JORNAL SOL – PALADINO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

por Pedro Sousa em 17 de Fevereiro de 2010

em Estado de Espírito

Ler e reflectir… primeiro foram páginas que não foram impressas em Angola, agora isto… não, este jornal não tem uma agenda própria

Mário de Carvalho, jornalista português contratado para coordenar a delegação do Sol, em Luanda, demitiu-se – aparentemente por considerar diminuta a liberdade editorial de que dispunha.

mais aqui: angoladigital.net

{ 3 comentários… lê abaixo ouadiciona }

1 inquieto 17 de Fevereiro de 2010 às 9:20

É verdade, verdadinha!

Mas deixa dizer-te. Quanto mais descascas, mais sumo encontras. Não, não estamos a falar de laranjas!!, desta vez!!
Estamos a falar de um PS que manifestamente não sabe, não conduz, e não quer fazer!!, Não me interessa se pode! Isso é outro assunto, ao qual não sei responder! Talves os seus proponentes o saibam!

Volto a falar dos homens políticos. O que acabo de ouvir, opondo-se o PS á discussão do caso das escutas em determinada sede…
Para mim já está tudo claro, ou melhor já estava há muito, mesmo antes destas eleições, das anteriores, e das anteriores,…

Enquanto discutirmos, nós e os outros, desta forma, só legitimámos os que lá estão.

É um peditório para o qual não vale mesmo a pena dar.

um abraço,
inquieto
P.S. O caso do V. Constâncio, é a cereja em cima do bolo!…

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2 F Santos 17 de Fevereiro de 2010 às 22:20

Caro Pedro Sousa

qual é a agenda do Sol?

E se tem uma agenda própria, qual é o vosso problema? Não estamos (ou estavamos) num país com liberdade de expressão?
Se o que o Sol publica é mentira, processem o jornal!
Não tentem é, os senhores socialistas, condicionar as linhas editoriais dos media. A vossa maneira de se defenderem é despachar de cena a Manuela M Guedes, o director do Público, o Marcelo Rebelo de Sousa, o Moniz, censurar o Mário Crespo….
Que grande embrulhada se meteram… e que vergonha, já agora.

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3 Pedro Sousa 17 de Fevereiro de 2010 às 23:22

Caro F Santos.

A agenda do Sol é promover a direita, denegrindo o Governo naquilo que puder, o que não é estranho dado ser dirigido por um homem claramente de direita. Aliás algumas entrevistas do António José Saraiva dão bem essa ideia.

E perguntas qual o meu problema? Nenhum, agora posso referi-lo ou não? É-me permitido fazê-lo ou a liberdade de expressão apenas se aplica a não socialistas?

Os socialistas não querem condicionar nada… como bem disse o José Lelo hoje “Quem é que vai gastar 150 milhões só para calar uma senhora?”. O próprio Mário Crespo disse hoje em sede de comissão parlamentar que “Rompeu-se o contrato de confiança com o jornal (JN) onde escrevia: a minha crónica não saiu por decisão do seu director“. Por decisão do director, diz ele, portanto…

E mais… a Própria Presidência da República publicou hoje que “[...] os factos referidos pelo jornalista Mário Crespo são absolutamente falsos e não possuem a mínima correspondência com a realidade“, quanto à Presidência passar informações inverídicas, que foi algo que Crespo também disse.

Teremos amanhã capas a dizer “Crespo mentiu”? Duvido… porque das duas uma… ou mente Crespo, ou mente o Governo e a Presidência.

Quanto ao Director do Público, Belmiro de Azevedo já disse, na entrevista à Visão porque é que ele saiu. Aliás, para além da razão que ele aventa, o buraco financeiro que é o Publico só por si era razão para ele ter saído mais cedo. Mas isso é opinião minha… Ora, ou o Belmiro e o Governo mentem ou é o José Manuel Fernandes.

Não tenho pretensões de achar que do Governo (e outros partidos) não existam contactos com a imprensa. Acredito que sim, sempre foi assim e sempre será. Mas isso é normal… cabe ao jornalista/jornal decidir se é ou não influenciável.

O resto parece, cada vez mais, soudbytes…. mas estou sp pronto a reconhecer o contrário.

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