Variante A1 ou A32?

por Pedro Sousa em 26 de Agosto de 2010

em Arouca

A variante continua (e ainda bem) na ordem do dia, sinal de que as movimentações continuam e que o tema não foi arrumado numa das gavetas para onde a crise mandou alguns dos projectos.

Arouca necessita o mais rapidamente possível de uma ligação rápida ao litoral. É essa a principal luta dos arouquenses. E é essa que deve ser a nossa “guerra”.

Com o desenvolvimento da A32 levanta-se a hipótese de já não nos ligarmos à A1 mas sim à A32.  E se essa é a hipotese mais rápida e mais facilmente conretizável, devemos lutar por ela.

Por muitos é preferível a ligação à A1 (ainda que tem termos de chegar ao Porto, tal diferença é mínima) mas o que precisamos é de uma ligação ao litoral. Ligar à A32, quer permite chegar rapidamente à invicta ou rumar a sul, ligando posteriormente à A1 cumpre perfeitamente o que precisamos.

Alguns autarcas de concelhos vizinhos dizem estranhar essa posição e que se deve continuar a pautar pela ligação à A1. Sim, até pode ser… mas é mais fácil ter essa posição quando se tem um concelho a ser (ou vir a ser) atravessado por 4 auto-estradas no mínimo, como Santa Maria da Feira.

No nosso caso, Arouca, temos de ser muito mais pragmáticos e incisivos. Sim, lutar pela ligação à A1. Mas sim, aceitar a ligação à A32, se tal for a solução para o problema.

{ 10 comentários… lê abaixo ouadiciona }

1 Jorge Rocha 27 de Agosto de 2010 às 17:24

Concordo…
Penso até que para os Arouquenses seria mesmo mais benéfico a Ligação à A32 uma vez que a partir desta poderiam aceder a A41 que liga a Rotunda do Picoto à A44 perto de Valongo, podem aceder facilmente à A29 através da A41, e podem tb, depois no final da A32, aceder à A1.
Outra das vantagens é que, para além de ambas as Auto-estradas serem portagadas, penso que o custo para um Arouquense em usar a A32 até ao Porto será inferior ao custo de usar a A1…
Os Arouquenses juntos, deixando-se de parte politiquices, devem lutar por esta obra.

Jorge Rocha

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2 joaquimtoscano 30 de Agosto de 2010 às 23:24

Nãopercebo nestes de As e ICs
quanto a vias estruturantes ou de penetração…
Idem…nestes (falta de óleo na estrada).
Portajadas…nem pensar (quem comeu a chicha roa os ossos…)
Tão folk as coisas patrocinadas pelo fundo sem fundo agora c portas…
Pautas e outros acrónimos… só de música…
Pautar o quê??? Ligação á A1?
Tá…percebi a coisa…
Mais vale um passaroco na mão do que
Dois passarinhos a voar.
E glória aos…Filhos da Pátria que a tal Estado nos vão levando!

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3 F Santos 31 de Agosto de 2010 às 17:44

Neste momento, e mais importante que tudo o resto, é haver dados concretos sobre se a Variante avança. Quando essa informação fôr posta preto no branco…

No entanto, convenhamos, uma ligação à A1 faz mais sentido do que à A32. Na minha opinião e tratando-se da principal autoestrada nacional, a A1 oferece mais visibilidade à economia e turismo de Arouca do que poderá oferecer a A32. E se a A32 fôr portajada, teríamos de pagar nesta e depois quem entrasse na A1 também teria de pagar.
Mas lá está, falar de cor é fácil e como não há dados concretos (que eu conheça, pelo menos) fico-me por aqui, para já.

Como diria o outro “não sou esquisito”. Ligar a uma ou outra, com os elementos que dispomos, é indiferente. Convêm é que isto ande. E que Sócrates peça desculpa a Arouca (não, não esqueci)

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4 M silva 1 de Setembro de 2010 às 0:52

Não entendo muito bem porque deve o Sócrates pedir desculpa. Se a obra se realizar está dentro do prazo. O que parece incomodar o F Santos, é se efectivamente ela se realizar, o que de lamentar. Penso, que todos nós, Arouquenses, devemos ter esperança e lutar por essa obra, sendo a favor ou contra o Governo. A obra encontrava-se e encontra-se inserida na Concessão Vouga. Ora, como esta Concessão ficou adiada, devido à situação economica do País e tambem por um alarido vindo de alguns partidos da oposição, logo a promessa no seu conjunto, não pode ser levada a efeito, pelo que ficarei bastante satisfeito se a versão apresentada for realizada. Haja esperança.

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5 F Santos 1 de Setembro de 2010 às 17:52

Caro M Silva

Se a obra se realizar está dentro do prazo? Qual prazo? Só se fôr dentro dos 20 e tal anos em que se fala da Variante, dos quais 15 foram governados pelo PS a nível nacional. E o presidente da CM Arouca é PS desde… já nem me lembro. Desculpe, já não há justificação para tanta embrulhada.

Agradeço-lhe a explicação sobre o porquê do adiamento da obra, ainda não sabia; mas, já agora, explique-me com o mesmo detalhe porque houve aquele espectáculo vergonhoso num Domingo de manhã, em que foram anunciados mundos e fundos e fomos todos enganados; em que, mais uma vez nos tomaram por lorpas.

Meu caro, engana-se redondamente sobre eu ficar incomodado se a Variante avançar; moro em Matosinhos, tenho terreno em Arouca para construir casa e só não o faço porque não estou para fazer viagens de hora e meia de manhã e à tarde. E o meu filho teria muito melhor qualidade de vida em Arouca do que tem aqui. Só não moro em Arouca por causa dos acessos.
Sou pessoa interessada que isto ande de vez. E tenho indepedência política suficiente para bater palmas ao Engº Neves quando a obra arrancar, espero eu o mais rapidamente possível.

Cumprimentos.

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6 M silva 1 de Setembro de 2010 às 20:03

Sr. F.Santos: – Nota-se uma agressividade deveras doentia na maneira como relata o tema da variante. Tenha calma. Nada justifica a sua maneira de ver o problema, dado que, se me lembro, a variante foi tratada aquando do 2º mandato do Dr. Armando Zola. Foi quando apareceu um pequeno grupo contestatário. Será que o Sr. estava nesse grupo? Penso que não. É Arouquense e como tal ciente da urgencia dessa obra. Portanto, como cidadão, levo à colação o teor do artigo do Sr. Jorge Rocha, no qual é referido, acabe-se com a politiquice, lute-se pela obra e execute-se. FORÇA AROUCA.

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7 F Santos 2 de Setembro de 2010 às 9:41

Caro M Silva

Deveras doentia é a forma como se tenta passar a mão no pêlo dos arouquenses, para se tentar mascarar incompetências.
Caro, em 20 anos tudo o que se ouve são promessas e mais promessas. Oportunidades não faltaram para se lutar e executar a obra com o afinco que o sr quer mostrar agora.
Da mesma forma que diz que nada justifica a minha maneira de ver o problema, digo que nada justifica o constante sacudir da água do capote dos responsaveis pela condução deste processo.
Fica consigo a opinião de que eu não quero ver a obra realizada.

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8 Observador 2 de Setembro de 2010 às 14:18

Já não visitava há muito, vejo que o Pedro está a “preparar” alguma coisa…

F Santos, não percas tempos com alucinados como “M silva”, tens que compreender que para esses, a culpa ou é do PSD e restante oposição, que pagam pelos erros de quem governa o país e Arouca há 15 anos, ou então morre solteira. Assumir responsabilidades e erros é que não que isso dá muito trabalho, é difícil e exige a mínima frontalidade. Ah, e também rouba votos.

Continuação…

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9 Pedro Sousa 3 de Setembro de 2010 às 0:28

Caro Observador,

Eu?? A preparar o quê?

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10 Fernando Teixeira 13 de Março de 2011 às 20:56

Quando atravesso as más estradas secundárias entre Milheirós de Poiares e Romariz ou entre Macieira de Sarnes e Cesar ou entre Nogueira do Cravo para Carregosa fico espantado com tanta obra de engenharia (obras de arte?) nesta A32. Quando leio que o custo desta obra é de 384 M € (0,25% do PIB anual) pergunto-me quantos variantes daria para fazer em penetração do litoral para interior com acesso à A1 e/ou à A29, não só para Arouca como para outras localidades como Castelo de Paiva, Cinfães, Resende, etc. Há imensas estradas no interior a precisar de renovação e acabamento – como de CANEDO a PEDORIDO e está tudo parado. Bem sei que nestes casos não há as tais PPP (parcerias publico privadas). Assim vai Portugal a afundar-se junto ao estuário no maior rio da Ibéria. Esta obra é faraónica e desnecessária.

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