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Domingo, Novembro 11, 2007

As cópias de Portas

por Pedro Sousa em 11 de Novembro de 2007

em Sem categoria

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Há uma coisa, nesta história das 61.000 fotocópias de Paulo Portas, que me intriga:

Se o que foi fotocopiado eram notas pessoais, porque é que ele não levou os originais?
Se eram coisas, na sua maioria, do CDS-PP, o que faziam no Ministério da Defesa e, mais uma vez, porque não levou os originais em vez de tirar fotocópias?

snif…snif… cheira-me a esturro!!!

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Mais uma greve nacional (curiosamente a uma 6ª feira)

por Pedro Sousa em 11 de Novembro de 2007

em País

«Os sindicatos da Função Pública caminham alegremente para mais uma “greve nacional” – coisa a que eles ligam imensa importância e o grosso dos portugueses nenhuma. Os tempos mudaram e vão mudar ainda mais, mas há quem se obstine em não o entender. O Estado português cativa e gasta metade da riqueza produzida no país pelos que investem e trabalham. Nestes últimos três anos, a luta pela diminuição do défice tem sido assegurada unicamente com o esforço destes: o Estado continua a gastar o mesmo, enquanto exige cada vez mais ao sector produtivo do país. E o grosso da despesa do Estado tem que ver com o pagamento dos salários e reformas aos seus servidores. É claro e legítimo que os funcionários públicos gostassem de receber aumentos acima da taxa de inflação. Há uma maneira de o tentarem: largar o Estado e lançarem-se por conta própria ou no mercado de trabalho do sector privado (onde, todavia, há muita gente que há anos que não é aumentada acima da inflação). Mas, cá fora, não existe a mesma segurança laboral, a mesma facilidade de ‘baixas’, as mesmas progressões automáticas por antiguidade, as mesmas condições de aposentação. Correm-se muito mais riscos, e, por isso, umas vezes sai-se a ganhar, outras não. Como em tudo na vida, é preciso escolher: não se pode ter a segurança do Estado e a recompensa equivalente a uma carreira bem sucedida no sector privado.»

Do artigo de Miguel Sousa Tavares, este fim-de-semana no Expresso.

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