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Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que envolve Cidadãos Comuns, Governos e Empresas numa acção conjunta que pretende sensibilizar os menos atentos para os efeitos nefastos do aquecimento global.
Até ao momento, mais de 900 cidades em 80 países já se comprometeram a apagar as luzes dos seus edifícios mais emblemáticos.
Às 20h30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento
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No jornal das 21h a SIC-N adiantou uma notícia segundo a qual Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal teria negado a condição de PIN para dois parques temáticos a instalar em Portugal;
Por volta das 23h, Basilio Horta, presidente da Agência em questão, foi entrevistado no mesmo canal a explicar o que efectivamente aconteceu, levando inclusivé cartas trocadas com os eventuais promotores.
Agora, às 00:20h, a SIC-N repete a mesma peça das 21h, como se nada tivesse acontecido entretanto, como se não tivesse existido qualquer esclarecimento nem adiantado qualquer novidade.
Para quê alterar a peça, se assim fica mais barato?
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1 – Defender os consumidores de crédito à habitação
2. Apoiar as famílias atingidas pelo desemprego, na salvaguarda do seu património
Na habitação, as famílias serão auxiliadas com empréstimos para habitação própria e que tenham um dos membros do casal em situação de desemprego há mais de três meses.
Será criada, com as instituições financeiras, uma moratória nas prestações de crédito à habitação. Esta moratória poderá prolongar-se por dois anos e pode ser requerida até ao fim de 2009. Durante este período, as famílias com desempregados beneficiam de uma redução de 50% na prestação da casa. O Estado, através de uma linha de crédito específica, financiará o custo decorrente desta alteração, a uma taxa abaixo da própria Euribor em 0,5%.
3. Apoiar as famílias atingidas pelo desemprego, na acção social escolar
4 .Apoiar os idosos nas despesas com a saúde
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Dois alunos, de 14 e 15 anos, acusam um professor de Educação Física da Escola Básica 2,3 Neves Júnior, de Faro, de agressão. Ambos confirmam o acto violento com hematomas, num ombro e numa anca, que dizem terem sido provocados pelo docente.
Um dos jovens queixou-se a um elemento do programa Escola Segura da PSP, que elaborou uma participação do caso, entregue ao Ministério Público de Faro.
“O meu filho e outro colega estavam a comer pevides de abóbora e deitaram as cascas para o chão do pavilhão onde estava a decorrer uma aula de educação física”, explicou ao CM Cláudia Silva, mãe de um dos alunos. O professor terá exigido que limpassem o chão e até foi buscar uma pá e uma vassoura. “Os miúdos recusaram e o professor ter-se-á descontrolado, agarrou neles com violência, um de cada vez, e colocou-os fora do pavilhão”, afirma. Apesar de reconhecer “a atitude incorrecta dos jovens”, Cláudia quer ver apurado o caso, “pois nada justifica as agressões de um professor a estudantes”.
Francisco Soares, presidente do Conselho Executivo da EB 2,3 Neves Júnior, confirmou ao CM a ocorrência, afirmando “estar a preparar um processo” que lhe permita tomar medidas disciplinares a curto prazo.
“O professor confirmou-me que expulsou os alunos, por estarem a prejudicar uma aula. Face à sua recusa, pegou-lhes no braço para os expulsar, estranhando os hematomas”, disse.
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Nota curiosa…
No processo de recrutamento que estamos a efectuar marquei para hoje 10 entrevistas em seguimento de um anúnico que colocamos. Desses 10 potenciais candidatos, 4 apareceram, 1 cancelou e os outros nem sequer se dignaram aparecer ou avisar.
Curioso…
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“A PSP identificou os intervenientes e vai encaminhar o processo para as entidades competentes”, disse à Lusa fonte policial.
Isto é um caso de polícia e deve ser tratado como tal. Além disso, sugiro uma reunião entre pais, fedelha e Escola onde se recupere o velho pau de marmeleiro!
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No Jornal Discurso Directo desta 6ª feira, um dos cronistas, Pedro Teixeira, lista um conjunto de propostas do PSD. Numa primeira leitura, dá para perceber que todas custam dinheiro, mas em lado nenhum diz onde ir buscá-lo.
Se o PSD pensa assim, porque não ir ainda mais longe?
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