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País

Apanhados da TV nacional… só rir

por Pedro Sousa em 24 de Maio de 2008

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O Tribunal de Santarém condenou esta sexta-feira os sete membros da comissão de praxes da Escola Superior Agrária (ESAS) a multas entre os 640 e os 1.600 euros, uma pena que considerou «reflectir o sofrimento» de que Ana Francisco foi vítima, escreve a Lusa. O juiz Duarte Silva considerou seis dos arguidos culpados da prática do crime de ofensa à integridade física qualificada e outro do crime de coacção, dando como provados os factos ocorridos em 8 de Outubro de 2002 e relatados por Ana Francisco, que se constituiu como assistente no processo movido pelo Ministério Público.

daqui: http://diario.iol.pt/sociedade/santarem-caloira-praxe-alunos-multa-praxes/955371-4071.html

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O futebol é um poço de virtudes

por Pedro Sousa em 20 de Maio de 2008

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Os clientes  da CGD que estavam, 2.ª-feira, na agência de Telheiras assistiram, atónitos, a uma agressão praticada pelo motorista do presidente do SLBenfica, incitado pelo próprio Luís Filipe Vieira. A  PSP interveio e as câmaras do banco registaram tudo. Não é a primeira vez que o presidente do Benfica é protagonista de casos desta natureza

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=93596

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O prejúrio não dá cadeia??

por Pedro Sousa em 20 de Maio de 2008

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« mais uma mentira. Nunca o Valentim Loureiro esteve comigo no camarote VIP, ele ficava sempre no camarote da família.” As palavras são da autoria de Pinto da Costa, em pleno Tribunal de Gondomar, na recente acareação com Carolina Salgado. O CM encontrou uma fotografia que prova que o testemunho do presidente do FC Porto não corresponde à verdade.»

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Grande Sporting… pequeno Porto

por Pedro Sousa em 19 de Maio de 2008

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Nesta final fica, mais uma vez, demonstrada a pequenez do Espirito Portista. Um espírito que nunca conseguiu, enquanto Clube, refletir os êxitos desportivos.

O FCP é um grande clube em termos de resultados, mas pequeno em termos de atitude perante a derrota.

Agressões a jogadores (a cara do jogador do Porto a destilar ódio enquanto agride Moutinho é um bom exemplo da pequenez mental), entradas a matar, agressões de elementos da claque a um cidadão de 76 anos numa estação de serviço, Jesualdo Ferreira com a desculpa do árbitro, Pinto da Costa a sair antes do fim (desrespeitando até o Presidente da República).

Pequeninos… pequeninos…

SPORTING!!! SPORTING!!! SPORTING!! 

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Os profs. precisam de voltar à escola…

por Pedro Sousa em 18 de Maio de 2008

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aprender o que é a liberdade de expressão. Numas escolas denunciam os alunos por causa de uns posts na net. Noutros locais achincalham de forma vergonhosa as opiniões de outros. Não discutem opiniões, preferem insultar os autores. São estes os futuros professores dos meus filhos??

«Recentemente, no meio das polémicas entre os professores e a ministra da Educação, coloquei-me basicamente ao lado dela para defender duas medidas: a avaliação e as aulas de substituição. Parece que foi mais do que os professores estão dispostos a suportar. Eles, que tanto exigiram a demissão da ministra por discordarem da sua política, aparentemente não consentem que os outros discordem das suas opiniões; eles, que desfilaram nas ruas com cartazes e palavras de ordem insultuosos para com a ministra, consideram um insulto colectivo que alguém se atreva a pôr em causa as suas razões. Uma senhora professora do Minho colocou um «post» sobre mim num «site» de Educação, que começava assim: “Conforme é do domínio público, o Miguel Sousa Tavares declarou que os professores são os inúteis mais bem pagos deste país”. Daí e sem nunca discutir um só dos meus argumentos, seguia com considerações acerca da minha lastimável pessoa, terminando com a sugestão de que, se a minha mãe fosse viva, teria vergonha do filho. O texto da senhora pegou como fogo na pradaria: não houve, por exemplo, um único familiar ou amigo meu que o não tivesse recebido por mail ou fotocópia; de norte a sul do país fui abordado por pessoas indignadas com as minhas palavras e até do estrangeiro me chegou a interpelação de um jornalista. Depois, comecei a receber autos-de-fé de professores: um grupo deles, da Região Centro, enviou-me um abaixo-assinado a informar que, como forma de protesto, nunca mais dariam a ler aos seus alunos os meus livros infantis, recomendados pelo programa ‘Ler’; um outro grupo do Norte fez-me chegar um livro meu devolvido com dezenas de assinaturas e a declaração solene de que nunca mais leriam um livro da minha autoria.

Acontece, porém, um pequeno pormenor: eu nunca disse, nunca escrevi e nunca me ocorreu pensar tão estúpida frase. É absolutamente falsa, de fio a pavio. Quem a inventou sabia bem que a melhor forma de atingir um adversário não é discutindo as razões dele, mas atacando-lhe o carácter. E quem a adoptou logo como verdadeira e do ‘domínio público’, sem nunca, pessoalmente, a ter escutado ou lido, mostrou como é fácil conduzir um rebanho de ovelhas nesses fóruns tão democráticos da Internet. E pensar que é assim que hoje se forma largamente a opinião pública!»

Parte do artigo do Miguel Sousa Tavares no Expresso

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Se houvesse verdadeira justiça…

por Pedro Sousa em 18 de Maio de 2008

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Com Tapie o Marselha venceu 4 campeonatos seguidos, conquistou o que nunca nenhuma equipa francesa tinha conquistado: a liga dos campeões. Teve jogadores como Cantona, Waddle, Völler, Papin ou Desailly numa longa lista de estrelas treinadas por mestres como Beckenbauer. Entre toda esta potência foram apanhados num escândalo de tentativa de manipulação de resultados contra a pequena equipa do Valenciennes e mais tarde em outras irregularidades financeiras. Perderam títulos ganhos, desceram de divisão. Tapie foi para a prisão. É a vida. Quando há justiça cada um tem o que merece.

daqui: http://cachimbodemagritte.blogspot.com

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O que se passa no futebol é culpa do PSD

por Pedro Sousa em 11 de Maio de 2008

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Veja aqui porquê.

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Oftalmologia

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

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Nada me incomoda que os médicos queiram ganhar o mais possível desde que não se esqueçam de que como todos os cidadãos deste país têm o dever de lhe dar algo em troca do muito que receberam. O estado deu-lhes a formação, assegurou-lhes emprego certo, proporcionou-lhes a especialidade e a experiência, construiu-lhes hospitais bem equipados, até lhes deu condições para poderem trabalhar no sector privado ao mesmo tempo que podem continuar nos hospitais públicos que lhe proporciona acesso a formação contínua e contacto com novas tecnologias. Em troca estes médicos não dão nada, fazem o mínimo possível nos hospitais públicos para que engrosse as filas nos seus consultórios onde cobram como proxenetas.

daqui: http://jumento.blogspot.com/2008/05/mdicos-oportunistas.html#links

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Um excelente post de Pacheco Pereira sobre o desemprego

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008

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O desemprego é devastador para todos, mas é-o mais para estas mulheres jovens e de meia-idade. Não é apenas a sua condição económica, a sua condição de vida que é afectada, é também a sua autonomia como mulheres, a sua capacidade de terem no salário e no emprego uma vida e uma dignidade próprias como mulheres, num mundo em que esta afirmação ainda é crucial. Recebida a notificação do desemprego, passado o período da agitação, as notícias e contranotícias de que pode haver um plano de integração na fábrica ao lado, ou a cinquenta quilómetros dali, que pode haver um supermercado que as aceite prioritariamente, que a câmara vai cuidar delas, que os sindicatos vão obter uma melhor indemnização, etc., etc., chega uma altura em que acabou. Acabou mesmo, está desempregada.

Nesse momento, em que o dinheiro que se levava para casa começa a faltar, a mulher começa a fazer contas e a cortar nas despesas. E não corta no pão, no infantário, na luz, na casa, no telemóvel – há-de vir a cortar – corta nas suas despesas, nas despesas consigo. Vai menos vezes ao cabeleireiro, arranja-se menos, compra menos roupa, tudo coisas que parecem fúteis para quem tem tudo, mas que representam um caminho para uma menor auto-estima, um desleixo que pode vir a crescer com os anos, se passar definitivamente de operária a dona de casa. É um caminho invisível, um passo atrás em que ninguém repara a não ser as próprias.

o texto integral aqui

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