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País

NÃO HÁ VOLTA A DAR

por Pedro Sousa em 31 de Maio de 2009

em País

Neste momento, a uma semana das eleições para o Parlamento europeu, seria «normal» o PSD estar claramente à frente dos socialistas nas sondagens. Por três motivos: primeiro, o desgaste pessoal do primeiro-ministro, debaixo de fogo cerrado durante dois anos, desde a «licenciatura» ao «caso Freeporte; segundo, o natural desgaste do Governo que está a pagar os efeitos de uma crise internacional profunda que deteriora todos os indicadores económicos internos, com especial relevo para o aumento do desemprego; terceiro, para a generalidade dos portugueses os resultados destas eleições não são importantes. Tanto se lhes dá que o PS tenha 8 deputados europeus, como o PSD 9 ou vice-versa. E, assim sendo, é altura de expressar nas urnas descontentamentos sem sofrer consequências. Aliás, é isso que acontece, por exemplo, em Espanha e no Reino Unido: aqui ao lado, o PP, na oposição, aparece com 43% nas sondagens, enquanto os socialistas não passam dos 39%; no Reino Unido, os Trabalhistas estão à beira de uma derrota humilhante. As últimas sondagens colocam o partido do primeiro-ministro Gordon Brown em terceiro lugar, com 16% das intenções de voto, atrás dos nacionalistas do Partido para a Independência do Reino Unido, com 19%, e dos Conservadores, com 30%. Entre nós, surpreendentemente, os socialistas aparecem invariavelmente em primeiro lugar nas sondagens. Se, no próximo Domingo, face às circunstâncias, os socialistas confirmarem a vitória eleitoral anunciada nas sondagens, estamos perante uma das maiores derrotas eleitorais do PSD. Não há volta a dar!

daqui: http://hojehaconquilhas.blogs.sapo.pt/

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ATÉ QUE ENFIM!! ex-aluno condenado por injúria a professor

por Pedro Sousa em 31 de Maio de 2009

em País

A fonte adiantou à Lusa que, na sentença, agora transitada em julgado, o tribunal deu como provado que em Junho de 2006, João N., agora com 19 anos, dirigiu palavras injuriosas ao professor de Matemática – nomeadamente dois adjectivos, considerados popularmente como «palavrões» – por ter sido chamado a atenção quando brincava com o telemóvel na sala de aula.

 

O docente, segundo a sentença, «havia, repetidamente, chamado a atenção do aluno – do 10.º ano de escolaridade – que brincava constantemente com o telemóvel e não realizava os exercícios que lhe eram apresentados».

 

«O arguido ignorou as várias advertências que lhe foram apresentadas até que, ao ser mais uma vez, chamado à atenção pelo seu comportamento indevido, se levantou, arrumou o material escolar na mochila e abriu a porta da sala insultando o professor antes de sair da aula», refere o juiz que julgou o caso

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O EXEMPLO DA GOVERNAÇÃO PSD

por Pedro Sousa em 24 de Maio de 2009

em País

O desemprego na Madeira (muito antes do sub-prime)

desemp_mad

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FALAR VERDADE

por Pedro Sousa em 24 de Maio de 2009

em País

Correio da Manhã/Rádio Clube – Afinal, foi ou não foi militante do CDS?

 

Paulo Rangel – Não sei. Eu apoiei de forma informal e muito activa a candidatura de António Lobo Xavier à presidência do CDS contra Manuel Monteiro. E isto porque tínhamos uma proximidade muito grande. E nessa altura não sei se assinei alguma ficha ou não. Não me lembro. Porque depois disso estive muito tempo ausente, entrei mais tarde como independente, não sei se era ou não, no Conselho Consultivo de Paulo Portas.

Que raio de quantidades de queijo comerão os sociais-democratas? Já o Dias Loureiro também tem problemas de memória

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A minha escola

por Pedro Sousa em 24 de Maio de 2009

em Com a devida vénia,País

Eu andei sempre na escola pública. Tive bons colegas e maus colegas. Ricos e pobres. Limpos e sujos. Espertos e preguiçosos. Sou do tempo em que ainda havia a escola primária e o ciclo, em que havia furos e sempre que um professor faltava ficávamos por ali a deambular, em que os currículos não eram enriquecidos e não havia ninguém para me orientar o estudo. As coisas eram o que eram. Havia bons alunos e maus alunos e alunos médios. Havia os que já sabiam o que queriam ser quando fossem grandes, havia os que queriam ir para a universidade e os que se ficavam pelo caminho. Sem dramas. Havia chumbos e não havia cá recuperações nem programas especiais. Tive colegas que deixaram a escola no oitavo ano para se juntarem com o namorado, para terem filhos, para irem trabalhar numa oficina. Eu sou do tempo em que o balneário do ginásio tinha duche colectivo e quando as meninas estavam com o período pediam dispensa da ginástica ao professor porque não sabiam muito bem como resolver a coisa. Sou do tempo em que nas aulas de trabalhos manuais aprendíamos a fazer macramé e fada-do-lar (lembram-se?), em que fazíamos bonecos horrorosos em barro e chaveiros de madeira. Não tínhamos disciplinas com nomes pomposos mas aprendíamos a escrever à máquina e a redigir cartas comerciais. Os testes eram dados em stencil e, com sorte, nas aulas havia uns acetatos manhosos projectados no quadro. Fazíamos trabalhos de grupo, em cartolinas ou em folhas A4 escritas à mão – não havia internet nem copy-paste, era preciso ler livros e copiar letra a letra (e enquanto líamos e escrevíamos e passávamos a limpo e tudo isso, alguma coisa ia ficando na cabeça). Eu tive bons professores e maus professores. Péssimos e excelentes. Tive professores apaixonados, que não se limitavam a dar matéria, que não se limitavam à matéria. E tive professores que não faziam a mínima ideia do que estavam a ensinar (para terem uma ideia um dos meus professores de biologia é hoje, na mesma escola, professor de culinária). Tive professores que não sabiam domar as feras de doze anos, que eram gozados e aldrabados, que tinham alcunhas feias e que, se fosse hoje, teriam as aulas no youtube para serem criticados pelo país inteiro e quem sabe até com direito a processos disciplinares. Tive professores na faculdade que de doutores só tinham o nome, que se estavam a marimbar para nós, que não davam as aulas ou que só queriam que nós os ajudássemos a fazer investigação para as suas teses de doutoramento.
A minha escola tinha problemas, pois tinha, mas não foi nada disso que me fez ser pior pessoa ou mais burra ou mais inculta ou mais mal educada. Porque o mais importante da educação não vem da escola, vem de casa. O mais importante de tudo foi o que os meus pais me ensinaram. Uma ética que me fez ir sempre às aulas, que me coibia de cabular, que me fazia estudar sem ser obrigada (porque esse era o meu trabalho e porque ainda acreditávamos todos que o bom trabalho seria recompensado). Um brio que me fazia querer fazer as coisas bem feitas, ir para além da mediania, dar o máximo. Uma curiosidade que me fazia querer saber mais, não ficar só a a marrar para os testes mas gostar realmente de aprender. Sem isto, a escola até pode ser a melhor do mundo, ter milhares de magalhães e quadros interactivos, ter professores com a papelada toda em dia e currículos muito bonitos. Mas não adianta nada.

in http://agatachristie.blogspot.com

notasescola

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OBRIGADO MARINHO PINTO!!!

por Pedro Sousa em 24 de Maio de 2009

em País,Repita lá?!?!?!?

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AO CUIDADO DE BERARDO, BELMIRO E OUTROS…

por Pedro Sousa em 21 de Maio de 2009

em País

Um imposto sobre as grandes fortunas pode avançar na Alemanha já este ano. Um grupo de milionários alemães propôs a criação de um novo imposto para reforçar os cofres do Estado.

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Quando a Educadora Bate à Porta

por Pedro Sousa em 17 de Maio de 2009

em País

Reportagem extraordinária a que passou hoje na TSF com o título “Quando a Educadora Bate à Porta”. Gente abenegada, de serviço “ao próximo”, que não se resigna. Sugiro a sua escuta, aqui.

Vivem em montes isolados, brincam com bacorinhos e galinhas e alguns nunca viram o mar. A distância e os recursos das famílias não lhes permite o acesso aos jardins de infância. Por isso, algumas vezes por semana, as educadoras fazem-se ao caminho.
O projecto de Educação Pré-Escolar Itinerante da Direcção Regional de Educação do Algarve já apoiou muitas crianças. Há dez anos, um milhar recebia a visita de 32 educadoras. Hoje, o número de crianças ronda a centena e as educadoras são 11. A desertificação das zonas mais interiores é evidente mas, mesmo quando só há um menino, a viagem não fica por fazer. Entre números, letras e desenhos aprendem miúdos e graúdos. 

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NÃO, JORNALISMO SÉRIO CONCERTEZA!!!

por Pedro Sousa em 16 de Maio de 2009

em País

images1TVI e PÚBLICO ” Hugo Monteiro [primo de José Sócrates] garante que José Sócrates conhece Charles Smith”

O que disse Hugo Monteiro ao Expresso “”Eu acho que eles tiveram uma reunião juntos. Pelo menos foi o que o meu pai me transmitiu“.  (pode ler aqui).

Alguma dúvida sobre o jornalismo travestido?

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MANIFESTO ELEITORAL ÀS EUROPEIAS

por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2009

em País

O partido Socialista já apresentou o seu manifesto eleitoral para as europeias. Quem o quiser conhecer é só clicar aqui

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