Ao ouvir falar da fusão/extinção de empresas municipais, lembro-me que ainda sou do tempo do PSD Arouca propôr uma empresa municipal para o turismo
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo da categoria:
Ao ouvir falar da fusão/extinção de empresas municipais, lembro-me que ainda sou do tempo do PSD Arouca propôr uma empresa municipal para o turismo
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Em Outubro de 2009, foi noticiado assim:
Numa visita ao concelho de Arouca, Paulo Portas revelou esta quarta-feira que se candidata a presidente da Assembleia Municipal de Arouca para ajudar a resolver o problema das acessibilidades num concelho «que está perto do litoral e longíssimo do progresso».
O presidente do CDS-PP, afirmou ainda que vai «dar um bom contributo» e «se necessário um murro na mesa» para que «a questão das acessibilidades se resolva».
Então, já se ouviu o murro no Conselho de Ministros?
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Com a devida vénia ao meu amigo António Jorge Brandão de Pinho
1887.II.16 – A Paróquia de Arouca solicita autorização ao bispo da Diocese do Porto, Dom Américo, para a mudança do Santíssimo Sacramento da igreja de S. Bartolomeu para a igreja do Mosteiro; 1887.IX.01 – Ficam concluídas as obras do actual cemitério da paróquia de S. Bartolomeu, Vila de Arouca. Precede-o: o primitivo cemitério paroquial que se situava frente à Igreja de S. Bartolomeu e, o cemitério da Misericórdia que se situava frente à respectiva Capela, no espaço ocupado, actualmente, pela Praça Brandão de Vasconcelos e Largo Dr. Angêlo Miranda; 1889.VI.26 – É concedida autorização à paróquia de S. Bartolomeu (Vila), para estabelecer a sua igreja matriz no templo do Mosteiro. Para conseguir este desiderato, importante se mostrou a influencia junto do Conde de Castelo de Paiva, Martinho Pinto de Vasconcelos Miranda Montenegro e, dentre outros, a influência do Doutor Inácio Teixeira Brandão de Vasconcelos e António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite, Burgo; 1889.VII.18 – São entregues à guarda e administração da Irmandade os paramentos, alfaias, relíquias, imagens, outros objectos de culto, etc. do mosteiro. (Diário do Governo, n.º158, dessa data); 1890.IX.07 – A Junta de Paróquia de Arouca, resolve fazer um leilão com os móveis, a pedra do campanário e a tribuna da igreja de S. Bartolomeu, antiga Igreja Matriz da Vila; 1891.II.05 – A Diocese do Porto permite a demolição da igreja de S. Bartolomeu, antiga igreja matriz da vila. Encontrava-se edificada onde é a actual Praça Brandão de Vasconcelos; 1894.VII.05 – A Câmara Municipal resolve, por unanimidade, dar o nome de António Teixeira Brandão de Vasconcelos, que foi da Alhavaite (Burgo), à Praça que se acabava de construir no centro da vila; 1897.IV.07 – Dá-se o falecimento do ex-presidente da Câmara António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite. Em sua homenagem foi dado o nome à principal praça da Vila; 1901.I.22 – São encetadas diligências com vista ao estabelecimento de um chafariz na Praça Brandão de Vasconcelos.
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Parece que esta novela vai voltar
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Depois de quase meio ano em queda, o número de desempregados em Arouca subiu de Junho para Julho quase 20%.
Más notícias, ainda que 22% abaixo dos valores do ano passado e abaixo da média nacional, estas variações merecem sempre a máxima atenção.
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No último relatório da Associação de Municípios sobre o número de trabalhadores por 1000 habitantes nas Câmaras Municipais, a Câmara de Arouca volta a mostrar uma gestão rigorosa e um planeamento atempado do número de funcionários.
O estudo agora divulgado, refere que em média, em Portugal, os municípios têm 19,6 funcionários por cada 1000 habitantes.
O Concelho de Arouca tem 9,1.
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O cartaz que o PCP/Arouca colocou na Praça Brandão de Vasconcelos, relativamente à intervenção prevista na mesma, é um curioso exercício de democracia.
Refere:
“A praça é de todos”, ou seja do povo. Imagino, portanto, que os únicos a ter algum direito a decidir em nome do povo serão os eleitos.
No entanto, o PCP acrescenta
“É favor não mexer”, ditanto, pelos vistos, o que se deve fazer ao bem público sem que para isso tenha recebido o “mandato” do povo.
Confusos??

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A Câmara Municipal de Arouca decidiu fazer uma profunda intervenção na malha urbana da vila de Arouca. O debate sobre essa intervenção tem dividido opiniões, nomeadamente quanto à intervenção na Praça Brandão de Vasconcelos.
O objectivo central desta operação é requalificar o centro histórico da vila, conferindo-lhe novos elementos de atractividade, mas mantendo o seu cariz de centro tradicional e local de representação da história e da cultura deste território.
pode ler-se no site criado para acompanhar a intervenção.
Sou totalmente a favor da intervenção por 3 motivos principais:
a) A razão menos importante: gosto bastante da solução encontrada. No entanto, como se sabe, gostos não se discutem. A Praça Brandão de Vasconcelos fica, com a solução encontrada, muito mais integrada com o espaço entre o Convento e a Sta Casa da Misericórdia. Mas, obviamente, aqui não é uma questão de gosto. A intervenção no Terreiro é extremamente feliz, devolvendo-lhe a dignidade que merece e tornando-o mais “próximo” do Convento.
b) Não considero que alterar o atual formato da praça atente contra a “história” de Arouca. Onde está hoje a Praça estava um cemitério, que entretanto alguém decidiu alterar e que se revelou uma acertada decisão. Assim, confio que os atuais arquitetos e técnicos de IPPAR que acompanharam e idealizaram a obra estão conscientes da sua importância e da sua história e tiveram isso em consideração. Aliás, a praça já foi alvo de uma intervenção perto do final do Sec. XIX, quando existiam, na realidade, 2 praças, a Alta e a Baixa, tendo o fontanário sido construído já no início do Séc XX.
c) O argumento da “crise” também não me parece relevante. Acreditando que a obra será importante para Arouca – como acredita a CMA – esta altura é boa para a fazer, dados os fundos disponíveis e a capacidade de individamento que a Câmara possuiu, fruto da rigorosa gestão que sempre teve. Além disso, sempre acreditei que o investimento público é importante na dinamização da economia, e canalizar estas verbas disponíveis para trabalhos “entregues” a empresas de Arouca parece-me uma excelente forma de investimento.

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