Parece que esta novela vai voltar
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Parece que esta novela vai voltar
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Mas não deixa de surpreender que um partido como o PSD que na oposição defendia irresponsavelmente a consolidação orçamental apenas pela redução da despesa pública e se rebelava contra qualquer aumento de impostos tenha procedido em apenas dois meses de governo a nada menos de quatro aumentos de impostos (taxa sobre o 13º mês, aumento do IVA sobre gás e electricidade e, hoje, uma sobretaxa sobre o IRS e outra sobre o IRC). E ainda faltam os novos aumentos do IVA…
Lamentável embuste político!
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Depois de quase meio ano em queda, o número de desempregados em Arouca subiu de Junho para Julho quase 20%.
Más notícias, ainda que 22% abaixo dos valores do ano passado e abaixo da média nacional, estas variações merecem sempre a máxima atenção.
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No último relatório da Associação de Municípios sobre o número de trabalhadores por 1000 habitantes nas Câmaras Municipais, a Câmara de Arouca volta a mostrar uma gestão rigorosa e um planeamento atempado do número de funcionários.
O estudo agora divulgado, refere que em média, em Portugal, os municípios têm 19,6 funcionários por cada 1000 habitantes.
O Concelho de Arouca tem 9,1.
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O cartaz que o PCP/Arouca colocou na Praça Brandão de Vasconcelos, relativamente à intervenção prevista na mesma, é um curioso exercício de democracia.
Refere:
“A praça é de todos”, ou seja do povo. Imagino, portanto, que os únicos a ter algum direito a decidir em nome do povo serão os eleitos.
No entanto, o PCP acrescenta
“É favor não mexer”, ditanto, pelos vistos, o que se deve fazer ao bem público sem que para isso tenha recebido o “mandato” do povo.
Confusos??

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FT: Portugal foi a única surpresa positiva na economia da Zona Euro no segundo trimestre
O relatório do Eurostat, que confirmou ontem um abrandamento da economia da Zona Euro, contém pelo menos uma boa notícia.
A opinião é expressa por Peter Spiegel, num dos blogues do “Financial Times”, dedicado aos assuntos europeus. O chefe de delegação do jornal britânico em Bruxelas assinala que o crescimento da economia europeia pode estar a vacilar, mas os dados de ontem mostram “pelo menos uma surpresa positiva inesperada: Portugal” .
Spiegel aponta que apesar de Portugal estar a iniciar a implementação do programa de austeridade acordado com a troika e das recentes revisões em baixa de “rating” devido à desconfiança com a capacidade do país atingir as metas definidas, no segundo trimestre a economia portuguesa estabilizou, “o que representa uma melhoria significativa face à quebra de 0,6% sentida nos dois últimos trimestres, e muito melhor do que a quebra estimada de 1,1%”.
“Os números acima do esperado, suportados largamente pelo aumento de 5,3% nas exportações, são particularmente boas notícias para os que estão a atentos ao programa de resgate, que tem as suas metas fixadas com base das previsões económicas”.
O PIB português recuou 0,9% no segundo trimestre face ao período homólogo e estagnou face aos três meses anteriores. A troika assume que o PIB português vai recuar 2,2% este ano, pelo que o jornalista do FT conclui que Portugal pode superar estas estimativas.
O mesmo responsável cita ainda uma nota de análise de ontem da Capital Economics, onde a consultora britânica conclui que os números do segundo trimestre podem “sugerir que Portugal pode virado a esquina”.
Por outro lado, Spiegel recorda as palavras recentes proferidas em Lisboa por Poul Thonsen, chefe da delegação do FMI em Portugal: “Os tempos mais difíceis ainda estão pela frente”.
JORNAL DE NEGÓCIOS
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“Mário Crespo convidado pelo Governo para correspondente da RTP em Washington
Convite feito por Miguel Relvas surpreende administração da RTP e viola critérios da direção de informação do operador público para a escolha de correspondentes.“
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A Câmara Municipal de Arouca decidiu fazer uma profunda intervenção na malha urbana da vila de Arouca. O debate sobre essa intervenção tem dividido opiniões, nomeadamente quanto à intervenção na Praça Brandão de Vasconcelos.
O objectivo central desta operação é requalificar o centro histórico da vila, conferindo-lhe novos elementos de atractividade, mas mantendo o seu cariz de centro tradicional e local de representação da história e da cultura deste território.
pode ler-se no site criado para acompanhar a intervenção.
Sou totalmente a favor da intervenção por 3 motivos principais:
a) A razão menos importante: gosto bastante da solução encontrada. No entanto, como se sabe, gostos não se discutem. A Praça Brandão de Vasconcelos fica, com a solução encontrada, muito mais integrada com o espaço entre o Convento e a Sta Casa da Misericórdia. Mas, obviamente, aqui não é uma questão de gosto. A intervenção no Terreiro é extremamente feliz, devolvendo-lhe a dignidade que merece e tornando-o mais “próximo” do Convento.
b) Não considero que alterar o atual formato da praça atente contra a “história” de Arouca. Onde está hoje a Praça estava um cemitério, que entretanto alguém decidiu alterar e que se revelou uma acertada decisão. Assim, confio que os atuais arquitetos e técnicos de IPPAR que acompanharam e idealizaram a obra estão conscientes da sua importância e da sua história e tiveram isso em consideração. Aliás, a praça já foi alvo de uma intervenção perto do final do Sec. XIX, quando existiam, na realidade, 2 praças, a Alta e a Baixa, tendo o fontanário sido construído já no início do Séc XX.
c) O argumento da “crise” também não me parece relevante. Acreditando que a obra será importante para Arouca – como acredita a CMA – esta altura é boa para a fazer, dados os fundos disponíveis e a capacidade de individamento que a Câmara possuiu, fruto da rigorosa gestão que sempre teve. Além disso, sempre acreditei que o investimento público é importante na dinamização da economia, e canalizar estas verbas disponíveis para trabalhos “entregues” a empresas de Arouca parece-me uma excelente forma de investimento.

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