Obras do «Polis XXI» arrancam em 2011

por Pedro Sousa em 22 de Dezembro de 2010

em Arouca

O conjunto de obras previsto na regeneração urbana do centro histórico de Arouca, ao abrigo do programa Polis XXI, deverá arrancar no início do próximo ano, garantiu o presidente da autarquia, José Artur Neves.

«As empreitadas estão a ser todas elas preparadas para que o seu lançamento se concretize agora no início do ano. O processo de trabalhos ficará concluído até 2012», afirmou à EDV Informação o autarca.

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Relatório Final sobre a Petição

por Pedro Sousa em 21 de Dezembro de 2010

em Arouca

Foi publicado o Relatório Final sobre a Petição “Todos pela 2.ª Fase da Via Estruturante Arouca – Feira” do qual faço parte.

O relatório foi aprovado por unanimidade, remetido aos grupos parlamentares, Ministro da tutela e Presidente da Assembleia da República.

Mais um pequeno contributo… um grão de areia na difícil missão!!

http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=11966

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VIA ESTRUTURANTE | Conferência de Imprensa

por Pedro Sousa em 19 de Dezembro de 2010

em Arouca

A Via Estruturante, de acesso fácil e rápido a Santa Maria da Feira, é, de facto, a maior e mais antiga aspiração da população de Arouca. Desde a conclusão do primeiro troço que têm sido frequentes as garantias de continuidade da obra, garantias essas que não se consubstanciaram no terreno até ao momento.
Em Outubro de 2005, o então Ministro das Obras Públicas, Mário Lino, garantiu o avanço do segundo troço. Em Maio de 2006 e Setembro de 2007, o anterior (e actual) Secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, reiterou essa garantia, inclusive com a apresentação de um cronograma de obras. Também em Setembro de 2007, o Primeiro-ministro garantiu, sem quaisquer reservas, em discurso público, que iria ser feita justiça a Arouca no que diz respeito às acessibilidades.
Também do lado da Oposição tem havido total concordância e total apoio a esta reivindicação. O líder nacional do CDS, Paulo Portas, também membro da Assembleia Municipal de Arouca, tem afirmado reiteradamente o seu apoio a esta obra, bem como Pedro Passos Coelho, presidente do PSD, que o afirmou em Setembro deste ano, em visita ao nosso concelho.
No decurso do último ano, o presidente da Câmara Municipal de Arouca tem recebido sucessivas promessas de que essa ligação, tão urgente, se concretizará até Santa Maria da Feira, e em particular, dando sequência ao lanço já construído, até à auto-estrada em construção (A32). De resto, sem uma ligação deste tipo, esta auto-estrada constituir-se-á como a terceira ligação Lisboa/Porto, acabando por servir basicamente as populações e os municípios que já são servidos pela A1 e pela A29.
Pela análise destes factos, e pelas garantias que vêm sendo dadas pelos diversos membros do Governo, pelo efectivo acordo dos partidos da Oposição, e por razões de equidade regional e nacional, de coesão territorial, social e económica, verifica-se que, de facto, estão reunidas todas as condições para o avanço desta obra, de crucial importância para o desenvolvimento de Arouca.
Tendo em conta estes factos, e pretendendo dar nota de novos desenvolvimentos em relação a esta matéria, o presidente da Câmara Municipal de Arouca convida todos os órgãos de comunicação social a estarem presentes numa conferência de imprensa, a realizar no Salão Nobre da autarquia, na próxima segunda-feira, dia 20 de Dezembro, a partir das 11:30.

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A “novela” da Via Estruturante*

por Pedro Sousa em 8 de Dezembro de 2010

em Arouca

A última referência à obra importante para Arouca veio no Discurso Direto (*de onde é retirado o título deste post) da última sexta-feira.

Sobre o seu conteudo, o seguinte:

Tem de se fazer justiça ao CDS-PP Arouca, dado que tem apresentado a proposta de inclusão no PIDDAC da Via Estruturante. Apesar de saber que essa proposta será apenas para “inglês ver”, não se demite desse compromisso.

O PS está numa posição bem mais complexa… Com dificuldade em dar seguimento à promessa efetuada por José Sócrates em Arouca, segue a linha de orientação do Governo e do ministro das finanças quanto à contenção e não aprova tal inclusão. Apesar de ciclicamente ir assegurando que se busca uma solução, o PS continua em falta com Arouca no que diz respeito à Variante (apesar do Governo ter efetuado enormes investimentos no concelho nos últimos anos, a variante é efetivamente o investimento que mais procuramos). E os arouquenses devem continuar a exigir isso do Governo e do PS. Há que dizê-lo com frontalidade, como alguém diria…

Novidade é o argumento do PSD. Não podem fazer mais porque não são Governo e, portanto (na linha do que faz habitualmente) absteve-se. Mesmo sabendo que o seu voto a favor seria determinante, mesmo com Passos Coelho a dizer que incluir a obra no OE não seria grande problema, absteve-se. Não pode fazer mais do que abster-se? Que tal votar a favor? Já seria fazer mais, não?

Acusa-se a Câmara por não ser mais ativa e depois abstem-se?

Nota adicional para o facto da notícia ter ignorado (retiro do texto) qualquer comentário das estruturas municipais do PCP e do PS. Começa a ser sintomático e, a meu ver, injusto.

No caso do PS, independentemente da opinião que se possa ter da estrutura local, a verdade é que esta recebeu quase 9000 votos nas últimas autárquicas. Apesar de não fazer parte do clube dos que fazem de tudo para aparecer nos jornais, parece-me ser uma estrutura a ter em conta.

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DESCENTRALIZAR A CULTURA

por Pedro Sousa em 21 de Novembro de 2010

em Arouca

Tive a oportunidade de estar hoje na inauguração da 2ª fase da Casa da Cultura de Fermêdo, uma excelente infraestrutura.

Os investimentos que têm vindo a ser efetuados pela Camara Municipal nesta área são cada vez mais visiveis e submetem-se a uma lógica de descentralização importante.

No entanto, é crítico que a Câmara Municipal e, principalmente, os parceiros com quem a autarquia faz protocolos para usufruto dos espaços (neste caso o Rancho Folclórico de Fêrmedo e Mato) criem programas e iniciativas que permitam o usufruto dessas infraestruturas para que não se transformem sem locais vazios.

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DESEMPREGO EM AROUCA

por Pedro Sousa em 17 de Novembro de 2010

em Arouca

O mês de Outubro revelou uma surpreendente alteração no número de desempregados em Arouca. Foram quase menos 100 inscritos no Centro de Emprego de Setembro para Outubro, o que representa uma redução de 12%.

Que explicação haverá para tal variação?

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A MESES DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS UM ESCLARECIMENTO

por Pedro Sousa em 1 de Novembro de 2010

em País

Espero, sinceramente, que quem quer que seja que venha a ganhar as próximas eleições o faça com maioria absoluta.

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JORNALISMO DE SARJETA

por Pedro Sousa em 26 de Outubro de 2010

em País

Veja-se como se tratam dois importantes dados sobre Portugal no jornal Público:

- Portugal desceu 1 (um) lugar no Índice de Prosperidade. Título da notícia “Portugal desce para 26º lugar no Indice de Prosperidade”

- Portugal SUBIU 3 LUGARES numa análise quanto à percepção da corrupção e o título da notícia é “Corrupção: Portugal na 32ª posição entre 178 países”

Valorizar a descida de 1 lugar no ranking da prosperidade e propositadamente esconder a subida de 3 lugares em algo como a corrupção, demonstra bem o foco!!

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Arouca no Quadro de Referência para as Cidades Sustentáveis

por Pedro Sousa em 26 de Outubro de 2010

em Arouca

Das 15 candidaturas nacionais à participação na fase de teste do Quadro de Referência para as Cidades Sustentáveis foram seleccionadas oito, eentre as quais Arouca.

Portugal irá participar com três cidades neste teste europeu, que visa averiguar a variedade e diversidade de situações e características da realidade urbana europeia.

A Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, com a colaboração do Grupo de Apoio Nacional, procedeu, no passado dia 6 de Outubro, à escolha das oito candidaturas pré-seleccionadas a nível nacional. São elas  Águeda, Alcanena, Arouca, Barreiro, Chaves, Maia, Serpa e Viana do Castelo

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DIZEM QUE SAIU NO FINANCIAL TIMES (genial…)

por Pedro Sousa em 17 de Outubro de 2010

em Com a devida vénia

Uma jovem mulher enviou um e-mail para o jornal a pedir dicas sobre “como arranjar um marido rico”.

Contudo, mais inacreditável que o “pedido” da rapariga, foi a resposta do editor do jornal que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.

E-mail da rapariga:

“Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos.
Sou bem articulada e tenho classe. Quero casar-me com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Há algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não me vão permitir morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (do meu grupo de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que é que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correcta?
Como chego ao nível dela?”

(Raphaella S.)

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Resposta do editor do jornal:

“Li a sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.

Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou a tomar o seu tempo à toa…
Posto isto, considero os factos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que procura), o que oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando o convencionalismo de lado, o que sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas: Você entra com a beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas há um problema.
Com toda a certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará a aumentar.

Assim, em termos económicos, você é um activo que sofre depreciação e eu sou um activo que rende dividendos. Você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre a
aumentar!

Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando se comparar com uma fotografia de hoje, verá que se
transformou num caco.

Isto é, hoje você está em ‘alta’, na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.

Usando a terminologia de Wall Street, quem a tiver hoje deve mantê-la como ‘trading position’ (posição para comercializar) e não como ‘buy and hold’ (comprar e manter), que é para o que você  se oferece…

Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um ‘buy and hold’) consigo não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a ponderar é, namorar.

Sem ponderar… Mas, já a ponderar e, para me certificar do quão ‘articulada, com classe e maravilhosamente linda’ você é, eu, na condição de provável futuro locatário dessa ’máquina’, quero
tão-somente o que é de praxe: fazer um ‘test drive’ antes de fechar o negócio… podemos marcar?”

(Philip Stephens, associate editor of the Financial Times – USA)

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