É professor de inglês do ensino secundário. Agora, “quebrou um interregno de 19 anos em que os alunos não fizeram parte do seu horizonte.” Voltou “em força” a dar aulas. “Há 27 anos que não tinha tantas turmas como agora. Duas do 9.º e duas do 10.º.” Dito de outra forma: “O horário ocupa-lhe duas manhãs e três tardes. Tem a sexta-feira livre.” Ou dito ainda de outra forma: “Agora tem um horário completo que corresponde ao topo da carreira, com 14 horas de aulas”. Trata-se de uma reportagem verídica, como a foto tirada com o mestre a escrever no quadro da sala de aula evidencia. Não sei se o tiro não saiu ao “Público” pela culatra.
daqui http://corporacoes.blogspot.com/2007/10/charrua.html
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OK, sei que me vão cair em cima, mas caramba… 14horas por semana?? Não aceito que se queixem, desculpem. Sei qué é uma função difícil, que exige trabalho, mas são 14 horas. Isto é, menos de 3 horas dia!! Não sei que vou fazer no futuro, mas hoje 10 ou 11 horas trabalho eu por dia!
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João Pedro Martins 10.22.07 at 14:46
Actualmente encontro-me em Erasmus na Corunha, e tem sido uma lição a cultura espanhola.
É impensável eles trabalharem 10 ou 11 horas por dia….. em Portugal infelizmente pensa-se o contrário e ainda achamos que estamos correctos.
Dou um exemplo: aqui os bancos fecham as 14h, as 14h os funcionários vão-se embora… e não devem ter menos trabalho que os portugueses!
Não me acredito nas 14h, mas acho muito bem, porque ninguém imagina o desgaste que é dar aulas.
E por muito que se queira, as aulas não são como outros funcionalismos públicos, onde se anda à vontade…… Eu queria ver todos os que criticam essas 14h, a trabalhar 1h que fosse por dia numa escola…..