PORTUGAL EMPREENDEDOR

por Pedro Sousa em 11 de Agosto de 2010

em País

O relatório Barómetro Empresarial do primeiro semestre de 2010 traz alguns dados curiosos.

O número de empresas constituídas relativamente a 2009 aumentou 3,1%, sendo o mês de Janeiro (quer em 2009 quer em 2010) o que mais empresas viu constituídas.

O distrito de Aveiro foi o 5º a nível nacional na criação de empresas.  Foram criadas nos primeiros 6 meses deste ano 16,892 empresas, das quais 992 neste distrito.

As dissoluções naturais de empresas reduziu 6,1%, tendo sido dissolvidas 5.652 empresas. O distrito de Aveiro foi o 3º a este nível com 382 dissoluções.

No que se refere às insolvências foram cerca de 1,989 empresas, o que representa um crescimento de 10,1% relativamente ao 1º semestre de 2009.

Em resumo no que se refere ao primeiro semestre de 2010:

- 1.989 processos de insolvência iniciados;
- 5.652 empresas disolvidas
- 16.892 sociedades constituídas;

Muito boa sorte a todos os novos empreendedores!

{ 4 comentários… lê abaixo ouadiciona }

1 joaquim toscano 14 de Agosto de 2010 às 0:19

Deixa vir o final da Silly Season
E vais ver como elas mordem…
Depois dedica-te a martelar números…

Responder

2 Pedro Sousa 14 de Agosto de 2010 às 19:44

Eu não estou a martelar nada. Esses dados são factuais, não faço (ainda) interpretações.

Responder

3 Jorge Amorim 18 de Agosto de 2010 às 1:27

Pois…
Estes números são reveladores de muita coisa.
Vários exemplos (para além do “empreendedorismo”):
-muito provavelmente, empreendedores mas maus gestores;
-Falta de cooperativismo;
-Dessas sociedades todas criadas, existem planos de empresas e estudos de mercado que garantam a sustentabilidade de, pelo menos, médio prazo?
-Das dissoluções e insolvências… quantos anos ou meses tinham as empresas?

A questão que muitas vezes me coloco quando leio este tipo de números é se eles serão efectivamente resultado de uma dinâmica de mercado e verdadeiro (e sustentado) empreendedorismo, ou apenas um salto em frente mal pensado, nada pensado ou mesmo simplesmente facilitado por quem governa e por quem assim decide “fazer-se à vida”.

A eficiência em muitas actividades (agricultura por exemplo) resulta apenas se pensada em escala e não apenas nas batatas para a sopa do dia. Enquanto as pessoas não se entenderem e quiserem entender, cada um prega o seu botão, mas a camisa nunca se fecha, pois os de baixo estão sempre a abrir.

Jorge Amorim

Responder

4 joaquimtoscano 18 de Agosto de 2010 às 22:28

Calma
Está muita malta distrída…
a olhar para o céu (que não estrelado mas poluído…
porque cada vez mais está tudo…isso!)
e eu quando fôr grande quero ser…mais que bom
Bombeiro….
Político Profissional,não…
isso faz-me uma azia… do caraças.

Responder

Anterior:

Seguinte: