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Domingo, Novembro 8, 2009

PROJECTOS A DESTACAR

por Pedro Sousa em 8 de Novembro de 2009

em Arouca

Há ideias fantásticas: BOLSA DE VALORES SOCIAIS

Seguindo o exemplo do que ocorre no mercado de capitais, a Bolsa de Valores Sociais é o espaço que promove esse ponto de encontro e que zela pela transparência da relação entre a Organização e o investidor social. Ao fazê-lo, garante que o investimento social seja o mais eficaz possível, com resultados que podem ser acompanhados a qualquer momento pelos investidores sociais.

Ao promover os conceitos de investimento social e investidor social, a Bolsa de Valores Sociais propõe que o apoio às Organizações da Sociedade Civil seja visto não sob a óptica da filantropia e da caridade, mas sim do investimento que deve gerar um novo tipo de lucro: o lucro social.

info detalhada aqui: http://www.bvs.org.pt

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OS MEUS VOTOS, O VOSSO PROGRAMA

por Pedro Sousa em 8 de Novembro de 2009

em País

O meu caro amigo e social-democrata André Almeida decidiu aderir aqui à nova moda que se instalou entre a oposição: a de que os votos são do PS, mas o programa de Governo devia ser de outra entidade qualquer.

Realmente há coisas estranhas… o Partido Socialista decidiu fazer do seu programa de campanha eleitoral o seu programa de Governo. Depois de ser habitual queixar-se de que os politicos prometem uma coisa em campanha e depois no Governo fazem outra, vem a queixa de que os politicos prometem uma coisa em campanha e depois fazem-na mesmo.

O sistema eleitoral em Portugal não diz que só os partidos eleitos com maioria podem traduzir no programa de Governo o seu manifesto eleitoral. Um dia ainda termos partidos menos votados a pedir que, se tiverem por exemplo 29% dos votos, que 29% do programa seja deles.

Sejamos claros… o programa eleitoral do PS foi a votos e foi esse que os portugueses escolheram e que o Presidente da República achou merecedor de indigitação. O PS fez muito bem antes em procurar recolher contributos que todos os partidos negaram, para poderem agora em sede de Assembleia ter este tipo de discurso. Ao recusá-lo, convidaram o PS a não se desviar um milimetro.

Sobre o tema sugiro a leitura deste excelente artido de Emídio Rangel no Correio da Manhã:

O PS encontrou-se com os líderes de todos os partidos políticos com assento parlamentar. Propôs-lhes a formação de governos de coligação, tendo em vista os altos interesses nacionais e a gravidade da crise que nos entorpece os movimentos. Pois bem, todos os partidos da oposição rejeitaram a hipótese de formação de um governo de coligação, rejeitaram a realização de acordos de incidência parlamentar e deixaram o PS com a responsabilidade isolada de solucionar as dificuldades do País

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