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País

Eu também gostava de ser pago para fazer greve!!

por Pedro Sousa em 16 de Abril de 2008

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Em 30 de Março de 2001, houve uma greve de professores convocada pela FENPROF. Mário Nogueira — então professor e dirigente do Sindicato de Professores da Região Centro (SPRC), pertencente à FENPROF — participou na greve. Consequentemente, a respectiva escola descontou-lhe um dia de vencimento.

Mário Nogueira, indignado, entendeu que, apesar de ter feito greve, tinha direito à remuneração desse dia, uma vez que era sindicalista.

Não pretendo entrar aqui na discussão sobre se sindicalismo é ou não trabalho. Mas parece-me meridianamente evidente que, se o sindicalista Mário Nogueira fez greve — e tinha todo o direito de a fazer —, então faltou ao trabalho. E se faltou ao trabalho, não deve receber a correspondente remuneração.

É isso, de resto, que acontece com todas as pessoas que fazem greve. A sua falta é justificada, uma vez que corresponde ao exercício de um direito constitucional, mas é-lhes descontada a remuneração correspondente a um dia de trabalho.

(link aqui) http://corporacoes.blogspot.com/2008/04/uma-histria-que-fala-por-si.html

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Imagino a dor IMENSA

por Pedro Sousa em 13 de Abril de 2008

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Uma bebé de 14 meses foi hoje atropelada mortalmente pelo avô no pátio da residência, em Coruche, disse à agência Lusa fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Santarém

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Etiquetas estranhas…

por Pedro Sousa em 12 de Abril de 2008

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Fotografia tirada hoje (dia 12/04) num Intermarché. Querem ver que os CD’s da Dora que eu compro às crianças é pornografia encapotada?cid__pic-0051.jpg

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Conferência FLEXIGURANÇA – 12.04.2008

por Pedro Sousa em 8 de Abril de 2008

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img47e8e593864e3.jpgPara quem se interessar pelo tema

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À porta fechada…

por Pedro Sousa em 7 de Abril de 2008

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Depois de tantos ditos por não ditos, avanços e recuos e trapalhadas diversas, a agência de Comunicação do PSD conseguiu chegar à forma de evitar que LFM continue a desdizer-se com frequência: todas as reuniões em que estiver presente, são à porta fechada. Assim tem tempo de, antes de sair da reunião, preparar o que quer dizer.

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Informação Importante

por Pedro Sousa em 2 de Abril de 2008

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Fontes do Banco Central Europeu e da Organização Mundial de Saúde, revelaram que “… as notas de 500 euros contêm uma substanci altamente cancerígena!”

O Governo Sócrates garante que os trabalhadores portugueses, estão completamente fora de perigo.”!!!

daqui: http://www.jumento.blogspot.com/

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Descida do IVA. Pergunta.

por Pedro Sousa em 30 de Março de 2008

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Sempre fui mau a fazer contas, mas fiquei com a ideia que o IVA não desceu 1%, mas sim 1 ponto percentual. Desceu foi 4,8%, certo?

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A aluna, a professora e o telemóvel IV

por Pedro Sousa em 30 de Março de 2008

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Ora bem, não fosse o PGR ter-se metido ao barulho no caso da aluna que agride a professora para reaver o telemóvel, além dos processos colocados em tribunal pela docente, qual tinha sido a pena da aluna? Transferida de escola.

É pá… isto é que é uma escola a dar um grande exemplo de disciplina… uma aluna usa o telemóvel durante uma aula, levanta-se a meio da aula sem autorização, grita com a pessoa que devia respeitar acima de tudo naquele espaço, impede-a de sair da sala de aula de forma agressiva e qual é o castigo? Transferida de escola.

Uns fedelhos desorientados filmam, comentam e ajudam à festa sem qualquer apoio à professora e o que acontece? Aparentemente nada, apenas o Spielberg no momento vai ter castigo exemplar: mudar de escola.

Bem, isto é que é disciplina dura… alunos que queiram mudar de escola, já sabem… é só levantar-se e gritar com voz de fedelha a merecer uma par de bofetadas, em tom esganiçado “dá-me o telemóvel JÁ!!”

Com escola com disciplina tão fraca, tem de ser mesmo a polícia a resolver!

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Ideias para a Educação

por Pedro Sousa em 23 de Março de 2008

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Considerando o tom geral do debate, em torno do «estatuto do aluno», da proibição do uso de telemóveis na escola e das «causas» da má educação, indisciplina, às vezes, da ordinarice sem consequências de alguns alunos, deixo aqui algumas ideias para pôr termo à bandalheira. Aqui vão:

1. Explicar ao País que a educação pública não é um «direito universal e gratuito», mas um privilégio caro, que é pago pelos contribuintes, por todos os contribuintes, mesmo até por aqueles que não beneficiam minimamente dela;

2. Explicar, imediatamente depois, que tratando-se de um privilégio, a educação não paga pelos utentes deve ser um bem escasso, do qual eles não podem usufruir indefinidamente sem aproveitamento;

3. Responsabilizar os utentes do serviço, isto é, os alunos, pela sua manutenção no sistema gratuito, criando prazos de prescrição para as suas matrículas gratuitas, que, quando ultrapassados, terão por consequência a sua saída do sistema, passando esses alunos a terem de pagar o custo real do serviço que lhes é prestado caso queiram continuar a frequentá-lo;

4. Imposição de regras severas de frequência: limite de faltas não justificadas muito pequeno, com reprovação imediata para quem o ultrapassar; proibição efectiva de tabaco, álcool, telemóveis, etc. no espaço da escola e nas suas imediações; cumprimento das normas básicas de educação e etiqueta para com os professores;

5. Avaliações rigorosas dos alunos, com reprovações anuais efectivas;

6. Obrigação de uso de farda escolar, personalizada escola a escola, até, pelo menos, ao fim do 3º ciclo do Ensino Básico (escolaridade obrigatória, concluída, mais ou menos, até aos 14, 15 anos de idade, muito boa idade para se andar de farda);

7. Criação de um sistema de incentivos para os melhores alunos, com acesso directo ao sistema gratuito de ensino superior e outro tipo de prémios;

8. Obrigação de actualização científica e pedagógica dos professores em períodos nunca inferiores a sete anos, através da realização de cursos que lhes atribuam créditos profissionais, em cursos protocolados pelas direcções das escolas, e da qual dependa a progressão na carreira com a correspondente compensação salarial acrescida;

9. Avaliações científicas e pedagógicas rigorosas dos professores, através de exames regionais/nacionais elaborados, fiscalizados e corrigidos por equipas preparadas para isso, e onde os alunos e os pais dos alunos não tenham a mais pequena participação;

10. Autonomia completa das direcções gerais das escolas, com base em contratos a prazo, e com avaliação de resultados, da qual dependerá a progressão na carreira dos professores envolvidos, em função dos resultados apresentados;

11. Extinção das funções «pedagógicas» das Associações de Estudantes, que são, em regra, constituídas por analfabetos funcionais dedicados às «jotas» e que agem exclusivamente como sindicatos políticos nos órgãos directivos das escolas em que têm assento;

12. Extinção do Ministério da Educação, terminando com o modelo único e centralizado das últimas décadas, passando a gestão completa das escolas para os poderes locais (municípios ou, se existissem, regiões).

daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/03/os-nossos-problemas-com-educao.html

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A aluna, a professora e o telémovel

por Pedro Sousa em 21 de Março de 2008

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Como o resto do país, fiquei atónito com o video posto a circular na net da professora que tira o telemóvel a uma aluna e esta, histéria, decide lutar por ele.

Ninguém fica bem nesta fotografia, mas claramente a fedelha mimada que decide ter aquela atitude, tem de ser castigada a sério. E como dá para ver, através daquela cena, que os pais em casa fazem um muito mau trabalho na educação da mesma, tem de ser a Escola a fazer dela um exemplo. Sem preocupações sobre o impacto na futuro da ALUNA… quem sabe o sonho dela é trabalhar num call-center de um operador de telecomunicações!!

“Patrícia estava ontem preocupada quanto ao seu futuro. Esperava pela mãe que fora chamada pelo Conselho Executivo para uma reunião. Os desentendimentos com a professora de Francês revelou que não eram pontuais. “Ela implica comigo, mas não sou a única. Já fui para a rua várias vezes, mas também não é sempre”, disse ao CM a estudante”

Veja-se o elevado sentido desta exemplar estudante… já foi para a rua várias vezes, mas não é sempre. Só várias vezes, quer dizer, não é sempre. Umas vezes, mas nem sempre.

Eu sei que é politicamente incorrecto, mas que saudades de mostrar a estes mimalhos o efeito regulador da réguada!!!!

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