Já em Portugal, as capas, é sobre a telenovela: “A Carta”. Argumento escrito por cá, em 2005, de autor anónimo, mandado para Inglaterra para lhe dar patine internacional, e reimportado em episódios. Como veio com a chancela Serious Fraud Office (SFD), que tomamos por departamento da BBC, é um sucesso. Desde aí, o País está suspenso como só esteve há muito, quando apareceu a “Gabriela”. A questão que atravessa o País é: “ele” está mesmo metido? O
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Só nós nos opomos à crise. Não, não é opormo-nos dessa forma vulgar dos outros, que procuram soluções ou, pelos menos, se assustam. Nós combatemo-la da forma mais radical: negamo-la. Não venham cá com as vossas estatísticas, que nós temos a nossa curiosidade: o gajo está mesmo metido, não está?
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O meu problema é ler jornais lá de fora. Peço desculpa, mas a crise é mais do que universal, é também portuguesa. Por isso, peço: mesmo que o gajo não esteja metido, metam-no. Não podemos é estar mais tempo nesta telenovela.
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Ferreira Fernandes, no DN