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Sábado, Maio 10, 2008

Osaka

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

em Estado de Espírito

osaka-skyline.jpgAlguém da cidade de Osaka, no Japão, veio visitar o PPP. O que terá visto por cá, deixou-o de olhos em bico?

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Oftalmologia

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

em País

Nada me incomoda que os médicos queiram ganhar o mais possível desde que não se esqueçam de que como todos os cidadãos deste país têm o dever de lhe dar algo em troca do muito que receberam. O estado deu-lhes a formação, assegurou-lhes emprego certo, proporcionou-lhes a especialidade e a experiência, construiu-lhes hospitais bem equipados, até lhes deu condições para poderem trabalhar no sector privado ao mesmo tempo que podem continuar nos hospitais públicos que lhe proporciona acesso a formação contínua e contacto com novas tecnologias. Em troca estes médicos não dão nada, fazem o mínimo possível nos hospitais públicos para que engrosse as filas nos seus consultórios onde cobram como proxenetas.

daqui: http://jumento.blogspot.com/2008/05/mdicos-oportunistas.html#links

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Fotografias fantásticas

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

em Estado de Espírito

 photos-33.jpg

mais fotos aqui

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Um excelente post de Pacheco Pereira sobre o desemprego

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

em País

O desemprego é devastador para todos, mas é-o mais para estas mulheres jovens e de meia-idade. Não é apenas a sua condição económica, a sua condição de vida que é afectada, é também a sua autonomia como mulheres, a sua capacidade de terem no salário e no emprego uma vida e uma dignidade próprias como mulheres, num mundo em que esta afirmação ainda é crucial. Recebida a notificação do desemprego, passado o período da agitação, as notícias e contranotícias de que pode haver um plano de integração na fábrica ao lado, ou a cinquenta quilómetros dali, que pode haver um supermercado que as aceite prioritariamente, que a câmara vai cuidar delas, que os sindicatos vão obter uma melhor indemnização, etc., etc., chega uma altura em que acabou. Acabou mesmo, está desempregada.

Nesse momento, em que o dinheiro que se levava para casa começa a faltar, a mulher começa a fazer contas e a cortar nas despesas. E não corta no pão, no infantário, na luz, na casa, no telemóvel – há-de vir a cortar – corta nas suas despesas, nas despesas consigo. Vai menos vezes ao cabeleireiro, arranja-se menos, compra menos roupa, tudo coisas que parecem fúteis para quem tem tudo, mas que representam um caminho para uma menor auto-estima, um desleixo que pode vir a crescer com os anos, se passar definitivamente de operária a dona de casa. É um caminho invisível, um passo atrás em que ninguém repara a não ser as próprias.

o texto integral aqui

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Estamos a precisar do “Dia do Empresário”

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

em Com a devida vénia

Ser empresário é um acto de filantropia. Os empresários criam valor para os seus semelhantes, criam oportunidades de trabalho e de desenvolvimento pessoal e portanto contribuem, de forma muito significativa, para aliviar todos os males da humanidade que o fariseu tenta resolver com a esmola à saída da missa dominical.
Ser empresário é um acto de heroísmo, um serviço ao colectivo, em face de riscos aparentemente inultrapassáveis. Nos primeiros cinco anos de vida, 90% das empresas vão à falência e, das que sobram, nos cinco anos seguintes, vão à falência mais 90%. Como dizia um “big spender” que passou pelo governo há uns anos, é só fazer as contas: Só 1% das empresas têm sucesso aos 10 anos. E quantas sobrevivem mais de 50? Nem vale a pena responder!
Ser empresário é prestar um serviço público. Os empresários não comem mais hambúrgueres do que nós, parafraseando o Bill Gates, a riqueza que criam serve apenas para gerar mais riqueza. Ou porque é investida ou porque é poupada, permitindo que outros usufruam desse capital. Os liberais pensam que a riqueza gerada pelas empresas dá mais rendimento nas mãos dos empresários, os socialistas defendem que é mais útil nas mãos dos políticos que controlam o aparelho de Estado.

daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/05/filantropia.html

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Produtividade… o exemplo dos deputados

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

em País

O líder da bancada do PS, Alberto Martins, foi ontem à reunião do grupo parlamentar socialista pedir maior assiduidade aos deputados nas reuniões do plenário. O dirigente da maioria referiu que o trabalho político nos gabinetes não pode ser usado como justificação para a ausência dos debates parlamentares.

Um alerta feito um dia depois da discussão na Assembleia da República das propostas de lei de segurança interna e organização criminal – um debate onde chegaram estar apenas 25 deputados da maioria socialista e cinco do PSD. Os sociais-democratas foram, aliás, apontados na reunião de ontem como um exemplo que o PS não deve seguir. (aqui)

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