Há uma coisa, nesta história das 61.000 fotocópias de Paulo Portas, que me intriga:
Se o que foi fotocopiado eram notas pessoais, porque é que ele não levou os originais?
Se eram coisas, na sua maioria, do CDS-PP, o que faziam no Ministério da Defesa e, mais uma vez, porque não levou os originais em vez de tirar fotocópias?
snif…snif… cheira-me a esturro!!!

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