Fiquei impressionado com a inauguração. Muita gente anónima quis ver, pela primeira vez, o novo museu Municipal.
Infelizmente, nem toda a gente se sabe comportar e então foi recorrente ver pessoas a mexer nas peças expostas, como se andassemos todos a ver um exposição na feira das colheitas. A lamentar…
De resto, o espaço está agradável, claramente fez o que se pode para adaptar um espaço cujo o destino era outro, a este novo desafio..
As obras da colecção de Manuel Brito são uma clara forma da Câmara municipal demonstrar que este Museu é para ser levado a sério. Conta com obras de Paula Rego, Júlio Pomar e Pedro Avelar, entre outros. Obras de um valor e prestígio enorme que todos devemos aproveitar o previlégio de ver.
Um detalhe: os badges que as funcionárias usavam primavam por um tamanho desporporcionado e estéticamente duvidoso. É um detalhe, eu sei.
Parabéns pelo novo espaço cultural em Arouca. Esperemos que passe a fervilhar de visitas.
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Ficar satisfeito com um museu assim é pensar pequenino.
Louvo a iniciativa, mas fica aquém pricipalmente pala insuficiente modificação ao nível da arquitectura. A lógica de mercado continua muito vincada no novo edifício o que prejudica a noção de espaço museológico.
O museu mostra ao públicou fragmentos da sociedade arouquense de outrora mas esqueceu-se de não se esquecer o mercado.
Como edifício reinaugurado, não se deveria ter anulado os propósitos do que lhe antecedeu. Uma lembrança justificava-se. Contudo, é sempre bom quando se acrescenta algo de novo do ponto de vista cultural.