprovida de lógica a ideia de que a resistência social-democrata a tudo o que é investimento público foi uma das responsáveis pelo adiamento da Concessão Vouga e, em seguimento, ao adiamento da ligação de Arouca à Feira.

Movimentações de cidadãos arouquenses e também dos orgãos políticos locais têm lutado contra essa decisão, procurando que o Governo decida fazer a obra.

Agora, Manuela Ferreira Leite vem prejudicar ainda mais a luta quando decide isto:  Manuela proíbe PSD de propor alterações ao Orçamento

Devemos todos agradecer…

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TODOS POR UM PAÍS MAIS SOLIDÁRIO

por Pedro Sousa em 26 de Fevereiro de 2010

em Arouca

Um grupo de arouquenses decidiu iniciar um Movimento no Facebook que pretende alertar para a necessidade de lançar a obra de uma ligação rápida entre Arouca e Santa Maria da Feira.

O movimento conta já com mais de 1000 aderentes e agora iniciou-se uma petição on-line para dar mais força aos seus argumentos.

Por um país mais solidários, assine aqui

Petição Pela conclusão da 2ª fase da via estruturante Arouca-Feira

http://www.peticaopublica.com/?pi=ARC2010

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NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO??

por Pedro Sousa em 24 de Fevereiro de 2010

em Arouca

Surgiu algures na net um novo blogue ligado a Arouca. O blog é aroucaeburgo.blogspot.com . Eu saúdo o seu aparecimento e espero que venha a ter conteúdos interessantes, até porque, de acordo com o perfil, é um blog mantido por uma professora de Geografia.

Agora, ter no cabeçalho tanto atropelo de português é que é lamentável:

“O conselho de Arouca fica ao pé de Vale de Cambra! É um conselho pacato, bom… Não sei como voçes não conhecem!”

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Design universitário ao serviço do artesanato – Arouca

por Pedro Sousa em 24 de Fevereiro de 2010

em Arouca

O protocolo – celebrado entre a Câmara de Arouca e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) – assume-se como «mais um passo» para o envolvimento do meio universitário em várias áreas do município, defendeu o presidente da autarquia, José Artur Neves.

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