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Vem ao caso esta instituição apenas devido a uma pequena conversa que tive a oportunidade de escutar e que é preocupante.
A ser verdade o que ouvi, a CCA de Arouca será vitima, tal como muitos outros serviços, de alguma centralização nas decisões que passarão a depender muito mais dos serviços centrais do que das decisões do balcão.
A ser verdade (e, reitero, isto veio de conversa de café) isso pode significar um grande “rombo” para as asssociações em Arouca. É que é para todos visível o extraordinário apoio que esta instituição dá a uma miriade quase infinita de actividades em Arouca. Qualquer pequeno evento ou actividade tem apenso o simbolo da Caixa.
E isso deve-se, com toda a certeza, à sensibilidade de quem a dirige para com os problemas e necessidades de Arouca.
Tirar daqui alguma da autonomia de decisão, nos tempos de apertar cinto que vivemos, pode ser fatal para muitas actividades.
Mas, como é conversa de café, pode até ser que este post não faça sentido! Que assim seja…
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A variante continua (e ainda bem) na ordem do dia, sinal de que as movimentações continuam e que o tema não foi arrumado numa das gavetas para onde a crise mandou alguns dos projectos.
Arouca necessita o mais rapidamente possível de uma ligação rápida ao litoral. É essa a principal luta dos arouquenses. E é essa que deve ser a nossa “guerra”.
Com o desenvolvimento da A32 levanta-se a hipótese de já não nos ligarmos à A1 mas sim à A32. E se essa é a hipotese mais rápida e mais facilmente conretizável, devemos lutar por ela.
Por muitos é preferível a ligação à A1 (ainda que tem termos de chegar ao Porto, tal diferença é mínima) mas o que precisamos é de uma ligação ao litoral. Ligar à A32, quer permite chegar rapidamente à invicta ou rumar a sul, ligando posteriormente à A1 cumpre perfeitamente o que precisamos.
Alguns autarcas de concelhos vizinhos dizem estranhar essa posição e que se deve continuar a pautar pela ligação à A1. Sim, até pode ser… mas é mais fácil ter essa posição quando se tem um concelho a ser (ou vir a ser) atravessado por 4 auto-estradas no mínimo, como Santa Maria da Feira.
No nosso caso, Arouca, temos de ser muito mais pragmáticos e incisivos. Sim, lutar pela ligação à A1. Mas sim, aceitar a ligação à A32, se tal for a solução para o problema.
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Os números revelados pelo IEFP sobre Julho contrariam toda a expectativa, ou melhor dizendo, esperança, que os numeros de Junho traziam.
Julho é também um recorde, dado que é o pior mês desde Janeiro de 2009 no número de desempregados inscritos no Centro de Emprego. Uma subida de 10% relativamente ao período homólogo.
Estes números podem ser ainda mais preocupantes se tivermos em conta que em 2009 foi Agosto que representou o maior número de desempregados inscritos. Como será este Agosto?
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O relatório Barómetro Empresarial do primeiro semestre de 2010 traz alguns dados curiosos.
O número de empresas constituídas relativamente a 2009 aumentou 3,1%, sendo o mês de Janeiro (quer em 2009 quer em 2010) o que mais empresas viu constituídas.
O distrito de Aveiro foi o 5º a nível nacional na criação de empresas. Foram criadas nos primeiros 6 meses deste ano 16,892 empresas, das quais 992 neste distrito.
As dissoluções naturais de empresas reduziu 6,1%, tendo sido dissolvidas 5.652 empresas. O distrito de Aveiro foi o 3º a este nível com 382 dissoluções.
No que se refere às insolvências foram cerca de 1,989 empresas, o que representa um crescimento de 10,1% relativamente ao 1º semestre de 2009.
Em resumo no que se refere ao primeiro semestre de 2010:
- 1.989 processos de insolvência iniciados;
- 5.652 empresas disolvidas
- 16.892 sociedades constituídas;
Muito boa sorte a todos os novos empreendedores!
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Art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril:
Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos–Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção: ….
(via 31daArmada)
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Ninguém quer debater nada sobre educação. O que interessa são frases feitas e tempos de antena para indignações totalmente disparatadas sem sequer se tentar perceber o que está em jogo. A forma como os vários partidos da oposição, ossindicatos dos professores e muitos comentadores reagiram às declarações da Ministra da Educação em relação ao necessário debate sobre o insucesso e o abandono escolar, recolocando o problema das reprovações numa base diferente daquela que até hoje vigora, pelo investimento das famílias, dos alunos e dos professores no trabalho e na responsabilização, tentando que se aumente o nível de aprendizagem de cada aluno, demonstra, mais uma vez, a falta de verdadeiro debate, não só político como técnico. Mal se fala em pensar a sério sobre qualquer assunto, todos os esforços se unem para matar as ideias à partida, para destruir qualquer embrião de mudança.
O objectivo de qualquer escola, de qualquer sociedade, deve ser que todos os seus membros atinjam o mais elevado grau de aprendizagem e de formação, num mundo que se transforma cada vez mais e cada vez mais depressa. Como Isabel Alçada diz, devemos olhar para os melhores resultados atingidos noutros países, com outros sistemas, compará-los e melhorar o nosso. Não nos devemos resignar a ser piores que os outros porque a nossa sociedade não dá valor à educação. É precisamente aí que se deve actuar, a começar nas escolas. Isso exige muito mais dos pais, dos alunos e dos professores, não menos.
Já foi encontrado o mote para destruir mais uma Ministra da Educação - a Ministra que quer acabar com os chumbos, acabar com a exigência e o rigor, aumentando o facilitismo.
Sofia Loureiro dos Santos
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Já referi neste post que o PSD já deu vários sinais de qual a sua visão (redução de salários e pensões; 15% de cortes na função pública).
Agora, continuam os avisos: Pedro Reis, escolhido por Passos Coelho para coordenar as ideias para o tecido empresarial começou já por referir em entrevista ao Jornal I “Os salários e os impostos estão 15% acima do que deviam“.
Como já disse… os portugueses que optarem por esta linha não se podem queixar de não andarem a ser avisados!
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