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Quinta-feira, Setembro 1, 2011

AINDA A PRAÇA BRANDÃO DE VASCONCELOS

por Pedro Sousa em 1 de Setembro de 2011

em Arouca

Com a devida vénia ao meu amigo António Jorge Brandão de Pinho

1887.II.16 – A Paróquia de Arouca solicita autorização ao bispo da Diocese do Porto, Dom Américo, para a mudança do Santíssimo Sacramento da igreja de S. Bartolomeu para a igreja do Mosteiro; 1887.IX.01 – Ficam concluídas as obras do actual cemitério da paróquia de S. Bartolomeu, Vila de Arouca. Precede-o: o primitivo cemitério paroquial que se situava frente à Igreja de S. Bartolomeu e, o cemitério da Misericórdia que se situava frente à respectiva Capela, no espaço ocupado, actualmente, pela Praça Brandão de Vasconcelos e Largo Dr. Angêlo Miranda; 1889.VI.26 – É concedida autorização à paróquia de S. Bartolomeu (Vila), para estabelecer a sua igreja matriz no templo do Mosteiro. Para conseguir este desiderato, importante se mostrou a influencia junto do Conde de Castelo de Paiva, Martinho Pinto de Vasconcelos Miranda Montenegro e, dentre outros, a influência do Doutor Inácio Teixeira Brandão de Vasconcelos e António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite, Burgo; 1889.VII.18 – São entregues à guarda e administração da Irmandade os paramentos, alfaias, relíquias, imagens, outros objectos de culto, etc. do mosteiro. (Diário do Governo, n.º158, dessa data); 1890.IX.07 – A Junta de Paróquia de Arouca, resolve fazer um leilão com os móveis, a pedra do campanário e a tribuna da igreja de S. Bartolomeu, antiga Igreja Matriz da Vila; 1891.II.05 – A Diocese do Porto permite a demolição da igreja de S. Bartolomeu, antiga igreja matriz da vila. Encontrava-se edificada onde é a actual Praça Brandão de Vasconcelos; 1894.VII.05 – A Câmara Municipal resolve, por unanimidade, dar o nome de António Teixeira Brandão de Vasconcelos, que foi da Alhavaite (Burgo), à Praça que se acabava de construir no centro da vila; 1897.IV.07 – Dá-se o falecimento do ex-presidente da Câmara António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite. Em sua homenagem foi dado o nome à principal praça da Vila; 1901.I.22 – São encetadas diligências com vista ao estabelecimento de um chafariz na Praça Brandão de Vasconcelos.

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DE INCENTIVO AO TRANSPORTE PÚBLICO AO TRANSPORTE DOS POBREZINHOS

por Pedro Sousa em 1 de Setembro de 2011

em País

O ministro que diz que anda de transportes públicos mente. Porque se andasse saberia que a sua medida de suposta ajuda aos mais desfavorecidos é não só iníqua como socialmente humilhante. O ministro que diz que anda de transportes públicos tem um Dodge Grand Camvan, uma casa com 2800 metros quadrados no Canadá e viveu em Lisboa num hotel a 50 metros do ministério mas insiste em mentir-nos na sua alegada missão messiânica de ser poupadinho (com a história repetida de apagar as luzes do ministério). O ministro que diz que anda de transportes públicos nunca deve ter metido o pé num autocarro da Carris ou não desconheceria o país de maneira tão gritante.

Para além de outras questões bem sérias, ditas de outra forma, por quem sabe: «Ao criar o passe social +, o Executivo de Passos Coelho está a pôr termo à universalidade do passe social, que era utilizada como um incentivo à utilização do transporte público – que cria evidentes externalidades positivas –, iniciando um processo de divergência de preços nos passes sociais. Só as pessoas com rendimentos médios mensais brutos inferiores a 545 euros é que ficam livres dos aumentos que a conjuntura e a situação financeira das empresas torne necessário. Para já a diferença é de 7,1 euros e 21,5 euros, mas nada impede que aumente para todos aqueles que não mereçam o estatuto de “agregados familiares de menores rendimentos”.»

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