Vem ao caso esta instituição apenas devido a uma pequena conversa que tive a oportunidade de escutar e que é preocupante.
A ser verdade o que ouvi, a CCA de Arouca será vitima, tal como muitos outros serviços, de alguma centralização nas decisões que passarão a depender muito mais dos serviços centrais do que das decisões do balcão.
A ser verdade (e, reitero, isto veio de conversa de café) isso pode significar um grande “rombo” para as asssociações em Arouca. É que é para todos visível o extraordinário apoio que esta instituição dá a uma miriade quase infinita de actividades em Arouca. Qualquer pequeno evento ou actividade tem apenso o simbolo da Caixa.
E isso deve-se, com toda a certeza, à sensibilidade de quem a dirige para com os problemas e necessidades de Arouca.
Tirar daqui alguma da autonomia de decisão, nos tempos de apertar cinto que vivemos, pode ser fatal para muitas actividades.
Mas, como é conversa de café, pode até ser que este post não faça sentido! Que assim seja…
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Olá,
bons dias!
Pedro, é só uma questão de avaliação!!
Avalia-se, e está tudo tratado!
O pilim tem o mesmo cheiro em todo o lado!
ou seja,
a realidade exige retorno… e vamos por aí
um abraço
inquieto
A CCAA já anda a apertar o cinto à muito tempo. Só quem usufruía disso é que sabe. Quem está por fora apenas ouve conversas quando o problema já não tem solução.
Caro Frank,
Mas se ouvisses antes que solução haveria? A gestão da CCA é que sabe. No entanto, podem coexistir duas realidades diferentes: uma é o apertar o cinto fruto da crise; outra, bem mais complexa, é a CCA apertar o cinto por isso derivar de uma forma centralizada de gestão.
A primeira é conjuntural (e podia passar mais ou menos depressa) a outra é estrutural e significa que dificilmente voltará a ter solução.