From the daily archives:

Quinta-feira, Junho 5, 2008

Obras espantosas… condominio em Osaka

por Pedro Sousa em 5 de Junho de 2008

em O mundo anda louco

osaka.jpg

daqui: www.jumento.blogspot.com

{ 0 comentários }

Pergunta….

por Pedro Sousa em 5 de Junho de 2008

em Estado de Espírito

Agora que o petróleo aumenta e aumenta e aumenta, não haverá aí muitos arrependidos pelo Não que dissemos à opção nuclear?

{ 0 comentários }

Quem perde mais… o FCP ou a AMP?

por Pedro Sousa em 5 de Junho de 2008

em Com a devida vénia

As consequências desse facto são, não apenas para os portistas mas, sobretudo, para os portuenses, avassaladoras. Goste-se ou não de futebol, seja-se ou não do Futebol Clube do Porto, ame-se ou odeie-se o seu Presidente, qualquer cego vê que numa cidade em profunda crise económica e depressão social, o FCP é uma das muitas poucas marcas que traz prestígio, bom nome e dinheiro para a cidade. A ausência da Liga dos Campeões, para além das sombras de suspeição que lançará sobre a história das últimas décadas do clube, comportará consequências económicas graves para a cidade, com perda de turistas, de movimento no comércio local, na restauração, na hotelaria, no Aeroporto Sá Carneiro, etc. Para além do prestígio quase irremediavelmente abalado, obviamente.

daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/06/porto.html

{ 0 comentários }

PESSIMISMO ou REALISMO?

por Pedro Sousa em 5 de Junho de 2008

em País

Pouco a pouco o Governo vai percebendo aquilo que é a realidade: Portugal continuará a ser um case study nas escolas de economia por este mundo fora. Desta vez, não por ser um caso de êxito sem precedentes (como se dizia nos anos 90), mas porque é talvez a primeira economia desenvolvida que se pode designar de economia submergente. Tal como manda a definição, a economia portuguesa vive um processo de empobrecimento continuado, sustentado e possivelmente irreversível.

artigo na totalidade aqui

{ 0 comentários }

Arouca contra a decisão da BRISA

por Pedro Sousa em 5 de Junho de 2008

em Arouca

Arouca, Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis manifestaram recusa em aceitar novas alterações ao traçado da A32. A concessionária, Brisa, tem direito contratual para executar alterações ao traçado optando por uma nova solução que não o traçado escolhido.

aqui: http://www.labor.pt:80/noticia.asp?idEdicao=136&id=6510&idSeccao=1349&Action=noticia

{ 0 comentários }