por Pedro Sousa em 24 de Junho de 2008
em País
Manuela Ferreira Leite condenou, no congresso do PSD, a “vaga avassaladora de propostas de infra-estruturas que este Governo anuncia”. Parece que isso deixou curioso Mário Lino, que endereçou à presidente do PSD a questão que qualquer pessoa gostaria de lhe ter colocado:
“Talvez fosse bom, para clarificar, que a Drª. Manuela Ferreira Leite esclarecesse os portugueses quais são os investimentos que ela acha que são supérfluos”.
Dada a veemência das suas palavras, era expectável que Ferreira Leite tivesse na ponta da língua as obras descartáveis. Mas a presidente do PSD remeteu-se ao silêncio, que é a sua imagem de marca, e mandou o secretário-geral fazer umas declarações extraordinárias: pedir “compreensão, lembrando que o partido acaba de sair de um Congresso”, pelo que ainda anda à cata das obras supérfluas. A Sr.ª Presidente sabe que há, só não sabe quais.
daqui: http://corporacoes.blogspot.com/2008/06/o-estudo-segue-dentro-de-momentos.html
por Pedro Sousa em 21 de Junho de 2008
em País
Ao ouvir as intervenções, começo a achar que Manuela Ferreira Leite e Cª, se guiam pelo guião em anexo.
por Pedro Sousa em 21 de Junho de 2008
em País
por Pedro Sousa em 15 de Junho de 2008
em País
Não tem grande impacto, mas a verdade é que os milhares que pagaram bilhete mereciam mais empenho…
Venham os jogos a sério!!
por Pedro Sousa em 15 de Junho de 2008
em País
Estranho que as Centrais Sindicais, tanto dadas a criticar o Governo, não tenham tido uma palavra de apoio quando o Governo Protuguês votou CONTRA a intenção da UE de alargar a semana de trabalho para as 60 horas.
Não se terão apercebido?
O que está a acontecer com os camionistas (e aconteceu com os pescadores) deve envergonhar-nos a todos. Que alguns (ou muitos) decidam fazer greve, estão no seu direito. Agora querer fazer do seu direito o dever de todos os outros,merece cadeia. Não são grevistas, são rufias e criminosos.
Todos têm direito à greve, mas os piquetes que querem impedir trabalhadores honestos de trabalhar, comportam-se como gangs de malfeitores que merecem bem uma carga policial à antiga. Isso não são piquetes de greve, são grupos organizados de desordeiros. Não há lei neste país?
por Pedro Sousa em 7 de Junho de 2008
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Extrato da entrevista de Manuel Alegre a Judite de Sousa, retirada daqui : http://corporacoes.blogspot.com/
JS — Mas é ou não verdade, Manuel Alegre, que o Governo herdou dos governos anteriores do PSD um claro desequilíbrio das contas públicas e…
MA — É verdade.
JS — … e que, sem finanças públicas saudáveis, não se consegue fazer nada…
MA — Claro… Eu acho que sim e acho que um governo de esquerda tem obrigação de fazer isso. Agora, como equilibrar as finanças públicas? Como fazer o equilíbrio orçamental sem criar um grande desequilíbrio social?
JS — Quais são as suas soluções?
MA — As minhas soluções é que… mas as minhas soluções têm de ser pensadas num quadro europeu e num quadro… num quadro nacional. Nós estamos num quadro macroeconómico de grandes restrições fiscais e… monetárias e estamos num quadro de radicalismo de mercado em que os serviços públicos têm que competir com os privados segundo uma lógica meramente economicista. É preciso inverter tudo isto. É preciso orientações macroeconómicas que obriguem os Estados a ter como objectivo político essencial o emprego, o bem-estar, a justiça social e alterar…
JS — Mas esse não é um problema que nos transcende, não é um problema que, neste momento, está a ser comum a todos os países europeus por causa da grave crise internacional?
MA — Mas nós estamos na Europa. Nós temos uma posição passiva, temos de ter uma posição crítica.
por Pedro Sousa em 5 de Junho de 2008
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Pouco a pouco o Governo vai percebendo aquilo que é a realidade: Portugal continuará a ser um case study nas escolas de economia por este mundo fora. Desta vez, não por ser um caso de êxito sem precedentes (como se dizia nos anos 90), mas porque é talvez a primeira economia desenvolvida que se pode designar de economia submergente. Tal como manda a definição, a economia portuguesa vive um processo de empobrecimento continuado, sustentado e possivelmente irreversível.
artigo na totalidade aqui
por Pedro Sousa em 3 de Junho de 2008
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Em contrapartida, em trinta e quatro anos de vida, a direita não conseguiu conceber uma ideia para Portugal que se distinga claramente do que a esquerda diz e faz, principalmente a esquerda do Partido Socialista. O famoso «bloco central» não existe somente nos interesses que giram em torno do Estado. Ele é, sobretudo, uma forma de o encarar, uma mentalidade comum as elites do PS e do PSD, que continuam a ver no Estado e no Governo os dois pilares principais do regime e do país.
daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/06/de-que-serviu-direita.html
por Pedro Sousa em 24 de Maio de 2008
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Na reportagem que passa neste momento no Jornal da TVI, sobre o fosso entre ricos e pobres em Portugal, a pobre n.º 1 tem umas sandálias Fly que custam quase cem euros e a pobre n.º 2 tem umas unhas de gel pintadas à mão que não ficam por menos de setenta. Queixam-se ambas de que por vezes não têm que comer.
daqui: http://controversamaresia.blogs.sapo.pt/113380.html