DA ENTREVISTA SAI UM DESAFIO…

por Pedro Sousa em 31 de Maio de 2009

em Arouca

Após ler a entrevista do Deputado André Almeida ao jornal Discurso Directo – com diversas partes interessantes – saltou-me à vista uma frase com a qual decidi fazer um concurso.

Objectivo: Ler a frase sem se “partir” a rir

Frase: “[Em Arouca] Em 16 anos de governação socialista, não assistimos a grades mudanças“. Então, consegue ler e não se rir??

******************************************************************************
Caro André, pode-se gostar ou não, achar bem ou mal, pensar que haveriam outras coisas a fazer, mas dizer que não houve grandes mudanças não é ser demasiado cego????

{ 18 comentários… lê abaixo ouadiciona }

1 Filipe Dias 31 de Maio de 2009 às 20:46

Cego é acreditar-se que mudou alguma coisa.
10 anos, 10km de variante. Devem faltar aí uns 20km até Sta. Maria da Feira, vamos esperar mais 20 anos?
O que mudou em Arouca em 16 anos?
Do tempo do Zola restam obras obsoletas : estrada para S. P. Sul, mercado (agora museu/centro de emprego), uma variante que ridiculamente vem dar ao centro de uma vila, zonas industriais nada chamativas, e muito mais obras que em nada contribuiram para o desenvolvimento de Arouca.
Deste presidente: uma avenida para o palácio da justiça, umas flores pelos jardins da vila, retirada de arbustos do parque, saltos com o Quim Barreiros, e muitos sorrisos e bons dias.

Responder

2 arouka 1 de Junho de 2009 às 2:44

É lamentável que a miopia seja uma doença em crescimento na mente de certas cidadãos. E não haverá óculos que curem tal doença pois ela é provocada pelo vírus da partidarite que impede de ver a realidade tal qual ela é.

Responder

3 Observador 1 de Junho de 2009 às 3:22

Caro Pedro Sousa, é por demais evidente o que o André Almeida quis dizer: em 16 anos de governação socialista não houve GRANDES mudanças. Sem dúvida. Mudanças claro que as houveram, mas mal estávamos se em 16 anos nada fizessem, é óbvio que, bem ou mal, alguma coisa e algumas mudanças tinham obrigatoriamente que acontecer. Mas o que o André Almeida e muita gente em Arouca pensa é que Arouca merecia melhor, merecia mais mudanças, mais futuro. O Filipe Dias refere os exemplos perfeitos dos actos de má gestão/teimosia socialista, curiosamente nas obras em que Arouca investiu mais dinheiro e que ainda não tiveram o mínimo proveito para nós Arouquenses. Isto, quer queiram ou não, é pura verdade. Milhões gastos numa estrada para São Pedro do Sul e outros tantos numa variante que apenas nos liga a Mansores. E por falar em varianta podemos falar em 10 anos de promessas por cumprir da governação socialista.

Responder

4 arouquense 1 de Junho de 2009 às 5:57

Curioso é que o Partido Socialista parte-se sempre a rir com os outros!
E ainda há os que não se querendo rir chamam os outros de doentes.
Acha paciencia para a falta de cultura democrática do PS, bem patente neste post e no comentario do arouka.
Está aqui uma boa oportunidade para reflectir no passado, analisar o presente e perspectivar o futuro. e Já agora….
Uma certeza: A frase foi tão boa que já vos deixou todos com comichão…. e a discutir o acessório! é assim que se faz política meus senhores!! E esta hein?

Responder

5 RJTS 1 de Junho de 2009 às 6:42

Pelos vistos não há oculos que curem tal doença, pois à quem os use e não consiga ver na mesma, ou melhor, vêm de mais.

Responder

6 Daniela Sousa 1 de Junho de 2009 às 7:17

O nosso Presidente tem um defeito que o deve corrigir rapidamente. Não deve dizer a todos que sim e na pratica ser igual a um Presidente que por lá passou e que não sabia dizer que não e no final quase nada se fez. Não me enquadro naquelas pessoas que so por não serem da nossa cor partidaria não estamos com elas. Há obras boas e más. Lembro, por exemplo, a obra do Milleninum, que o projectiva se esqueceu de colocar no local bebedouros para os frequentares do mesmo. Hoje decorre uma actividade no Campo de Futebol, com as crianças das escolas. Boas iniciativas, o problema está que deveriam estar atentos das altas temperaturas que neste momento decorrem e projectar resguardos para o defeito, Claro, está, que esta activadade não está nas maos do Presidente, mas claro, tudo lhe cai em cima e aí deverá haver um responsável por essa falha. Há que pedir responsabilidades aos organizadores. Não se pode pactuar com palminhas nas costas de incompetentes.
Obras no municipio há. Só um cego politico é que não vê. Mas aproxima-se o dia D. Espero que o Engº seja candidato, senão estamos muito mal em Arouca.Não vejo substituto. Será o Filipe Dias ?. Valha-nos Deus.

Responder

7 José Cerca 1 de Junho de 2009 às 7:24

Sim, de facto, estou a ver de mais para quem se preza em respeitar a lingua portuguesa e se preocupa com a sua correcta utilização.
Onde o caro anónimo, que se esconde atrás de 4 letras, escreveu “à quem as use”, deveria ter escrito “há quem as use” (trata-se do verbo HAVER) . Depois, mais à frente, onde escreveu “vêm de mais”, deveria ter escrito “Vêem de mais”, uma vez que se trata do ver VER e não do verbo VIR.
Depois, e para concluir a lição, lembre-se, caro amigo, que o ver a mais ou a menos, tem sempra a ver com a limpidez dos olhos que se usam. E infelizmente, há olhos muito turvos a querem ver a limpidez e a beleza da vida. Por mais que se esforcem, jamais a conseguirão ver. Até talvez nem a mereçam ver.
José Cerca

Responder

8 A. J. Brandão de Pinho 1 de Junho de 2009 às 11:39

Ao longo dos últimos 16 anos tive a oportunidade de opinar e criticar muitas das obras e acções dos vários exercícios socialistas. Fi-lo, de facto, por diversas vezes. Pelo que (manda a conclusão mais lógica das premissas) tenho que reconhecer, no mínimo, diversas foram as coisas feitas pelas Câmaras socialistas.
E, de facto, tendo ainda a memória do nosso concelho há 16 anos atrás, muito diferente se encontra hoje. Significativamente diferente e melhor em muitos aspectos. Mas, mal fora se assim não sucedesse, tendo em conta os inúmeros apoios, programas, protocolos, incentivos, etc, que se criaram e colocaram ao alcance das autarquias para concepção e desenvolvimento do mais diverso tipo de equipamentos e infra-estruturas. Aconteceu o mesmo por todo o país, ainda que nuns municípios mais e noutros menos.
Podemos fazer muitas críticas ao que foi feito e como foi feito, mas, tendo em conta a cor que, entretanto, também governou o país, será pretensão demais fazer passar a ideia que uma Câmara social-democrata, por exemplo, pudesse ter feito melhor. Talvez diferente, mas, nunca muito melhor.

Responder

9 arouka 1 de Junho de 2009 às 15:47

Ora aqui está um comentário que eu considero equilibrado, sensato e justo e que não enferma da tal miopia partidária, muito frequente em cidadãos que não sabem, ou não querem colocar o interesse colectivo acima do interesse partidário.
Ter cultura democrática é criticar quando se tiver de criticar, mas também elogiar, reconhecer, ou aplaudir quando for oportuno fazê-lo, independentemente da cor partidária que esteja em causa.
Só um verdadeiro democrata o consegue fazer. E a prova está no comentário anterior que saúdo pelo espírito cívico e pela cultura democrática que traduz.
José Cerca

Responder

10 RJTS 2 de Junho de 2009 às 5:35

Sr. Arouka

Que democracia a sua, é pena é que quem não sabe escrever não possa dar uma opinião. Isto é democracia…. à Socrates…

Já agora obrigado pela correcção. E já agora onde escreveu “tem sempra ” de ve ter querido esquever “tem sempre”.

Responder

11 arouka 2 de Junho de 2009 às 5:52

Não é a sua opinião que está em causa, nem foi isso que critiquei. Quem concluiu erradamente que não pode dar opiniões foi o meu amigo, por isso não atire para cima de mim essa culpa.
Democracia é também saber aceitar os erros que não apenas os ortográficos. Esses, comparados com outros que se vêem no nosso mundo político, até nem têm gravidade de maior.
Quanto às gralhas, elas ainda lá estão no meu comentário, porque não tenho p0der de edição. Mas já pedi, logo que me apercebi delas, para o Administrador as corrigir.

Responder

12 arouquense 2 de Junho de 2009 às 8:36

Eu não disse que só se discute o acessório?
Ainda assim um pequeno reparo ao arouka: Quem primeiro instigou sem dar qualquer contributo, esta discussão amorfa foi o senhor.
Relembro que ironicamente faltou ao respeito de todos os míopes e cegos para tentar ter graça num assunto que tem relevância política e não se padece com graçolas, insultos e outros que tal.
Faça assim: ( e serve também para o autor do post [moderado])

Democracia é alternância. Em 16 anos, obviamente existiram mudanças. O que o nosso conterrâneo disse, foi que não exisitiram GRANDES mudanças. Ora, se não concordamos com a afirmação, o que em democracia e com elevação, educação e respeito, que de resto nos merece, devemos fazer?

Partir-nos a RIR? chamar cego e doente?

Não me parece.

Se tivessem a bagagem política, cultura democrática e outras coisas que não são bonitas de dizerm diriam obra por obra o que em 16 anos foi feito e aí sim, desmontavam o argumento que voçês consideram pouco válido.

Eu sei que é uma chatice, mas em democracia todos tem uma perspectiva e opinião, portanto respeitem-na e caso julguem interessante desmontem-na, não se limitem ao insulto.

Assim ele já ganhou aos pontos… e com adversários destes continuará a ganhar. É que a diferença está aqui bem patente.

Responder

13 Pedro Sousa 2 de Junho de 2009 às 12:03

Boa tarde a todos,

Obviamente que, não sendo este o blog da Edite Estrela, o objectivo não é propriamente o apuro ortográfico de quem comenta ou posta.

Caro arouquense,

O desafio em nada é desrespeitoso… aliás, tive o prazer de estar a falar com o André Almeida no Sábado à noite em Arouca e avisei-o de que lhe ía lançar um “desafio”… as relações são o mais cordial possível, não traga para aqui eventuais ressabiamentos contra socialistas (ou relativamente a mim, em particular).

Também acho que o tema não se compadece com insultos (graçolas, não vejo porque não). E em democracia, se não concordamos com algo, podemos frazer diversas coisa, uma dela é rir e/ou debater.
Dizer obra por obra o que foi feito, daria um post muito longo, porque as obras não são só aquelas que têm grande visibilidade. Revela alguma ignorância resumir as obras de Arouca à variante, por exemplo, ou mesmo às que se construiram no centro da vila. Por todas as freguesias são muitas as obras. Estou certo que durante a campanha esse tema virá à baila e não faltarão oportunidades para que o PS liste toda a grade obra que efectuou no concelho.

Não precisam de ficar nervosos quando alguém provoca… acho eu. A provocação é uma doce forma de debater politica. Pelo menos, das diversas vezes que tenho o prazer de “bater umas bolas” com o André Almeida, a provocação está sempre presente.

Não percebo o que significa “e com adversários destes continuará a ganhar”. A ganhar o quê? De que campeonato ou jogo da bola estamos a falar?

Espero que o André consiga, no pântano que irá ser, digo eu, a escolha das listas para as legislativas, ter um lugar. É que não vai ser fácil… o único argumento que o André tem neste momento é o trabalho (que pelo feedback que recebo, foi muito) desenvolvido nestes 2 anos no Parlamento. Só que isso geralmente está no fim da lista. Quando os correlegionários de Manuela Ferreira Leite olharem para os potenciais candidatos a deputado, a primeira pergunta que farão será: destes, quem esteve connosco e quem esteve contra nós? O mérito, porventura, apenas virá depois. Espero que, pelo menos nisso, o PSD saiba reconhecer potencial na juventude e actividade do André. A ver vamos…

Responder

14 Azevedo 2 de Junho de 2009 às 15:14

Há certos indívíduos que, talvez pela formação, ou sempre que apoucam os seus santinhos, se crispam. Noutro tempo fariam aquelas vezes da turba que cheirava os postigos dos cristãos-novos a ver se o enchido cheirava a bácoro ou era entulhado com gado de bico.
Não há nada pior , e mais pouco democrático, do que moralistas: se a minha pedra te acerta no toutiço é para te levar para o bom caminho; se me acertas com o teu calhau é porque não suportas a minha luminosa verdade… Não há paciência…

Responder

15 Pedro Sousa 2 de Junho de 2009 às 15:33

Caro Azevedo,

Pode colocar o tradutor em “on”, a ver se o entendo?

Responder

16 arouquense 2 de Junho de 2009 às 16:24

Imagino as reuniões políticas dos amigos do engenheiro (PS Arouca) . Surge um problema, ou uma declaração política contrária, os estrategas dão as mãos e formam um círculo para pensarem em soluções. O brainstorming é intenso, a electricidade vai cedendo o espaço energético ao brilhantismo intelectual, até que da boca de um dos talentos em presença sai em forma verbal a pepita de ouro que todos buscavam: “ele é cego” e partem-se a rir!
Os génios descansam e as lâmpadas voltam a reluzir. E o mundo é belo!

Responder

17 F Santos 3 de Junho de 2009 às 7:52

Alguém se importa de rebater, com dados claros e objectivos, a afirmação “Em 16 anos de governação socialista, não assistimos a grades mudanças”, pf?

É que para a estalada e bojardas para o ar há muitos disponíveis; para o rebate de factos é que a porca torce o rabo. Ridículo.

Digam lá, como alguém já pediu antes, que obras/mudanças de fundo e com impacto real na melhoria de condições de vida ocorreram em Arouca nestes anos todos, de preferência obra por obra! E falem do emprego, para os jovens p ex (mas não só,claro). Essa é a grande questão do concelho, se me permitem a opinião. Porque os poucos postos de trabalho que se criam, ou são criados por encomenda, ou são reservados à nascença. Enxerguem-se!

Responder

18 Filipe Dias 5 de Junho de 2009 às 8:13

F Santos quando alguém explicar porque é um dos requisitos para uma oferta de emprego para o Geo Parque:
Isenção e Imparcialidade.

Não seria melhor fazer ofertas de emprego Isentas e Imparciais?

Mas o desgoverno de 16 anos que Arouca enfrenta e, sobretudo, nos últimos 4 anos, não caminha por aí.
Porque ao revés de falarmos em obras, podia questionar os dois concursos IGUAIS para auxiliares para as piscinas, em que no primeiro foram contratos “efectivos” e TODOS foram fazer outras funções e porque o segundo já foram contratados apenas por um ano e foram mesmo para onde eram necessários (piscinas). Deixando em questão: é a câmara que beneficia por ter administrativos a preço de auxiliares (o que não me parece, pois eles abundam) ou são os auxiliares colocados por encomenda noutras funções (e nisto o Zola trabalha bem no pós-presidente)?

Talvez o vírus da partidarite H1PS1 seja uma variante sem cura à vista, porque não há cego pior do que aquele que não quer ver.

Responder

Anterior:

Seguinte: