“O que se passou após a morte de um bebé na Anadia é mais um exemplo dos níveis de insalubridade que atingem a política portuguesa. Uma coisa é a divergência sobre as orientações políticas, outra, a tentativa de associar esta tragédia à reforma da rede de urgências. A prosseguir-se por este caminho – espartilhados por uma coligação entre política e comunicação social tablóides – num futuro muito próximo, ninguém minimamente decente estará disposto a ser ministro da Saúde. É que quando a canalhice ameaça tornar-se o alicerce fundamental da sintaxe política, só os canalhas entrarão no jogo.” (link)
Pedro Adão e Silva, Investigador do Instituto Universitário Europeu
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