Estes últimos tempos não têm sido nada fáceis para a justiça portuguesa. Todos os casos (ou supostos casos) que têm vindo a lume, demonstram uma justiça que não funciona quando não interessa, ou então não funciona porque tem interesses.
O debate inócuo entre o Procurador Geral da República e o Presidente do Supremos Tribunal de Justiça, parece uma troca de galhardetes do café da esquina, numa linguagem que parece propositada para dar a lado nenhum.
Mas demonstrações que a justiça não está nada preocupada com a sua imagem e que está muito interessada em entrar na política não são só estas.
As imagens de um Oficial de Justiça a querer notificar um orgão de comunicação social sobre um providência cautelar foram, para mim, chocantes. O oficial de justiça foi gozado por aqueles que, quando ganham um processo na justiça, tanto gostam de o publicitar.
Independentemente da justeza da providência (não me cabe a mim aferir) a verdade é que os tribunais funcionaram como deviam e o jornal Sol fez de conta que a justiça é só para os outros (já serão influencias angolanas?).
Mais estranho ainda é que, por exemplo, a Associação Sindical dos Juízes, tão lesta a solicitar esclarecimentos a Sócrates sobre o Face Oculta (e bem), não tenha feito qualquer comentário à banalização da decisão de um par, provavelmente membro da associação, sobre a publicação do jornal.
Também o Sindicatos dos Magistrados do Ministério Público mantêm o silencio total sobre este regabofe que aconteceu na sede do Jornal Sol.
Sempre ouvi, desde pequenino, que o respeito não se impõe, conquista-se. Desta forma é normal que seja cada vez mais difícil que, quem quer que seja, respeite qualquer elemento da máquina judicial.
É pena… mas é sempre mais fácil dizer que a culpa é dos outros!
Una cadena de errores médicos, judiciales, policiales y periodísticos ha desembocado en un juicio paralelo a Diego P. V. que ha vulnerado su presunción de inocencia y ha echado por tierra sus derechos fundamentales. Un informe médico detallaba golpes, quemaduras e indicios de agresión sexual en el cuerpo de la pequeña Aitana, una niña de tres años, que falleció en la madrugada del pasado viernes. Alertados, los médicos, habían avisado a la Guardia Civil, que poco después detiene al hombre, de 24 años, novio de la madre de la pequeña. A la vista de los informes, el juez prorroga su arresto. Al día siguiente, los forenses concluyen que falleció como consecuencia de una caída.
Pero ya era tarde. Los vecinos de Arona, al sur de la isla de Tenerife, habían juzgado a Diego P. V. Y los medios de comunicación también. Sobre una fotografía a toda página, el diario Abc publicaba el sábado en portada este titular: “La mirada del asesino de una niña de tres años”. Y añadía: “Tenerife llora la muerte de Aitana, que no superó las quemaduras y los golpes propinados por el novio de su madre”.
mais aqui no El País
Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica.
A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.
Mensagem como essa precisa ser repassada para que muitos pais possam ter conhecimento e se conscientizem dessa realidade que também é comum aqui no Brasil. Envie para quem você conhece e que tenha uma história parecida com a da mensagem.
Aqui a mensagem gravada:
“Olá! Para podermos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho – tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa – tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos – tecle 3.
- Para insultar os professores – tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos – tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho – tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém – tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano – tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar – tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola – tecle 0.
Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!”
Um homem chinês, que ameaçava suicidar-se, foi empurrado de uma ponte, por outro que ficou irritado após ter ficado preso cinco horas no trânsito com o incidente. Jiansheng Lian, um soldado reformado, de 66 anos de idade, conseguiu furar o cordão policial e apertou a mão do suposto suicida, Chen Fuchao, antes de o empurrar da ponte.
“Eu empurrei-o porque suicidas como Chen são muito egoístas. A sua acção viola uma série de interesses públicos”, afirmou Lian ao jornal “China Daily”. “Eles não têm realmente coragem para se matar. Em vez disso, só querem chamar a atenção das autoridades governamentais competentes», acrescentou.
Chen, com uma dívida de cerca de 290 mil dólares, resultante de um projecto imobiliário falhado, foi empurrado de uma altura de 8 metros para uma almofada insuflável dos serviços de emergência, sendo hospitalizado com ferimentos nos punhos e nas costas. Lai foi detido pela polícia.
Chen foi, pelo menos, a décima segunda pessoa, desde o início de Abril, a ameaçar suicídio no mesmo local, a ponte de Haizhu, em Guangzhou. Porém, nenhum deles saltou e – até Lian lhe dar uma mãozinha – nenhum tinha sido empurrado.
As autoridades foram chamadas pelos responsáveis da própria instituição, a Escola Básica Integrada do Monte da Caparica, em Almada, depois de mais de uma hora de agressões e humilhações sofridas pela garota, aluna do 5.º ano, que terá sido arrancada do bar por uma das colegas e arrastada para uma ribanceira junto ao pavilhão, onde acabou por ser repetidamente agredida.
Ao ler esta notícia e passado o espanto inicial, sobram-me duas perguntas:
a) Como pode uma escola ter um local onde durante 1 hora nenhum professor, auxiliar ou membro do Conselho Directivo passa ou vislumbra de uma janela? É a sala de chuto lá do local?
b) O que vai acontecer aos pais dos agressores? Sim, porque esses merecem a humilhação pública junto com os filhos. A educação começa em casa.
mais aqui: http://jn.sapo.pt:80/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1136251
Não consigo comentar… o título diz tudo… não consigo balbuciar nenhuma palavra…
http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/12585
Parece de propósito, mas calculo que não.
Primeiro a líder do PSD, agora Maria José Nogueira Pinto quando discursava nas Jornadas do PSD em Évora. Diz a “iluminada”:
“Dar aos idosos 80 euros é um ultraje e um insulto porque eles, diabéticos, vão beber cerveja e comer doces e serão roubados pelos filhos”,
Sim, já sei, não querem acreditar que ela disse isso. Eu também não queria, tal é a idotice da afirmação. Mas podem confirmar aqui.
Aliás, eu até acho que é uma asneira pagar reformas, porque os velhinhos podem ser assaltados pelos filhos!
COMO É QUE É??
watch?v=tILPYMuVBU0
Apesar das legendas em castelhano, é muito melhor perceber o audio em inglês.
GENIAL
O homem tinha:
- Detonadores
- Cartuchos de explosivos
- Armas de fogo
- Centenas de munições
A moldura penal dava para aplicar prisão perventiva.
O homem é estrangeiro, e foi apanhado perto de Espanha.
Alguém fez o teste do balão ao juiz que o mandou para casa? Ou o juiz ainda está zangado com as medidas corajosas do PS no Governo e esta é a forma de vingança?
Daqui: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=364192&visual=26&rss=0
Leio isto:
Violência doméstica já matou mais este ano (31 mulheres)
e depois isto
O Presidente invoca [no veto à nova lei do Divórcio] que, com o novo regime, o agressor pode retirar vantagens, como a possibilidade de obter o divórcio independentemente da vontade da vítima.
Ora, este exemplo padece de dois problemas. Primeiro, a violência doméstica tem consagração como crime e é nessa sede que deve ser punida, não em matéria de divórcio.
Segundo, a ideia que o Presidente parece querer transmitir é a de que a dificuldade na obtenção do divórcio deveria funcionar como uma espécie de sanção para as agressões perpetradas. Do género: “Bateste no cônjuge? Então, como paga, agora ficas agarrado ao casamento e daqui não podes sair!”.
Ora, a mim parece-me que — bem pelo contrário — quem reiteradamente agride o cônjuge deveria provavelmente ser afastado do casamento e não forçado a nele permanecer. Qual o interesse em dificultar o divórcio a quem bate no cônjuge? (via Corporações)