Quando Santana Lopes abandonou o estúdio da SIC Notícias, depois de ter sido interrompido por uma reportagem sobre a chegada do Mourinho ao aeroporto, o País ficou estupefacto: não é frequente que Santana Lopes saia da frente das câmaras por sua livre iniciativa. Costuma ser preciso obrigá-lo.
Ricardo Araújo Pereira na Visão.
por Pedro Sousa em 3 de Outubro de 2007
em País
Com a mania que há de falar mal dos Hospitais públicos, decidi vir aqui dizer que necessitei de utilizar os serviços do Pedro Hispano (Matosinhos) e fiquei agradavelmente surpreendido.
As duas criticas que faço – antes de ir aos pontos positivos – são: o tempo de marcação de consulta. Foi pedida pelo Centro de Saúde em Junho e foi marcada para 25 de Setembro e 03 de Outubro. Além disso, tinha consulta às 16.30h, fui atendido às 17.30h.
Mas prefiro relevar o positivo. Aqui vai:
a) Por motivos profissionais, tentei adiar, por telefone, os exames de dia 25. Depois da chamada (talvez 30 minutos depois) o Hospital ligou-me a dizer que remarcar ia demorar muito, mas que se eu quisesse podia levar a máquina para casa e fazer o teste em casa, desde que a devolvesse no dia seguinte. Assim, foi. Graças à pro-actividade do Hospital (que não tinha essa obrigação, pois fui eu que pedi o adiamento), não tive de esperar mais 5 meses.
b) Na consulta de dia 3, fui atendido pela Dra. Ana Paula Simão* que fez 3 coisas muito pouco comum nos médicos portugueses:
- veio receber à porta do gabinete;
- estendeu-me a mão para me cumprimentar;
- deu-me uma explicação detalhada, olhando-me nos olhos e não para os papéis e/ou computador
c) Instalações do melhor, limpas. Pessoal do secretariado extremamente simpático.
Porque acho que não é só falar mal, decidi deixar o testemunho!
*ponho o nome da médica porque não sei se o profissionalismo por ela demonstrado, é geral ao hospital ou especificamente da pessoa.
O HINO COM VISÍVEL ORGULHO.
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OBRIGADO, "Lobos" pelos longos minutos de pele de galinha!!
Qualquer comparação entre o debate actualmente em curso no PSD e o ocorrido no PS, entre João Soares, Alegre e Sócrates, é letal para os social-democratas. A corrida interna no PS também atravessou o calor e nem por isso esmoreceu. Vimos debates, lemos artigos, ouvimos históricos e notáveis que não deixaram de se envolver; pressentimos que estava em causa uma discussão definidora. No PSD no pasa nada.
Esta situação revela o calculismo dos Reiters do partido. Não se querendo colar excessivamente a Marques Mendes, morto à chegada, temem ficar com um pêlo que seja de Meneses nos seus casacos aristocráticos. Tanto quanto um simples espectador pode compreender, isto passa-se porque o PSD há muito que não luta pelo país: Cavaco ganhou sozinho, Barroso recebeu o pântano de Guterres e Santana sentou-se ao lado de uma cadeira vazia.
daqui: http://marsalgado.blogspot.com/2007/09/apatia-qualquer-comparao-entre-o-debate.html
Do jornal Expresso deste fim de semana, retive 2 artigos.
O primeiro diz “Inquérito que não vai dar em nada”. Isto é, ainda antes do inquérito decorrer, já sabemos que ele não vai dar em nada. A SOMAGUE pagou uns largos milhares de Euros a uma empresa que fez um servicinho ao PSD, já houve quem assumisse a “culpa política”, mas ninguém acredita que seja possível provar o que quer que seja. O crime compensa???
O segundo diz “3,9% de probabilidades de encontrar emprego das mais baixas da OCDE”. Cito partes:
Só 3,9% dos desempregados portugueses conseguem encontrar emprego mensalmente. Nos primeiros trinta dias após ficarem sem trabalho, a percentagem é de 7,1% mas diminui quase 1,5 pontos por cada mês que passa.
[...]
[estudo] coloca Portugal como o terceiro país da OCDE onde é mais difícil sair do desemprego.
[...]
O mercado mais flexível é o norte-americano onde, todos os meses, mais de metade dos desempregados conseguem voltar a trabalhar (56,3%). No primeiro mês são cerca de três quartos a fazê-lo.
Olivier Blanchard, professor de Economia no MIT e actual conselheiro do Presidente francês, justifica esta situação com a elevada protecção do emprego em Portugal.
[...]

Muito se tem falado sobre a necessidade de criar maior flexibilidade no mercado de trabalho português, que continua agarrado a um modelo ultrapassado. Concordo com o que disse Carlos Tavares (ex-ministro PSD) “Precisamos de deixar de proteger o emprego e passar a proteger a pessoa”.
Interessante, não?
por Pedro Sousa em 31 de Agosto de 2007
em País
PARLAMENTOS. Dirk Sterckx e Bart Staes são dois deputados que requereram esclarecimentos sobre o donativo da Somague ao PSD. Se o leitor está confuso, não se preocupe: aqueles deputados pertencem ao parlamento, sim, mas ao europeu (liberais e verdes, respectivamente). E foi nessa condição que questionaram Durão Barroso sobre este assunto. Aliás, faz todo o sentido que seja o PE a discutir uma questão que diz respeito a Portugal, quando Durão Barroso não exercia qualquer cargo na UE e que por isso deveria ser obviamente investigada na Assembleia da República. Mas o parlamento português, como se sabe, evita coisas delicadas para o orgulho nacional. Deve ser isto o federalismo.
daqui: http://kontratempos.blogspot.com/2007/08/parlamentos.html
Há que convir que o silêncio dos partidos políticos sobre esta questão – que tanto poderia ser politicamente explorada - levanta inúmeras suspeitas.
À excepção do Bloco de Esquerda (mas também quem é que quer patrocinar o BE), os restantes partidos têm-se envolvido num jogo de silêncios que parece indiciar que ninguém quer mexer na mer**. É que se começam a mexer…
A maneira como os deputados dos outros partidos se têm tornado invisíveis neste caso, faz-me interrogar se não receberam todos uma daquelas mantas do Harry Potter. Será? Esperemos pela reentré!
[...]
Mais uma vez (começa a ser frequente) conta a anedota do compadre que foi ao bordel, quando estava com duas profissionais do ramo entrou-lhe uma rusga pela porta dentro, a primeira menina identificou-se como sendo cabeleireira, a segunda como manicura, aí o nosso compadre exclamou”querem ver que a p* sou eu?”.
[...]
daqui
http://jumento.blogspot.com/2007/08/umas-no-cravo-e-outras-tantas-na_30.html
Realmente temos de reconhecer que é extraordinário a lata que a classe política ganhou em Portugal (mesmo os exportados). Torna-se natural dizer que não sabia, não li, não foi comigo, foi o meu assessor que fez o blog. Um destes dias, encontrar um político honesto em Portugal, vai ser mais difícil que encontrar o Wally!!
por Pedro Sousa em 29 de Agosto de 2007
em País
[...]Eu decidi que iria utilizar a violência, embora uma forma de violência proporcional ao abuso – a violência verbal. E passei essa noite a escrever um artigo sobre o assunto que iria fazer publicar num jornal onde habitualmente colaboro. Na manhã seguinte, enviei o artigo por e-mail ao director do departamento do Estado que cometia o abuso sobre mim, com a indicação: “Este artigo será publicado no jornal tal e tal na próxima sexta-feira.
Continua… ver o restante aqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2007/08/converso.html
Nélson Évora campeão do mundo do triplo salto com novo recorde nacional
