por Pedro Sousa em 10 de Junho de 2010
em Arouca
O Norte reforça a sua posição na Liga de Honra. Arouca e Moreirense garantiram esta quinta-feira a subida ao segundo escalão nacional, enquanto o União da Madeira falhou uma vez mais esse desiderato.
No último jogo do playoff de subida, o Arouca bateu o Moreirense por 2-1. O resultado serviu os intentos dos dois conjuntos, com o Arouca a acabar esta fase com seis pontos e a formação de Moreira de Cónegos com cinco, os mesmos que os insulares.
Arouca e Moreirense vão preencher os lugares deixados em aberto pelo Desp. Chaves e Carregado, despromovidos à II Divisão Nacional.
por Pedro Sousa em 6 de Junho de 2010
em Arouca
O meu caro amigo André Almeida decidiu candidatar-se a líder do PSD Arouca. Presumo que será candidato único, tipo Pinto da Costa no Futebol Clube do Porto, obviamente muuiiiito mais novo
Desejo-lhe boa sorte para as eleições internas e ajudarei – democraticamente – a ter o maior azar possível nas eleições “externas”.
Mas não me deixa de criar alguma estupefacção o lema escolhido. Geralmente uma candidatura tem diversos fundamentos, muitas razões para existir, muitos objectivos para cumprir. Desses todos costuma-se escolher o mais importante para ser o nosso lema, a nossa “punch line”… o André Almeida escolheu UNIR.
Bolas, anda assim um “saco de gatos” o PSD Arouca?
“A teacher affects eternity; he can never tell where his influence stops.” -
Henry Brooks Adams
por Pedro Sousa em 22 de Maio de 2010
em País
- Portugal tem uma excelente reputação na consolidação das finanças públicas, tendo reduzido o défice para 2,8% do PIB num cenário de crescimento reduzido da economia
- Devido a reformas estruturais já realizadas, como as da Segurança Social e da Administração Pública, Portugal não enfrenta os mesmos problemas de outros países da UE em termos de crescimento da dívida pública
- Portugal foi um dos primeiros países a apresentar crescimentos positivos em 2009, logo no segundo trimestre.
- A queda do produto foi muito menos acentuada do que a média da UE
- fomos vítimas de um ataque puramente especulativo, isto é, sem qualquer justificação, porque sem não tem qualquer fundamento nos “economic fundamentals” do país.
- Este ataque deve ser entendido como um ataque aos países periféricos da zona euro e resulta de um efeito de contágio.
- No contexto da UE, Portugal está muito bem classificado em termos de sustentabilidade da dívida pública.
- O aumento do endividamento externo é um resultado natural da adesão ao euro
- Nas exportações, Portugal tem vindo a apostar na diversificação de mercados e de produtos
- Há uma alteração estrutural do mix das exportações portuguesas, com os produtos exportados a serem caracterizados por um maior valor acrescentado
- Portugal está a ajustar-se à competição global; as exportações com maior conteúdo tecnológico têm vindo a crescer
- A política energética seguida por Portugal vai permitir reduzir a dependência energética, reduzindo as importações
Foi o deputado do PSD, Miguel Frasquilho.
por Pedro Sousa em 20 de Maio de 2010
em Arouca
Tem sido notório o incómodo com que o PSD de Arouca recebe a notícia do grande investimento que a Câmara e o Estado está a fazer em construir condições de excelência para os alunos, docentes e funcionários da educação em Arouca. A construção dos pólos escolares e a requalificação de outras escolas, representa um passo importantissimo e que, por isso, merece grande empenhamento da Câmara.
O PSD arouquenses tem dito regularmente que é demasiado empenho da Câmara nesta área, considerando que se gasta em demasia do orçamento neste tema. Curiosamente, não aponta nenhuma escola ou pólo que se devesse parar de construir… fica pela critica fácil sem assumir frontalmente o que devemos parar… que freguesia deve ficar sem pólo escolar. Reavaliar a Carta Educativa, considerando os tempos que vivemos, faz sentido. Por em causa investimento tão importante sem sustentar onde parar, é a critica pela critica.
Ainda sobre a educação, umas notas sobre a construção da ESA de Arouca no blog do Prof. Zeferino Brandão, que se lê sempre com imenso prazer.
por Pedro Sousa em 17 de Maio de 2010
em País
O editorial do Público de hoje é sobre a crise e as consequências ao nível da perda de soberania para a Europa. Como pano de fundo, a “irresponsabilidade” do Governo na gestão das finanças públicas.
Quando o moralismo e a demagogia se juntam, pouco há a fazer — senão lembrar uns números elementares que mostram como a conversa da “irresponsabilidade” não faz nenhum sentido.
Conhecerá o Público o efeito dos estabilizadores automáticos, que aumentam a despesa social em tempos de crise (a protecção social subiu 3,3 mil milhões de euros entre 2008 e 2009)? Conhecerá o efeito da perda de receita pelo abrandamento da actividade económica (que levou a que entrassem menos 4,5 mil milhões de euros nos cofres do Estado de um ano para o outro)? Conhecerá a urgência de lançar pacotes anti-crise, como todos os países fizeram (que contribuíram para que as despesas de investimento subissem 2 mil milhões de euros entre 2008 e 2009)?¹
Somemos estes valores: 9,8 mil milhões. Ora, de 2008 para 2009, o défice orçamental subiu de 4,8 mil milhões (2,9% do PIB) para 15,4 mil milhões (9,4% do PIB): uma diferença de 10,6 mil milhões.
Em traços grossos, aqui tem a Direcção do Público a explicação para a “irresponsabilidade”.
por Pedro Sousa em 16 de Maio de 2010
em Arouca
http://www.ojogo.pt/26-136/artigo864723.asp