por Pedro Sousa em 10 de Dezembro de 2008
em País
Tal com referido aqui, os deputados parecem apreciar a gazeta à 6ª feira… pudera.
Mas há sempre os iluminados e Guilherme Silva, ex-lider parlamentar do PSD, sacou a solução da cartola… só devia haver plenários às terças, quartas e quintas para “evitar o problema das faltas dos deputados que saem mais cedo para o fim-de-semana”
Diz ainda que a “deslocação dos deputados para regressarem aos fins-de-semana às suas famílias tem uma componente humana que também é respeitável”
Eu tenho mais sugestões:
a) Não marcar plenários quando à futebol, porque a componente do sofrimento clubistico também é respeitável;
b) Não marcar plenários nas pontes, porque o descanso de fim-de-semana prolongado tem uma componente de relaxamento que também é respeitável
c) Não marcar plenários pura e simplesmente porque não…
E depois como é que querem que não lhe malhemos??!?!
NOTA IMPORTANTE: Alguém me referiu que o André Almeida é dos deputados que menos faltas tem (ou nunca faltou… não estou seguro). Sendo assim, vão daqui os PARABÉNS ao André, pelo exemplo que dá.
por Pedro Sousa em 10 de Dezembro de 2008
em País
O título podia ser outro qualquer, mas depois de ouvir “milhares” de vozes a dizer que o Ministério da Educação fazia uma pressão inqualificável sobre os professores, ver que existe um post como este num blog de professores, faz-me pensar que, no meio de tudo isto, alguém se esqueceu que a liberdade de voto e pensamento é um direito conquistado e que ninguém deve ser perseguido por isso.
Escreve este bloger professor sobre quem, exercendo a sua liberdade, votou contra a suspensão do modelo:
Conheça os nomes dos PCEs (Presidentes dos Conselhos de Escola) que votaram contra e assinaram ou subscreveram declarações de voto. Vale a pena ler a acta para ter conhecimento do teor das declarações de voto. Fica-se a saber mais um pouco sobre o que move os adversários dos professores.
Sim, acredite ou não, isto é um post de um professor sobre outros professores. Tal como escrevi noutro post, é a questão de que quem não está comigo, está contra mim. VERGONHOSO!! Se bem que depois daquela de que um professor que não fosse grevista, não era professor com P maiúsculo, se calhar não devia ficar surpreendido.
Acredito, no entanto, que grande parte dos professores não se revê neste tipo de perseguição. Quero acreditar nisso. Tenho de acreditar nisso.