MANUELA FERREIRA LEITE a 15-01-2009
“sendo Governo riscarei imediatamente o TGV”
PROGRAMA DO PSD ONTEM
“procederemos a uma reanálise do projecto“
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MANUELA FERREIRA LEITE a 15-01-2009
“sendo Governo riscarei imediatamente o TGV”
PROGRAMA DO PSD ONTEM
“procederemos a uma reanálise do projecto“
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Inesperadamente, o maior elogio ao trabalho de Sócrates veio de onde e de quem menos se esperava, do PSD e de Manuela Ferreira Leite, como se isso fosse pouco esse eleogio tem como título “programa eleitoral do PSD”. Exceptuando as banalidade habituais de alguma direita portuguesa que ainda anda em busca de referenciais ideológicos, como a “treta” do Estado asfixiante, o programa eleitoral acaba por reconhecer o sucesso das políticas do governo.Se o estado do país fosse aquele que o governo do PS encontrou Manuela Ferreira Leite não poderia fazer propostas de reduções de impostas, mesmo que se saiba que não são para cumprir. Com um défice de 6%, uma economia desorientada e os portugueses entretids a fazerem anedotas sobre Santana em vez de pensarem no país, Ferreira Leite estaria a prometer o reequilíbrio das contas públicas e dizendo com aquele ar de Margaret Teacher da Marmeleira que não haviam condições para reduzir impostos.
Se Ferreira Leite pode dispensar receitas fiscais acabando com o pagamento especial por conta, reduzir impostos e retardar a cobrança do IVA isso só é possível porque as contas públicas estão mais equilibradas do que tem dito e, mais ainda, mais transparentes do que tem insinuado.
Se a Segurança Social estivesse no Estado em que o seu governo a deixou, se em vez de tranquilidade os portugueses estivessem aterrorizados com o risco de falência do sistema como estavam nos tempos em que Ferreira Leite era ministra das Finanças, o PSD nunca poderia falar agora na sua privatização, esse passo não seria viável numa situação de falência técnica do sistema.
Se o sistema de segurança social estivesse quase falido como sucedia no passado recente como poderia agora o programa do PSD prometer a redução da taxa social única?
Estas são as grandes medidas propostas pelo programa do PSD, o resto são banalidades ideológicas ou promessas de circunstância. No essencial o programa do PSD é o maior elogio que Sócrates recebeu desde que tomou posse como primeiro-ministro.
http://www.jumento.blogspot.com/
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Dos últimos quatro primeiros-ministros, ou seja, na última década, o actual primeiro-ministro é o único que termina o seu mandato e se apresenta a novas eleições. Isto diz muito sobre a governabilidade deste país.
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O indicador de clima económico “voltou a aumentar em Agosto, regressando a um nível próximo do que apresentou em Novembro de 2008″, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE), nos Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores.
http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1346824
(posted with iPhone)
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Os candidatos à Câmara Municipal de Arouca do Partido Socialista (PS) iniciaram o conjunto de visitas de trabalho pela freguesia de São Miguel do Mato. Isabel Vasconcelos e Margarida Belém reuniram-se, a 18 de Agosto, com dois dos candidatos do PS à Junta de Freguesia de S. Miguel do Mato, Joaquim Ferreira e Rui Rocha, tendo os mesmos sido os “guias” desta visita.
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Depois de ouvir isto de Manuela Ferreira Leite:
“Eu não quero saber se há escutas ou não, eu não quero saber se há retaliações ou não, o que é grave é que as pessoas acham que há”
Ouvir isto de Paulo Rangel
“A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política”
deve meter-nos medo, muito medo… estes senhores estão dispostos a tudo, MESMO TUDO, para chegar ao poder.
Os socialistas que se preparem…
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Quando MFL entrar nos locais dos comícios, será recebida ao som do “Yesterday”, enquanto imagens da sua juventude na companhia de Cavaco serão exibidas no ecrã.
Quando MFL falar na necessidade de reformas na educação, os presentes não deixarão de recordar o respeito que ela teve pelos professores e pelas escolas e a forma como bloqueou as escolas de formação profissional. Não faltará, também, quem recorde aquele momento glorioso em que meia dúzia de jovens baixou as calças e mostrou os rabos à então ministra da educação, MFL, como reconhecimento pelo grande trabalho que desenvolveu.
Quando falar de políticas de juventude, muitos jovens serão tentados a sacar dos recibos verdes para agradecerem a MFL. A geração dos recibos verdes estar-lhe-á eternamente reconhecida pela criatividade. Nada melhor para um jovem do que não ter direitos. Nem sequer a estar doente, porque nem recebia apoio do Estado, nem o seu salário.
Quando MFL falar da necessidade de apoiar as “piquenas” e médias empresas, milhares de pequenos empresários que viram as suas empresas falir, com a criação do Pagamento Especial por Conta e o aumento da taxa do IVA de 17 para 19%, sonharão com o seu renascimento das cinzas e lembrarão com saudade o tempo em que eram empresários e não recorriam ao subsídio de desemprego.
Quando a líder dos laranjinhas, empolgada, falar no combate ao défice, todos recordarão a forma empenhada como o combateu quando foi ministra das finanças de Durão Barroso. As restrições que aplicou aos portugueses tiveram tanto sucesso que o défice, em tempo de vacas gordas, atingiu quase 7 por cento!
Quando MFL falar da injustiça de que têm sido alvos os funcionários públicos, muitos recordarão com saudade os tempos em que ela congelou os seus salários.
Finalmente, quando MFL aludir à necessidade de devolver credibilidade e transparência à política, todos responderão “Amen” diante de uma fotografia do Preto.
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O que ressalta de mais relevante neste gráfico é que as quebras mais significativas das intenções de voto no PS coincidiram com o lançamento, em alguma imprensa, de casos em o Primeiro-Ministro estaria envolvido. Ressalta igualmente que a forma determinada como o PS atacou a crise despoletada coma a falência do Lehman Brothers valeu-lhe uma subida nas sondagens.
O caso da licenciatura na Universidade Independente foi lançado nas páginas do Público, o jornal de Belmiro de Azevedo, pouco tempo depois da OPA da Sonaecom sobre a PT, ter falhado.
Já o caso Freeport foi desenterrado pela jornalista Felícia Cabrita (a mesma que andou a investigar o caso Casa Pia), do Jornal Sol, do qual é accionista Joaquim Coimbra, militante do PSD e, concomitantemente, accionista do BPN. O caso já havia sido trazido para a campanha de 2005 e tendo motivado uma condenação a 8 meses de prisão ao inspector da PJ José Torrão, por andar a tentar entalar Sócrates no caso.
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