Não acham que, neste festejo, falta o Pedro Proença??
imagem do JN
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo da categoria:
Autoridades dizem que médico é ameaça
A Polícia Judiciária (PJ) aconselhou a Ordem dos Médicos e o Ministério Público a ordenarem a dispensa e o internamento compulsivo de um médico de clínica geral, que, ainda assim, continua a exercer a sua actividade no Centro de Saúde de Alverca do Ribatejo (Vila Franca de Xira). Uma brigada da secção de homicídios da PJ, chamada para investigar uma agressão atribuída ao clínico, considerou que o comportamento representa um perigo contínuo para a ordem e saúde públicas, após concluído o inquérito solicitado pelos responsáveis do Ministério Público (MP) de Vila Franca de Xira.
O médico é suspeito num caso de tentativa de homicídio e ameaças à população na urbanização onde vive, na Quinta da Maranhota, Vialonga (Vila Franca de Xira), encontrando-se há mais de um ano proibido de contactar com os queixosos e com termo de identidade e residência. Ainda assim – averiguou o JN – o médico, viúvo e que vive com um filho e uma companheira, não se coíbe de continuar a injuriar e ameaçar de morte vizinhos, familiares e colegas de trabalho. [...]
[...] Fonte da Ordem dos Médicos (OM) garantiu existirem algumas queixas de utentes do Centro de Saúde de Alverca contra o comportamento do clínico, que permanecem em fase de inquérito. “Pelo menos duas acusações constam no processo desse profissional. Mas não quer dizer que não possam existir mais contra ele”, adiantou aquela fonte. O primeiro inquérito aberto naquela entidade, com base em denúncias, remonta a 2006. Todavia, o JN sabe que ainda não foi concluído qualquer dos inquéritos.
[...] Apesar de uma longa denúncia subscrita por 35 agregados familiares da zona e entregue aos dois delegados de Saúde de Vila Franca de Xira, há três anos, onde exigiam que o médico fosse submetido a exames psicológicos, o Ministério Público só encetou a investigação após o suspeito ter alegadamente tentado matar um vizinho com um machado, quando soube que este era um dos seus subscritores. Mais recentemente, a Polícia Judiciária conseguiu reaver um fio de ouro que o médico arrancou do pescoço de um vizinho e que se recusava a entregar às autoridades.
[...]Denunciar o comportamento agressivo do médico revelou-se perigoso para os moradores do Lote 40 (onde mora o médico e a maior parte dos subscritores do abaixo-assinado) e dos prédios vizinhos. Após a entrega do documento, em Outubro de 2004, quase todos os moradores viram as suas vidas ameaçadas ou denegridas pelo clínico. João Tremoço e a mulher, Olinda Cadete, foram os primeiros a assinar o documento. De um momento para o outro, o casal – que já conhecia o médico, porque os filhos de ambos frequentaram a mesma escola – viu a sua vida a transformar-se num tormento. Até ao dia em que o médico, questionado por João Tremoço quanto à sua conduta pública, decidiu atingir com um machado o vizinho. “Estávamos cansados de que espalhasse bilhetes com ameaças. Nesse dia, como em quase todos, ele estava a ameaçar de morte a mulher dele. Desci as escadas e, ainda não tinha sequer tocado à campainha, virei-me para dizer à minha mulher para não descer. Foi quando ele abriu a porta e me atingiu com um machado na cabeça”, relembra João Tremoço, desenhador de profissão. “Quando dei por mim estava cheio de sangue com a lâmina na cabeça, que agarrei enquanto ele se enfiou em casa”, acrescenta a vítima. João foi suturado com 16 pontos no Hospital Reynaldo dos Santos, onde a PSP encaminhou de imediato o incidente para o Tribunal de Vila Franca de Xira.
daqui: http://jn.sapo.pt/2007/08/27/policia_e_tribunais/autoridades_dizem_medic_ameaca.html
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“O Sporting perdeu no Dragão por 1-0, na segunda jornada da Bwin Liga. O clássico no Porto foi decidido num pormenor, após um livre indirecto na área dos “leões” que deu o golo a Raul Meireles.
Da errada apreciação do árbitro Pedro Proença, entendendo o corte de Polga sobre Postiga como um atraso deliberado para o guarda-redes do Sporting, resultou o golo do FC Porto”
daqui http://www.sporting.pt/Info/Futebol/Noticias/noticiasfutebol_futfcpscpcro_260807_36963.asp
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Viatura usada no atentado da ETA foi levantada no Porto
in Publico 24/08/2007 – 13.46h
Carro usado no atentado foi alugado em Lisboa
in DiárioDigital 24/08/2007 – 14.18h
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Este caso que veio agora a público, não sei porquê, lembrou-me uma velha piada:
” A NASA decide escolher um astronauta europeu para a sua nova missão. Foram escolhidos, depois de rigorosos testes, um inglês, um francês e um português.
Chegou a altura de discutir o pagamento. O Inglês pediu 9.000.000 de dólares. A NASA perguntou porquê tanto dinheiro. O Ingês disse que tinha família e 2 filhos e, portanto, era preciso assegurar o futuro. Além disso, a missão era perigosa.
Depois foi o Francês… este pediu 9.000.000 de dólares. Então porquê, perguntou a NASA. Então, 5.000.000 são para mim e para a minha família – tenho 3 filhos - os outros 4.000.000 são para dividir entre mim e a minha amante.
Veio o português e pediu o mesmo… 9.000.000 de dólares. Ah, também tem filhos, perguntou a NASA? Não, nada disso. 3.000.000 são para si, meu amigo, caso me escolha. Outros 3.000.000 são para mim. Os outros 3.000.000 é para arranjar um otário que vá, que a mim não me apanham em Marte!!
Que lindo o pensar português… ganhamos todos, não é????
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[...]Também Marques Mendes opina sobre o assunto [técnicas policiais]: “Uma força de intervenção, que lhe compete exercer a autoridade, não exerceu, que lhe compete defender pessoas e bens e não defendeu. Assistiu impávida e serena ao cometimento de um crime”. Disto sabe Mendes, que terá andado por certo na Academia Militar.
O mais engraçado é que não percebe de outros assuntos. Interrogado no mesmo lugar, na Figueira da Foz, “Marques Mendes escusou-se a comentar o acórdão do Tribunal Constitucional que revela que o PSD terá recebido ilegalmente, em 2002, mais de 233 mil euros em donativos indirectos de uma construtora civil”. Não seria melhor começar por dar uma espreitadela para o interior do seu partido?
in http://corporacoes.blogspot.com/2007/08/afinal-havia-outro.html
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«Estou-me nas tintas para os regulamentos da República Portuguesa», afirmou há dias Alberto João Jardim.
Confesso que AJJ é, para mim, um género de ódio pessoal. Não ódio no verdadeiro sentido da palavra, mas ele é “aquilo” que mais me custa na democracia portuguesa. Jardim é, na minha opinião, a última grande nódoa na nossa democracia.
Pessoa trauliteira, sem tento na língua, com expressões vergonhosas, sem respeito por ninguém nem nenhuma instituição, a quem uns líderes do PSD vão beijar a mão, dado o seu poder.
O que ele diz é rapidamente esquecido… pérolas como chamar-nos cubanos, ou usar o termo filhos da p*** numa conferência de impresa e muito mais. TUdo faz e diz e nada lhe acontece. É um português (infelizmente) do qual tenho vergonha. É alguém que mancha de vergonha a classe política. É alguém que não merece que o Estado lhe pague um princepesco salário. Aliás, dá-me saudade de não existir neste momento a figura da deportação!!!
O homem incomóda-me e não é pouco! Aliás, como qualquer mal-educado que cospe na mão que lhe dá de comer!
Em anexo um excelente texto de Baptista Bastos:
“Alberto João Jardim não é inimputável, não é um jumento que zurra desabrido, não é um matóide inculpável, um oligofrénico, uma asneira em forma de humanóide, um erro hilariante da natureza.
Alberto João Jardim é um infame sem remissão, e o poder absoluto de que dispõe faz com que proceda como um canalha, a merecer adequado correctivo.
Em tempos, já assim alguém o fez. Recordemos. Nos finais da década de 70, invectivando contra o Conselho da Revolução, Jardim proclamou: «Os militares já não são o que eram. Os militares efeminaram-se». O comandante do Regimento de Infantaria da Madeira, coronel Lacerda, envergou a farda número um, e pediu audiência ao presidente da Região Autónoma da Madeira. Logo-assim, Lacerda aproximou-se dele e pespegou-lhe um par de estalos na cara. Lamuriou-se, o homenzinho, ao Conselho da Revolução. Vasco Lourenço mandou arrecadar a queixa com um seco: «Arquive-se na casa de banho».
A objurgatória contra chineses e indianos corresponde aos parâmetros ideológicos dos fascistas. E um fascista acondiciona o estofo de um canalha. Não há que sair das definições. Perante os factos, as tímidas rebatidas ao que ele disse pertencem aos domínios das amenidades. Jardim tem insultado Presidentes da República, primeiros-ministros, representantes da República na ilha, ministros e outros altos dignitários da nação. Ninguém lhe aplica o Código Penal e os processos decorrentes de, amiúde, ele tripudiar sobre a Constituição. Os barões do PSD babam-se, os do PS balbuciam frivolidades, os do CDS estremecem, o PCP não utiliza os meios legais, disponentes em assuntos deste jaez e estilo. Desculpam-no com a frioleira de que não está sóbrio. Nunca está sóbrio?
O espantoso de isto tudo é que muitos daqueles pelo Jardim periodicamente insultados, injuriados e caluniados apertam-lhe a mão, por exemplo, nas reuniões do Conselho de Estado. Temem-no, esta é a verdade. De contrário, o que ele tem dito, feito e cometido não ficaria sem a punição que a natureza sórdida dos factos exige. Velada ou declaradamente, costuma ameaçar com a secessão da ilha. Vicente Jorge Silva já o escreveu: que se faça um referendo, ver-se-á quem perde.
A vergonha que nos atinge não o envolve porque o homenzinho é o que é: um despudorado, um sem-vergonha da pior espécie. A cobardia do silêncio cúmplice atingiu níveis inimagináveis. Não pertenço a esse grupo.”
http://vejambem.blogspot.com/2007/08/alberto-joo-jardim-um-fascista-grotesco.html
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Não resisto a postar sobre o que se passa na Madeira, depois da presença de Marques Mendes da festa do Chão da Lagoa.
Marques Mendes só pode estar desesperado e andar atrás do 30% de militantes PSD da Madeira que têm as quotas em dia, e portanto, vão poder votar nas directas. Mas, nem a vontade de manter a liderança do partido, devia levá-lo a descer tão baixo, ao acompanhar em público alguém que já insultou todos os habitantes do continente por diversas vezes e que, entre muitas pérolas, chamou filhos da **** aos jornalistas. A não ser que o termo “filho da ****” tenha passado a ser corriqueiro, tantos foram os defensores do professor Charrua. Como sugeria um blog, o que diria o prof. Charrua se os alunos o passassem a tratar por filho da ****? Diria que é um direito que lhes assiste?
Mas, voltando à Madeira… a subserviência de Mendes perante tal personagem, demonstra bem a fraqueza da sua liderança. Ao lado de Alberto João ouviu este dizer que o primeiro-ministro “põe em causa a unidade nacional”, conseguindo não se rir, mas dando cobertura a esse devaneio.
Mendes foi dar cobertura a alguém que não quer aplicar as leis da República, provavelmente porque acha que esta foi feita por cubanos, e nada disse. Marques Mendes sugeriu a Sócrates que respeite a autonomia, mas nada disse a Alberto João quanto a respeitar o país e as suas instituições.
O blog o Jumento (sim, eu sei que o cito muitas vezes, mas é porque merece) resume (e eu resumo o resumo):
«A relação entre o líder do PSD e o líder do PSD-Madeira evidencia bem a cobardia política de Marques Mendes. O Alberto João pode dizer os disparates que entender, ofender quem quer, esticar a corda da chantagem independentista, denegrir as instituições da República, de Marques Mendes não se ouve a mais pequena reprovação, a regra é o silêncio cobarde. [...]
[...] Para Marques Mendes o interesse do país ou o respeito pela legalidades é bem menos importante que o apoio que o Alberto lhe dá para se manter na liderança do PSD. [...]
[...]Marques Mendes esqueceu que antes de o Alberto vir com a desculpa do dinheiro para não aplicar a lei do aborto já tinha dito que essa lei nunca seria aplicada na Madeira. Sabe que esse argumento só surgiu quando Cavaco teve a coragem de tomar posição, defendendo que a questão deveria ser resolvida nos tribunais.
Marques Mendes defende que sempre que surgir um novo tratamento, uma nova cirurgia ou um novo medicamento o governo regional se recuse a atender os doentes enquanto o Governo não lhe mandar mais dinheiro? [...]
[...]Não é apenas a Madeira que vai ter que afectar recursos financeiros, isso também sucederá no continente e nos Açores e não me recordo de ter visto Marques Mendes preocupado com isso. [...]
[...]Alguém que sujeita a sua posição política ao proxenetismo financeiro de Alberto João não tem condições para liderar um partido nacional e muito menos ser candidato a primeiro-ministro.[...]»
o artigo na totalidade em: http://jumento.blogspot.com/2007/07/marques-mendes-no-os-tem.html#links
É esta a oposição no meu país? Cada vez mais desejo vida longa a José Sócrates.
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Na cruzada da imprensa a tentar ajudar a oposição a propagar a ideia do autoritarismo, esqueceram-se de enfatizar – da mesma forma - a importante alteração ao regime da Assembleia da República e que vai trazer mais importancia aos partidos que não estão no poder.
Da autoria do deputado do PS, António José Seguro, no novo regime destaca-se:
a) um deputado da Assembleia da República passa a ter o direito de ver os seus projectos de lei debatidos e votados, o que não acontece agora;
b) os requerimentos dos deputados dirigidos ao Governo passam a ser respondidos obrigatoriamente ao fim de 30 dias
c) A partir de Setembro, os ministros passam a ir quatro vezes por sessão ao Parlamento, não sendo necessário, para tal, a concordância da maioria
d) passarão, a partir de Setembro, a ser colocados “on-line”, na Internet, os interesses financeiros de cada um dos deputados
e) Todos os grupos parlamentares da oposição passam a dispor de 13 agendamentos potestativos por sessão legislativa para chamar os ministros ao Parlamento.
f) A duplicação dos debates com o primeiro-ministro
Como bem destacou José Sócrates “nunca antes tinha acontecido na democracia portuguesa que um partido com maioria absoluta aprovasse uma reforma do Parlamento que dará mais condições à oposição”
Uma verdadeira deriva autoritária ocorre na Madeira, onde à oposição é quase vedada a possibilidade de falar, onde um dirigente político olha para um território como a sua quinta, com um “olhar para o lado” cobarde do partido a que pertence.
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Tal como Newton teve uma excelente ideia quando levou com uma maça na tola, eu tive uma ideia genial enquanto deslizava uma fresquinha garganta abaixo a ver os corpos que se passeiam na praia.
Está visto que dois problemas que temos hoje na sociedade são (entre muitos) o envelhecimento da população e o desejo das pessoas se reformarem mais cedo.
Ora, a minha ideia é: a idade da reforma devia também estar indexada ao número de filhos!
Assim, a reforma manter-se-ìa aos 65 anos para quem não tivesse filhos ou só um filho. Mas quem tivesse 2, poderia reformar-se mais cedo, por exemplo aos 62. E quem tivesse 3 filhos podia reformar-se aos 59. Quem tivesse 4 ou mais filhos poderia reformar-se aos 55.
Isto resolveria dois problemas:
a) Incentiva a natalidade. Por exemplo, eu tenho dois filhos. Se estivesse a pensar se tinha ou não o terceiro, saber que me reformaria 6 anos mais cedo seria grande incentivo à natalidade. Não é com certeza com o abono de familia que me incentivam!
b) Garante que, quem se reforma mais cedo, tem quem o substitua nas contribuições, procurando assim que para cada saída, houvesse, pelo menos, uma entrada no sistema.
Existem muitas mais vantagens, mas estas parecem-me as mais evidentes. Aviso que já registei a patente da ideia.
Claro que agora falta a lenga-lenga legal e a regulamentação e a constitucionalidade, etc,etc, mas se alguém poder fazer chegar esta ideia ao Governo e ao Presidente da República, façam favor. Eu cobro barato para ser o presidente da comissão que vai elaborar esta nova reforma.
Agora paro por aqui, que vai ali um bikini de uma cor que me agrada sobremaneira!!!
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