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Sexta-feira, Março 21, 2008

Para desmascarar os carrancudos…

por Pedro Sousa em 21 de Março de 2008

em Estado de Espírito

Quem conseguir ver (com som) este video sem rir, ou pelo menos sorrir, faz parte dos sorumbáticos e carrancudos…

Este video foi um dos mais votados em 2007 no YouTube.  A lista está aqui

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O poder da mente… (com som)

por Pedro Sousa em 21 de Março de 2008

em Estado de Espírito

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A aluna, a professora e o telémovel

por Pedro Sousa em 21 de Março de 2008

em País

Como o resto do país, fiquei atónito com o video posto a circular na net da professora que tira o telemóvel a uma aluna e esta, histéria, decide lutar por ele.

Ninguém fica bem nesta fotografia, mas claramente a fedelha mimada que decide ter aquela atitude, tem de ser castigada a sério. E como dá para ver, através daquela cena, que os pais em casa fazem um muito mau trabalho na educação da mesma, tem de ser a Escola a fazer dela um exemplo. Sem preocupações sobre o impacto na futuro da ALUNA… quem sabe o sonho dela é trabalhar num call-center de um operador de telecomunicações!!

“Patrícia estava ontem preocupada quanto ao seu futuro. Esperava pela mãe que fora chamada pelo Conselho Executivo para uma reunião. Os desentendimentos com a professora de Francês revelou que não eram pontuais. “Ela implica comigo, mas não sou a única. Já fui para a rua várias vezes, mas também não é sempre”, disse ao CM a estudante”

Veja-se o elevado sentido desta exemplar estudante… já foi para a rua várias vezes, mas não é sempre. Só várias vezes, quer dizer, não é sempre. Umas vezes, mas nem sempre.

Eu sei que é politicamente incorrecto, mas que saudades de mostrar a estes mimalhos o efeito regulador da réguada!!!!

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Onde anda a Direita?

por Pedro Sousa em 21 de Março de 2008

em País

“[a direita] está hoje, aliás, em muito piores condições para governar do que estava há seis anos, quando fez cair e substituiu o governo pantanoso, desgastado e sem liderança do Engº Guterres. Nos três anos que se passaram após a humilhação eleitoral das legislativas, a direita que nos prometera reconstruir-se e reparar os erros do passado agravou consideravelmente o seu estado: líderes sem credibilidade e equipas pior preparadas, completa ausência de ideias

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Esclarecimentos da Ministra da Educação!

por Pedro Sousa em 21 de Março de 2008

em País

Num gesto de democracia com poucos precedentes em Portugal, a Ministra da Educação disponibilizou-se para responder a diversas perguntas enviadas por e-mail.

A ler…

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Sou professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico, numa instituição privada.
Estando eu agregado a uma escola privada, estou habituado a um sistema de avaliação permanente – apesar de informal e sem documentação a sustentar a mesma – e quando soube da intenção do ministério muito me satisfez.
Confesso que ainda senti alguma resistência à ideia, mas é urgente abalar esta corporação em que se transformou o ensino.
Nos últimos tempos tenho ouvido expressões como: “A escola é dos professores” ou “Os professores não são os alunos” – esta frase destinada a sublinhar a estranheza face à mobilização de professores do passado sábado, dia 8 do corrente.
Sinto que o que se passou foi o facto de os bons professores – aqueles a quem esta avaliação interessa de verdade – terem sido arrastados para um clima de insatisfação um pouco devido a uma falta de informação – ou encobrimento da mesma por parte dos sindicatos. Como poderá a Senhora Ministra reverter este quadro? Como trazer de volta os bons professores, os principais interessados nesta avaliação?
Tenho dito sempre que a obrigação do Governo é a de explicar as medidas introduzidas e é isso que tenho procurado fazer em sucessivas ocasiões. Por outro lado, julgo que à medida que as políticas forem mais conhecidas o descontentamento diminuirá: foi assim com as aulas de substituição ou com o concurso de professores. Mas estou também convicta que só quando o modelo de avaliação for posto em prática as suas virtudes serão valorizadas, os professores apropriar-se-ão dele, e tornarão o modelo melhor. A melhoria dos resultados escolares e do funcionamento da escola pública e o aumento da confiança dos portugueses no serviço público de educação poderá, também, vir a ser compensador para os professores.

continua aqui

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