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País

Os sectores da economia onde a crise já não mora

por Pedro Sousa em 3 de Setembro de 2010

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Apesar de muitos outros indicadores mostrarem que a economia portuguesa ainda está longe de estar em forma, a verdade é que nos primeiros meses do ano foram vários os sectores que já registaram crescimento e que sustentam a visão optimista do Executivo socialista.

O crescimento das exportações, que aumentaram 15,08% no primeiro semestre, é um dos indicadores utilizados pelos membros do Governo para garantir aos portugueses que, ao contrário do que tem sido afirmado pela oposição, a economia nacional não está estagnada. Segundo o INE, só entre os meses de Março e Maio, Portugal exportou bens no valor de 9,2 mil milhões de euros, um valor que representa um aumento de 18,4% face aos dados do mesmo período de 200

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PORTUGAL EMPREENDEDOR

por Pedro Sousa em 11 de Agosto de 2010

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O relatório Barómetro Empresarial do primeiro semestre de 2010 traz alguns dados curiosos.

O número de empresas constituídas relativamente a 2009 aumentou 3,1%, sendo o mês de Janeiro (quer em 2009 quer em 2010) o que mais empresas viu constituídas.

O distrito de Aveiro foi o 5º a nível nacional na criação de empresas.  Foram criadas nos primeiros 6 meses deste ano 16,892 empresas, das quais 992 neste distrito.

As dissoluções naturais de empresas reduziu 6,1%, tendo sido dissolvidas 5.652 empresas. O distrito de Aveiro foi o 3º a este nível com 382 dissoluções.

No que se refere às insolvências foram cerca de 1,989 empresas, o que representa um crescimento de 10,1% relativamente ao 1º semestre de 2009.

Em resumo no que se refere ao primeiro semestre de 2010:

- 1.989 processos de insolvência iniciados;
- 5.652 empresas disolvidas
- 16.892 sociedades constituídas;

Muito boa sorte a todos os novos empreendedores!

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INACREDITÁVEL PÁ!

por Pedro Sousa em 10 de Agosto de 2010

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Art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril:
Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos–Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção: ….

(via 31daArmada)

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Bastonário da Ordem dos Médicos

por Pedro Sousa em 10 de Agosto de 2010

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Questionada sobre se havia alguma queixa contra o médico que operou numa clínica privada de Lagos a Ordem dos Médicos respondeu que não confirmava nem desmentia, resposta estranha numa Ordem que não perde tempo para fazer declarações sempre que os interesses da classe são postos em causa.

Agora que se confirma a cegueira definitiva de três dos quatro doentes operados o bastonário da OM não pode ficar calado, até porque a confirmar-se que haviam mesmo queixas com cinco anos e nada fez é co-responsável neste crime. A OM não serve para abafar a actuação dos seus membros.

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O NOVO ALVO

por Pedro Sousa em 2 de Agosto de 2010

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Ninguém quer debater nada sobre educação. O que interessa são frases feitas e tempos de antena para indignações totalmente disparatadas sem sequer se tentar perceber o que está em jogo. A forma como os vários partidos da oposição, ossindicatos dos professores e muitos comentadores reagiram às declarações da Ministra da Educação em relação ao necessário debate sobre o insucesso e o abandono escolar, recolocando o problema das reprovações numa base diferente daquela que até hoje vigora, pelo investimento das famílias, dos alunos e dos professores no trabalho e na responsabilização, tentando que se aumente o nível de aprendizagem de cada aluno, demonstra, mais uma vez, a falta de verdadeiro debate, não só político como técnico. Mal se fala em pensar a sério sobre qualquer assunto, todos os esforços se unem para matar as ideias à partida, para destruir qualquer embrião de mudança.

O objectivo de qualquer escola, de qualquer sociedade, deve ser que todos os seus membros atinjam o mais elevado grau de aprendizagem e de formação, num mundo que se transforma cada vez mais e cada vez mais depressa. Como Isabel Alçada diz, devemos olhar para os melhores resultados atingidos noutros países, com outros sistemas, compará-los e melhorar o nosso. Não nos devemos resignar a ser piores que os outros porque a nossa sociedade não dá valor à educação. É precisamente aí que se deve actuar, a começar nas escolas. Isso exige muito mais dos pais, dos alunos e dos professores, não menos.

Já foi encontrado o mote para destruir mais uma Ministra da Educaçãoa Ministra que quer acabar com os chumbos, acabar com a exigência e o rigor, aumentando o facilitismo.

Sofia Loureiro dos Santos

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O PSD ANDA A AVISAR II

por Pedro Sousa em 2 de Agosto de 2010

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Já referi neste post que o PSD já deu vários sinais de qual a sua visão (redução de salários e pensões; 15% de cortes na função pública).

Agora, continuam os avisos: Pedro Reis, escolhido por Passos Coelho para coordenar as ideias para o tecido empresarial começou já por referir em entrevista ao Jornal I “Os salários e os impostos estão 15% acima do que deviam“.

Como já disse… os portugueses que optarem por esta linha não se podem queixar de não andarem a ser avisados!

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NÓS, SUECOS

por Pedro Sousa em 2 de Agosto de 2010

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Excelente artigo de António Pina (um dos que mais gosto de ler diariamente) no JN de hoje

A ideia de acabar com os chumbos não é da ministra Isabel Alçada, é de algum eduquês desconhecido que anda pelo Ministério pelo menos desde o tempo de Roberto Carneiro.

E que há-de ser um grande vendedor de ideias pois a generalidade dos ministros aparece com a original ideia de acabar com os chumbos menos de um ano depois de ter tomado posse.

Só os argumentos vão variando. Desta vez é fazer como “na Finlândia, Suécia, Noruega e Dinamarca” onde, “em vez de chumbar, os alunos com mais dificuldade têm apoio extra”.

É certo que, na Noruega (12 alunos por professor no Básico e 8,2 no Secundário, contra 28 a 30 em Portugal), 40% das escolas básicas “são tão pequenas que crianças de diferentes idades têm aulas juntas” e que, na Suécia, cerca de 60% das escolas do 1.º Ciclo funcionam com menos de 50 alunos.

Por cá, a ministra que quer apoio personalizado para os”alunos com dificuldades” é a mesma que fecha as pequenas escolas de proximidade e manda as crianças de camioneta para mega-escolas anónimas e indiferenciadas nos grandes centros. Mas por algum sítio temos de começar para sermos suecos, não é?

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Corporações

por Pedro Sousa em 22 de Julho de 2010

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«Ontem lembrei o abuso das reformas dos administradores do Banco de Portugal: ao fim de um mandato (cinco anos), tinham-na. Campos e Cunha serviu seis anos como vice- -governador, o suficiente para quando chegou a ministro, aos 51 anos, acumular o seu ordenado no Governo com a reforma que já recebia há três anos. O errado não era ele ganhar muito (porque o mérito dele também era muito), era um homem válido receber uma reforma aos 48 anos de idade. Em 2006, o Governo acabou com essas reformas prematuras, que passaram a ser pagas só depois dos 65 anos. Em 2006 também foi fechada a Caixa de Jornalistas – que tinha estes abusos: os implantes dentários e as armações para óculos de marca eram pagos quase na totalidade. Há injustiça minha em equiparar as benesses dos administradores do Banco de Portugal com as dos jornalistas, mas invoco estas porque era abuso pagar armações Armani num país com longas listas de espera nos serviços de oncologia. Foi útil ao País que o dinheiro público deixasse de pagar a reforma prematura de um administrador de banco central e a cremalheira de um jornalista branqueada na clínica do dr. Maló. E quem vir nisto só um elogio ao Governo treslê, porque essas vitórias contra duas diminutas classes também iluminam o falhanço que foi querer (o que já não é mau) mas não saber nem poder (o que é péssimo) pôr na ordem os professores e os magistrados.»


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Abandono Escolar

por Pedro Sousa em 22 de Julho de 2010

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TSF

Segundo o Eurostat, o abandono escolar precoce em Portugal era de 46,6 pontos percentuais em 1998, passando para 41,2 em 2003, 38,8 em 2005, 39,1 em 2006, 36,9 em 2007 e 35,4 em 2008. O abandono escolar desceu assim quase 13,7 pontos percentuais em dez anos em Portugal, sendo mesmo a redução mais acentuada em toda a União Europeia.

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RECONHEÇA-SE A CORAGEM…

por Pedro Sousa em 22 de Julho de 2010

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a uma Câmara PSD, com larga maioria, que faz isto:

Câmara de Paredes atribui Medalha de Ouro à ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.

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