É mais um dado que vem lançar ainda mais confusão para o processo Freeport. Até agora, a polémica andou à volta da aprovação do segundo estudo de impacte ambiental, que deu luz verde ao projecto. Mas, um documento, a que o DN teve acesso, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDTRLVT), de Novembro de 2003, citando a Autoridade de Impacte Ambiental que analisou o caso, realça que o Freeport de Alcochete “não estava sujeito a avaliação de impacte ambiental, mas que por vontade, quer do Ministério do Ambiente quer da Câmara de Alcochete, optou-se por avançar com este procedimento em nome da transparência e do enquadramento da pretensão face à sensibilidade do local”.
http://dn.sapo.pt/2009/02/05/nacional/freeport_estava_sujeito_a_avaliacao_.html