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Sexta-feira, Outubro 19, 2007

Sobre o professor Charrua…

por Pedro Sousa em 19 de Outubro de 2007

em Sem categoria

É professor de inglês do ensino secundário. Agora, “quebrou um interregno de 19 anos em que os alunos não fizeram parte do seu horizonte.” Voltou “em força” a dar aulas. “Há 27 anos que não tinha tantas turmas como agora. Duas do 9.º e duas do 10.º.” Dito de outra forma: “O horário ocupa-lhe duas manhãs e três tardes. Tem a sexta-feira livre.” Ou dito ainda de outra forma: “Agora tem um horário completo que corresponde ao topo da carreira, com 14 horas de aulas”. Trata-se de uma reportagem verídica, como a foto tirada com o mestre a escrever no quadro da sala de aula evidencia. Não sei se o tiro não saiu ao “Público” pela culatra.

daqui http://corporacoes.blogspot.com/2007/10/charrua.html

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OK, sei que me vão cair em cima, mas caramba… 14horas por semana?? Não aceito que se queixem, desculpem. Sei qué é uma função difícil, que exige trabalho, mas são 14 horas. Isto é, menos de 3 horas dia!! Não sei que vou fazer no futuro, mas hoje 10 ou 11 horas trabalho eu por dia! 

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Usar silicone para “picar o ponto”?

por Pedro Sousa em 19 de Outubro de 2007

em País

Vi nas televisões um responsável de um hospital do Porto gozar com o sistema de controlo de assiduidade porque em vez de colocar o dedo pode ser usado um dedo de silicone. Achei que o médico não se apercebeu da figura triste que estava fazendo.

É evidente que o sistema pode ser falseado, como qualquer outro sistema, o recurso à impressão digital como a generalidade dos outros não é infalível. Mas parece que o “doutor” não sabe que usar uma falsificação constitui uma infracção disciplinar greve, equivale, pelo menos, a uma falsa declaração. Dizer que tinha encomendado um dedo de silicone é a mesma coisa que dizer que tinha adquirido uma gazua para abrir fechadura.

Enfim, uma figura triste.

daqui: http://jumento.blogspot.com/2007_10_14_archive.html

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É incrível como o simples facto de existirem meios para garantir que a classe médica chega a hora, consegue transtornar tanto. Sinal de que a medida é mesmo necessária?

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