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Quinta-feira, Outubro 22, 2009

TSM – Rádio Terras de Santa Mafalda

por Pedro Sousa em 22 de Outubro de 2009

em Arouca

«Na impossibilidade da utilização de uma outra frequência de rádio no concelho de Arouca, só nos resta a hipótese de criar uma segunda rádio alternativa via Internet. Hoje em dia a Internet está presente em quase todo o lado. E é cada vez mais usada para a troca de informação, quer local quer global. (…) A verdade é que a televisão em circuito aberto analógico irá desaparecer em breve, dando lugar aos sistemas digitais, na sua maioria, por cabo. Por outro lado, ao longo dos anos tenho reparado, e hoje em dia mais que nunca, que existem demasiados arouquenses que não ouvem a rádio da terra. Talvez porque não se identifiquem com a sua programação, ou simplesmente a rádio não oferece o que esses arouquenses anseiam de uma rádio local. Assim sendo, nasce hoje 21 de Outubro de 2009 a TSM – Rádio Terras de Santa Mafalda.» Franklin Ferreira

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Está já no ar e dísponivel aos ouvintes cibernautas, para já em emissão experimental, a TSM – Rádio Terras de Santa Mafalda, criada por Franklin Ferreira.
É com satisfação que assisto a mais esta iniciativa de um arouquense, principalmente quando se trata de pessoa tão vocacionada e talhada para iniciativas nesta área, e com provas dadas. Quando assim é, não se espera menos que o sucesso do projecto. Força nisso!
 
(a minha preguiça levou-me a citar este texto do blog MeuRumo, mas voltarei ao tema)
 

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A VERDADE A IR AO FUNDO

por Pedro Sousa em 22 de Outubro de 2009

em País

Miguel Fraquilho, deputado e porta-voz para a economia do PSD, passa a vida a falar mal das politicas do Governo e a dizer que o país vai mal e na direcção errada.

Miguel Frasquilho, enquando administrador do BES, fez um sucesso dos diabos na Bolsa de Nova Iorque, ao “elogiar a economia portuguesa” perante investidores americanos. Frasquilho “enfatizou o crescimento das exportações, sublinhou o défice e um desemprego abaixo da média europeia, concluindo que Portugal está bem colocado para ter um papel positivo na economia mundial nas próximas décadas.

Se se mantiver a teoria de que se acredita mais nos gestores que nos políticos…

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Foi você que pediu uma oposição responsável?

por Pedro Sousa em 22 de Outubro de 2009

em País

Oposição pede suspensão da avaliação dos professores mas deixa soluções para depois

aqui

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Rio de Frades – Minas do Volfrâmio

por Pedro Sousa em 22 de Outubro de 2009

em Arouca

«Aquando da Primeira Guerra Mundial, iniciou-se em Arouca a corrida ao Volfrâmio, minério utilizado no fabrico de armas e munições, com vista ao seu endurecimento e maior resistência.»

«O antigo Couto Mineiro de Rio de Frades localiza-se na freguesia de Cabreiros, junto à povoação de Rio de Frades, concelho de Arouca e distrito de Aveiro; as primeiras minas de volfrâmio foram aqui demarcadas em 6-5-1914. A exploração destas minas, no período das Guerras Mundiais, foi efectuada pela Companhia Mineira do Norte de Portugal, pertença de alemães. A mina de Poça da Cadela, a mais importante de Regoufe e próximo da aldeia homónima foi concedida em 9-9-1915, tendo sido extinta pelo decreto lei nº88/90. Estas minas foram exploradas, no seu período áureo, pela Companhia Portuguesa de Minas, que na realidade pertencia a ingleses. Os dois centros mineiros distam, apenas, cerca de 5 km.
Como é referido em Silva e Ribeiro (2004), as minas de Rio de Frades e Regoufe constituem, no concelho de Arouca, o primeiro grande movimento de industrialização e de proletarização, e ainda, o maior investimento estrangeiro, até à actualidade.

continua aqui

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Arouca: Empresa em risco por não arranjar trabalhadores

por Pedro Sousa em 22 de Outubro de 2009

em Arouca

Uma empresa de calçado de Arouca tem o futuro ameaçado por não arranjar trabalhadores.

 A Controlfactor recorreu aos centros de emprego e disponibilizou cursos de formação, mas são muito poucos os interessados.

“Decidimos aumentar o quadro de pessoal, apostando primeiro em acções de formação, para depois escolhermos funcionários para a empresa”, explicou António Belém, administrador da Controlfactor, que emprega cerca de 90 pessoas. A iniciativa, ao contrário do esperado, esbarrou na falta de interessados em frequentar a acção de formação.

O responsável pela empresa de calçado lembra que, das 50 pessoas que foram seleccionadas pelos centros de emprego, “todas do concelho de Arouca”, “apenas quatro mostraram interesse em frequentar a formação”. “Não posso arrancar com apenas quatro pessoas”, adiantou Manuel Belém que, a cada dia que passa, soma prejuízos com a deslocação que foi efectuada pela unidade móvel do Centro de Formação do Calçado, entidade responsável pela referida acção de formação.

“As pessoas podem pensar que vou ganhar dinheiro com a formação, mas acontece precisamente o contrário”, referiu o administrador da empresa. “Estou a pagar do meu bolso este curso e se não arranjar interessados nos próximos dias vou desistir de vez da iniciativa”, explicou.

Nem mesmo o facto de quem frequentar a formação poder continuar a usufruir do fundo de desemprego, além de receber subsídio de alimentação e de deslocação, parece ser suficientemente apelativo. Embora, em Arouca, o desemprego tenha aumentado.

O objectivo de António Belém passava por dar emprego à maioria das pessoas que entrassem na formação e mostrassem interesse em ingressar nos quadros da empresa, que começa a não conseguir dar respostas às encomendas. Mas tal não veio a acontecer.

Também a tentativa que há anos diz estar a levar a efeito junto dos centros de emprego para conseguir a desejada mão-de-obra, com experiência, não tem resultado. “As pessoas que para aqui são encaminhadas arranjam muitas desculpas para não quererem trabalhar na linha de produção. Uns dizem que têm filhos para tratar, outros que são de longe. É raro haver quem se mostre verdadeiramente com vontade de trabalhar”, observou.

António Belém, que tinha projectos para aumentar a empresa e dar emprego a mais funcionários, já teve que negociar a diminuição da encomenda que tinha com um dos principais clientes e teme que isso possa vir a ter consequências no futuro da empresa.

“Sei que não é um emprego de luxo, mas numa altura em que as pessoas se queixam tanto da crise não percebo por que recusam tão facilmente as propostas de trabalho. Estou desesperado com a falta de pessoal.Nos dias de hoje, para muitas pessoas isso pode parecer impossível de acontecer. Mas acontece”, concluiu

in Jornal de Notícias

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