“A PSP identificou os intervenientes e vai encaminhar o processo para as entidades competentes”, disse à Lusa fonte policial.
Isto é um caso de polícia e deve ser tratado como tal. Além disso, sugiro uma reunião entre pais, fedelha e Escola onde se recupere o velho pau de marmeleiro!
{ 6 comentários… lê abaixo ouadiciona }
Um título banal nos dias de hoje: “professora agredida”. Até em Arouca: “porteiro agredido”… É o estado da educação nos últimos anos, que têm dois culpados claros: Governo e Pais. Os professores, indispensáveis no processo educativo, foram e continuam a ser enxovalhados pela Ministra da Educação e pelo Primeiro Ministro, é fácil perceber que toda a classe está contra as medidas deste governo, basta falar com qualquer professor (e não se esqueçam que a excepção confirma a regra). Quanto à suposta associação que representa os pais, aquela em que o seu presidente está sempre a falar bem das medidas do ME (se não souberem quem é o senhor é só verem as imagens do último congresso do PS em Espinho, onde aparece numa foto a receber entusiasticamente, junto com os seus camaradas militantes, o Sócrates) não tem validade nenhuma. É o circo montado, a habitual propaganda e manipulação e o povo a cair na esparrela. Enfim, restam os que estão de olhos abertos, bem abertos, porque outros há que os têm bem fechados.
Caro Observador: o perfeito anormal a que se refere, vive à custa de supostamente representar os pais. Tem o seu salário, não faz nada e não me admira que tenha uma via alargada até sua propriedade.
Palavreando mais sério, não se pode levar a sério uma pessoa que acredita que as escolas devem estar abertas 12h ou mais.
Mas isso tem fácil resolução: o governo aprova a lei e ao mesmo tempo TODOS os pais ficam responsáveis por um tempo diário na escola a tomar conta dos miúdos. Ou seja, os pais deixavam de trabalhar (sem prejuízos laborais) e ficavam a fazer turnos na escola para garantir que a mesma ficava aberta. Seria uma boa oportunidade para os pais terem o verdadeiro conhecimento do que é uma sala de aula.
E gostava que o senhor deste blog fosse o primeiro a ir para uma sala de aulas. Mas, eu sei, o ensino público é fraco, e os seus filhos (se os tiver ou quando tiver) irão para o ensino privado para evitar certas coisas [conteúdo moderado até explicação].
Caro Filipe,
Quer detalher o último parágrafo?
Ou é mais uma “campanha negra”?
Já agora, os meus filhos irão para o Público, mas isso é irrelevante. A mim custa-me é tê-los em escolas de Gaia, mais do que público ou privado.
O pau de marmeleiro?
Não chego a esse ponto. Eu advogaria o corte do telemovel, da internet, da televisão e da musica.
Depois cortaria em supostas mesadas que ela recebesse.
Depois trancava-a em casa, de castigo. Só saia para ir fazer serviço comunitário, i.e, colaborar na limpeza da escola ou na manutenção do jardim. Isto depois de ter passado uma bela temporada (uns dias) fechada numa cela.
Se calhar fazia mais milagres que o pau de marmeleiro…
Gostava de ouvir o presidente da Associação Nacional de Pais sobre estes casos. Concordando com o Observador, este senhor representa a maior parolice e compadrio que reina no seio desta quinta que é o governo Sócrates.
Pois…
Cortar a semanada? Quem?
Mas não sabem que a aluna é de etnia cigana e que a família recebe um subsídio para a ter na escola?
Devia era terminar o subsídio!