por Pedro Sousa em 13 de Julho de 2010
em País
por Pedro Sousa em 11 de Julho de 2010
em Arouca
Porque julgo ser já do domínio publico, transcrevo parte da informação recebida através do Engº Artur Neves, Presidente da Câmara de Arouca, que foi enviada aos elementos incluidos no Conselho Municipal Para a Construção da Variante (orgão consituido informalmente):
Tal como tenho publicamente transmitido à comunicação social, mas também à Câmara e à Assembleia, o Governo tomou já a decisão politica relativa aos 13 Kms que nos faltam para chegar até à futura A32; ao ter decidido adiar “sine die” a Concessão Vouga onde a nossa Variante se inseria, e sem prejuízo de a vir a lançar no futuro, foi-me reafirmado pelo Primeiro-Ministro, Ministro das Obras Públicas e Sec. de Estado das Obras Publicas a solução técnica e financeira para resolver de imediato os 13 Kms que constituem urgência para Arouca. Tenho conhecimento de todo o “dossier”, que está em processo de desenvolvimento processual, prevendo-se que o mesmo fique concluído, se tudo correr como é esperado, até 15 de Setembro próximo.
por Pedro Sousa em 11 de Julho de 2010
em País
Quando colocou as mãos a umas supostas escutas foi um ver se te avias a publicar edições especiais e a fugir para fazer de conta que não conheciam providências cautelares… foi uma sem vergonhice pegada e, viu-se mais tarde, ilegal.
Curiosamente, o mesmo jornal apelidado de vigarista, desonesto, aldrabão e excrável por Carlos Queirós, decidiu “não divulgar o respectivo registo audio“.
Que enorme palhaçada se tornou este jornal… aceitam-se apostas quanto ao período a decorrer até ao seu encerramento ou mudança de director.
por Pedro Sousa em 4 de Julho de 2010
em País
Este tema é terreno fértil para todas as demagogias e não é um tema fácil de debater. São muitos os envolvidos e muitos os impactos.
No entanto, na minha óptica tudo se resume, numa fase inicial, a centrar a questão. Para quem existe a escola? Em primeiro para os alunos.
E sendo assim, todas as decisões que tendem para melhorar as condições físicas e de aprendizagem são importantes, sendo que é nesse capitulo que se insere o encerramento de escolas com poucos alunos. Estamos a falar de menos de 5 alunos por ano.
E nesta primeira análise, parece-me, mesmo enquanto pai, que uma criança não deve estar numa escola sem alunos e, em consequência também, sem as melhores condições pedagógicas.
Obviamente, este é um drama para o interior e localidades menores. No entanto, a existência da escola não tem travado a desertificação, pelo que o seu encerramento não deverá, nesse capítulo, ter grande impacto.
Antes das escolas, há que criar empregos e condições para as pessoas poderem comprar casas a preços acessíveis. Há que conquistar as pessoas para que elas vejam a vantagem da qualidade de vida nesses locais. Se as pessoas verificarem essas condições, não se importarão de andar 6 ou 10 Km (apx o que eu faço) para deixar os filhos na escola.
por Pedro Sousa em 4 de Julho de 2010
em País
A anterior ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, publicou um livro sobre as virtudes da escola pública.
Com toda a legitimidade o faz. Ninguém como ela à frente do Ministério da Educação contribuiu mais para dar sentido ao ensino público, reordenando a rede escolar, melhorando as condições físicas e tecnológicas das escolas do ensino básico e secundário, alargando o horário do ensino básico, combatendo o abandono e o insucesso escolar, reforçando a acção social escolar, introduzindo a avaliação das escolas e dos professores, conferindo mais autonomia e responsabilidade às escolas, universalizando o ensino pré-escolar e o ensino secundário, apostando no ensino profissional.
Enfrentando com coragem e determinação todas as resistências corporativas e oposições políticas, Maria de Lurdes Rodrigues foi simplesmente a melhor dos ministros da Educação desde o 25 de Abril
Vital Moreira
por Pedro Sousa em 2 de Julho de 2010
em Arouca
Sabores inconfundíveis. Produtos saudáveis. Fruto da nossa terra e do trabalho das nossas gentes, os produtos do campo são semeados, tratados e colhidos de forma tradicional, protegendo o espaço rural, mantendo a paisagem verdejante, proporcionando uma variedade de produtos, mantendo a tradição do que é genuinamente nosso. A partir do mês de Julho, a vila de Arouca acolhe, quinzenalmente, nos primeiros e terceiros domingos do mês, ao longo de todo o ano, o «Domingo do Agricultor». Participe.
Os «Domingos do Agricultor» serão uma oportunidade para que qualquer arouquense com excedentes de produção agrícola tenha oportunidade de escoar os seus produtos, numa organização da Câmara Municipal e da Cooperativa Agrícola. A vila de Arouca acolhe, quinzenalmente, nos primeiros e terceiros domingos do mês, ao longo de todo o ano, o «Domingo do Agricultor».
Aproveite a oportunidade. Venha conhecer o «Domingo do Agricultor», dia 4 de Julho, a partir das 10:00, na Praça Brandão de Vasconcelos.
por Pedro Sousa em 1 de Julho de 2010
em Arouca
O Governo apresentou ontem, 30 de Junho, uma proposta que visava a isenção de 46 municípios situados na área de acção das auto-estradas que estão em processo de avaliação para introdução de portagens.
Referiu o Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas que o critério será o Índice de Poder de Compra Concelhio (IPCC). Ou seja, os municípios que tenham um IPCC inferior a 100 beneficiarão desta isenção, segundo a proposta.
Analisada a lista de municípios isentos, verificamos que apenas um município do Entre Douro e Vouga beneficiará da isenção: Santa Maria da Feira. |
O Município de Arouca sente, assim, mais uma vez, o peso da interioridade e da ausência de um acesso rodoviário condigno, seja ele portajado ou isento, vendo-se, com esta medida injusta, ainda mais limitado e onerado nas deslocações efectuadas pelos seus munícipes.
A título de exemplo, um arouquense que deseje deslocar-se ao Porto por um acesso minimamente condigno, terá de fazer um percurso sinuoso até Santa Maria da Feira, pagando os custos de portagem daí em diante, ao passo que aqueles que têm a auto-estrada «à porta» estão isentos de pagamento.
Neste sentido, o Município de Arouca reclama do Governo um outro critério de isenção, que possa ser mais justo para os arouquenses, que já sentem suficientemente o peso da interioridade e vêem, neste momento, oneradas as suas já difíceis deslocações, cremos nós de uma forma injusta e com base num critério desajustado.
por Pedro Sousa em 30 de Junho de 2010
em País
Não vejo nenhuma razão para a proposta de isenção de portagens nas actuais SCUT para os municípios com rendimento per capita abaixo da média nacional.
Primeiro, quem utiliza as autoestradas não é a população em geral, mas sim os donos de veículos motorizados. Os proprietários de BMW residentes em municípios pobres não merecem tratamentodiferente dos residentes em municípios ricos. Segundo, por essa mesma razão deveriam ser isentos também os municípios pobres atravessados por todas as autoestradas e não somente os atravessados pelas SCUT. Não há nenhuma razão para discriminar, por exemplo, contra os municípios alentejanos pobres atravessados pelas duas auto-estradas dessa região…
por Pedro Sousa em 29 de Junho de 2010
em Arouca
A Assembleia Municipal de Arouca aprovou ontem por unanimidade um voto de louvor pelo fantástico desempenho do Futebol Clube de Arouca
Irónico é o facto dessa proposta ter sido apresentada por um partido que optou por não estar presente na homenagem que a Câmara de Arouca prestou a todos os jogadores e equipa técnica e dirigente nos Paços do Concelho.
Fica feio usar o Arouca para fazer política