From the daily archives:

Quarta-feira, Fevereiro 24, 2010

FREEPORT… E PEDIR DESCULPA, NÃO?

por Pedro Sousa em 24 de Fevereiro de 2010

em País

A imprensa andou tempos e tempo a acusar – sim, ACUSAR – José Sócrates tratando-o como culpado.

Agora que – tal como o Jornal Público noticiou em primeira página – o Ministério Público não encontrou indícios de qualquer prática de crime, esperava-se que a imprensa se retratasse da autêntica caça ao homem que montou e que serviu para vender mais papel.

Curiosamente, no dia em que o Público tem esse tema na 1ª página, o telejornal da TVI nem sequer se refere a ele!

Jornalismo de sarjeta, digo eu há muito!

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NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO??

por Pedro Sousa em 24 de Fevereiro de 2010

em Arouca

Surgiu algures na net um novo blogue ligado a Arouca. O blog é aroucaeburgo.blogspot.com . Eu saúdo o seu aparecimento e espero que venha a ter conteúdos interessantes, até porque, de acordo com o perfil, é um blog mantido por uma professora de Geografia.

Agora, ter no cabeçalho tanto atropelo de português é que é lamentável:

“O conselho de Arouca fica ao pé de Vale de Cambra! É um conselho pacato, bom… Não sei como voçes não conhecem!”

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Design universitário ao serviço do artesanato – Arouca

por Pedro Sousa em 24 de Fevereiro de 2010

em Arouca

O protocolo – celebrado entre a Câmara de Arouca e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) – assume-se como «mais um passo» para o envolvimento do meio universitário em várias áreas do município, defendeu o presidente da autarquia, José Artur Neves.

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MISÉRIAS PORTUGUESAS

por Pedro Sousa em 24 de Fevereiro de 2010

em País

O escabroso espectáculo no Parlamento, fornecido por Mário Crespo, José Manuel Fernandes e Felícia Cabrita, tidos como apreciáveis jornalistas (enfim: a estimativa não é generalizada, bem pelo contrário) desacreditou, ainda mais, o já azarento ambiente em que vive a Imprensa. Todos eles atingiram o grau mais elevado do grotesco, ao mesmo tempo que demonstraram quão frágeis e esburacados foram os seus argumentos. Afinal, existe mesmo liberdade de expressão e de informação, e esta sofre as mesmas ameaças e perigos existentes nas sociedades modernas. A vitimização pode ser sedutora, mas resulta sempre numa transparência que os factos tornam obrigatória.

A presença dos três sujeitos chegou a ser aflitiva por declaradamente arrogante, e apenas revelou o verdete que alimentam por José Sócrates. É pouco. É nada. O ódio não se confessa, mas nota-se, e marca o desejo inconsciente de destruir do outro

Baptista Bastos

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