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Arouca
O indicador de clima económico “voltou a aumentar em Agosto, regressando a um nível próximo do que apresentou em Novembro de 2008″, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE), nos Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores.
http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1346824
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Os candidatos à Câmara Municipal de Arouca do Partido Socialista (PS) iniciaram o conjunto de visitas de trabalho pela freguesia de São Miguel do Mato. Isabel Vasconcelos e Margarida Belém reuniram-se, a 18 de Agosto, com dois dos candidatos do PS à Junta de Freguesia de S. Miguel do Mato, Joaquim Ferreira e Rui Rocha, tendo os mesmos sido os “guias” desta visita.
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Eis que os dados estão lançados e que já se conhecem os candidatos.
Convém referir que faço parte da lista de candidatos à Assembleia Municipal pelo Partido Socialista, numa lista liderada pelo Dr. Jorge Oliveira.
Conhecendo agora todas as listas, queria aqui reforçar o orgulho em pertencer a um partido que olhou para os objectivos antes de olhar para os resultados eleitorais. Que acredita que o trabalho desenvolvido até aqui permitirá – em conjunto com as propostas a apresentar ao eleitorado – que os Arouquenses reforcem a confiança no PS e nos seus candidatos. Por acreditar nisso, parte o PS para estas eleições escolhendo pessoas que considera mais valias para o desenvolvimento da actividade dos orgãos autárquicos, pouco preocupado com contabilidades eleitorais. A competência primeiro, em linha com os objectivos estratágicos definidos. É preciso agora partilhar a nossa visão com os arouquenses.
No caso da Câmara Municipal, estão definidos dois objectivos macro, que são a aposta no ambiente (que, obviamente, interage com diversas áreas) e o turismo. Curiosamente (ou não) onde o apoio do Governo PS (caso ganhe as eleições) será reforçado, tal como já referiu António Vitorino. Portanto, uma visão alinhada com o futuro Governo. Uma visão assumida pelo Engº Artur Neves e que procurará estimular ainda mais o desenvolvimento de Arouca.
Arouca precisa de olhar muito para além da mera gestão do dia-a-dia, com uma visão de autarcas modernos, com ideias novas, que acompanharam os tempos e procuram que o concelho que dirigem faça o mesmo. Não esquecer o que aflige os municipes na sua vida diária, mas conseguindo pensar de forma mais abrangente e estratégica, de que forma queremos posicionar Arouca.
Acreditando que estas serão as áreas de desenvolvimento futuro do município, foi necessário que a Câmara Municipal se rodeasse de quem melhor, entre os arouquenses, pudesse desenvolver estas áreas. Assim, ficamos a conhecer (quem não conhecia) a Dra. Isabel Vasconcelos, formação destacada em Ciências do Ambiente, tem interagido com diversos organismos do Ministério do Ambiente (portanto conhecedora do funcionamento do Estado nesta área) e assessorado a Câmara Municipal de Matosinhos do desenho da respectiva politica de gestão ambiental. Além disso, exerce actualmente funções na CCRN.
O Sr. Albino Oliveira, reconhecido pelo Engº Artur Neves e anterior vereação como um super-vereador, tantos foram os pelouros que conseguiu – à custa de muito sacrificio pessoal – gerir. Alguém muito próximo das freguesias e dos seus orgãos. Um conhecedor profundo das necessidades de Arouca e das diversas freguesias.
Contaremos também com a Dra. Margarida Belém, conhecedora profunda de Arouca e, principalmente, conhecedora das potencialidades turisticas do nosso concelho. Uma mais valia inquestionável num municipio que pretende apostar forte na manutenção de um sector que conheceu um crescimento extraordinários nos mandatos do PS e que urge agora desenvolver e reforçar. Com formação superior na área de Turismo, foi Chefe de Divisão de Promoção Interna e Externa na Região de Turismo da Rota da Luz (considerada, na altura, uma das melhores regiões de turismo do país).
Destaco apenas ambas estes 4 candidatos, não por qualquer desrespeito pelos restantes elementos, Dra Rosa Santos e o sr Mário Brandão, mas apenas pelo pragmatismo da análise de potenciais resultados.
Na Assembleia Municipal, o Dr. Jorge Oliveira operou uma renovação, não esquecendo a experiência de alguns elementos. Mistura de juventude com pessoas das mais diversas formações profissionais. Muitos que se estrearão na Assembleia Municipal, mas que se pretende sejam interventivos deputados municipais no apoio à Câmara Municipal, mas, acima de tudo, gente com espirito critico no acompanhamento, análise e fiscalização da sua actividade.
Os últimos 16 anos de gestão do Partido Socialista na Câmara Municipal representaram um desenvolvimento impar na história de Arouca. Não podemos parar agora. Arouca anda nas bocas do país e temos de continuar a capitalizar essa oportunidade.
Tal como nos últimos 16 anos, o PS quer estar presente em mais um capítulo do desenvolvimento de Arouca.
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Conforme a maioria de vós sabe fui, desde sempre, um militante de base do PPD/PSD que, por força de diferentes circunstâncias, desempenhou, ao longo dos tempos, os mais diversos cargos dentro das estruturas locais e distritais do partido, bem como nas estruturas autárquicas do nosso município.
Desempenhei as funções de vogal, de vice-presidente e de Presidente da C.P. da J.S.D. e do PPD/P.S.D. e fiz, honrosamente, ao longo de anos, parte de várias Assembleias Municipais presididas por ilustres companheiros deste grande partido, da Drª Salomé Martingo ao Professor Zeferino Duarte Brandão, passando pelo Professor Joaquim Brandão de Almeida. Tive igualmente o raro privilégio de partilhar lugar de bancada com o saudoso Dr. Arnaldo de Brito Lhamas e com ele aprendi a fazer politica, mas de forma séria e empenhada, como agora interessa a poucos. È pena porque se vão perdendo as referências e os (bons) exemplos. Sem memória e sem referentes não há política, mas politiquice.
De permeio, na minha caminhada “politica”, fui candidato a deputado à Assembleia da República pelo Distrito de Aveiro, desempenhei funções de adjunto do Presidente da Câmara de Arouca, Prof. Zeferino Brandão, fui membro da Assembleia de Freguesia de Arouca, e exerci, como ainda exerço, o cargo de líder parlamentar do grupo do PPD/P.S.D., na Assembleia Municipal de Arouca, a par de membro da Assembleia Metropolitana do Porto e de vogal do Conselho de Jurisdição Distrital do PPD/PSD de Aveiro.
Durante todo este tempo, travei várias batalhas politicas, uma ganhas outras perdidas, sempre com empenho, desinteresse pessoal e procurando servir, acima de tudo, os superiores interesses da minha terra e do meu País, conforme disso podem ser testemunhas os que me acompanharam, mormente os meus adversários políticos.
Posto isto e como era expectável, com o aproximar das próximas eleições autárquicas, fui convidado pelo Presidente da actual comissão politica do PPD/PSD, e candidato à Câmara Municipal de Arouca, a assumir a responsabilidade de novo mandato na Assembleia Municipal, nos seguintes termos:
Que era reconhecido por todos a minha capacidade de liderança do grupo do PPD/PSD na A.M;
Que tinha tido ao longo dos anos, e concretamente nos últimos quatro anos, uma prestação ímpar e de elevada qualidade;
Que o valor da minha prestação era igualmente reconhecido e respeitado pelos adversários políticos;
Que a minha participação na futura Assembleia Municipal era da maior importância em face da qualidade da minha prestação e capacidade de liderança, bem como pelo aturado conhecimento que tenho da realidade do Município;
Que desejava (m) que continuasse a desempenhar as funções de líder da bancada do PPD/PSD e que concorresse em nome do PPD/P.S.D. a novo mandato na Assembleia Metropolitana do Porto;
E por último, que aceitasse o… terceiro lugar (!) ou, na melhor das hipóteses, o segundo, na lista de candidatos à Assembleia Municipal a apresentar pelo P.S.D. nas próximas eleições autárquicas.
Ora, por tudo o que me foi dito, ou mais ainda pelo que sinto e sei, e sem falsas modéstias, até porque já fui por duas vezes o número dois na lista à A.M., a consequência natural(íssima) era que fosse candidato do PPD/P.S.D. à Presidência da Assembleia Municipal. Sê-lo-ia por mérito e por justiça, e não por razões pseudo-eleitoralistas ou outras ainda mais enviesadas.
Tenho enorme dificuldade em perceber a “lógica” inerente a semelhante raciocínio onde a conclusão não tem rigorosamente a ver com as premissas.
Posto isto, não me restou outra alternativa senão a de não aceitar o “convite” da actual comissão politica.
Senti a necessidade de dar esta explicação pública pelas muitas abordagens que, acerca deste assunto, tenho tido por parte de militantes e simpatizantes do PPD/PSD e da JSD, pelos meus pares que me acompanharam ao longo do tempo na Assembleia Municipal e por um conjunto anónimo de pessoas que se interessam por estas coisas.
Agradeço às diferentes forças políticas que me endereçaram honrosos convites para as suas listas que declinei por dever de consciência
Sou e continuo a ser, honrosamente, militante do PPD/P.S.D., (porque, felizmente, o todo não é igual, nem se confunde, com a parte), continuarei a acompanhar atentamente a política local e hei-de estar sempre disponível para fazer mais e melhor política.
Desejo que, quem quer que seja o vencedor das próximas autárquicas, se apaixone pelo que faz e dê o melhor de si para bem de todos nós que cá vivemos, de facto.
Luís Ferreira da Silva – Militante do P.S.D. n.º 8009
retirado do Roda Viva
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TAL COMO NOTICIADO EM PRIMEIRA MÃO PELO RODA VIVA
O líder do CDS-PP vai concorrer à Assembleia Municipal de Arouca nas eleições autárquicas de 11 de Outubro.
Paulo Portas, que encabeça a lista do CDS-PP pelo círculo de Aveiro nas eleições legislativas, disse à Lusa que a decisão de se candidatar se deveu «à fidelidade pelo distrito».
«Faz parte da experiência política ter uma ligação, uma forma de serviço público, mais próxima da comunidade», afirmou, apontando ainda o objectivo de «dar o exemplo» para «todo o partido no empenhamento também nas autarquias».
mais http://diario.iol.pt/politica/paulo-portas-cds-pp-arouca-tvi24-autarquicas/1082472-4072.html
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Porventura já todos sabiam mas eu não: os Contemporâneos fizeram um sketch (com pouca piada, diga-se) sobre um festival em Arouca.
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Ponto prévio: Conheço o Dr. Campelo de Sousa há muitos anos e é, em grande parte a ele, que se deve o meu interesse pela política em Arouca (juntando também o Dr. Gomes Ferreira). O seu trabalho por Arouca é extremamente meritório (e não só agora na Câmara) mas, muitas vezes, no melhor pano…
De todo o processo que decorreu e aparentemente levou à saída do Dr. Campelo de Sousa, uma ideia ficou clara: as coisas poderiam e deveriam ter sido feitas de maneira diferente. Mas não foram…
Acho, no entanto, que o Dr. Campelo levou longe demais a vontade de protagonizar o facto político destas eleições acabando, por diversas razões, por perder grande parte da eventual razão. Porquê?
- As questões políticas tratam-se no orgãos respectivos. Trazer tudo isto para a praça pública demonstra que a vontade não é só resolver ou tomar uma posição. Pretende-se mais do que isso.
- Muito do que diz o Dr. Campelo assenta na defesa do Dr. Jorge Oliveira, que – julgo eu – não lhe terá encomendado qualquer tese de defesa, por, provavelmente, tomar em mãos os seus próprios assuntos.
- Levantar agora a bandeira de que não existem socialistas nas listas é uma falsa questão, pois na última lista do Dr. Armando Zola também não constava nenhum socialista em lugar elegível e não é conhecida ao Dr. Campelo de Sousa qualquer oposição a esse facto. Nem nos orgãos nem, muito menos, na imprensa.
- A entrevista trata com alguma sobranceria o líder do PS local, o Engº Tavares. Expressões como “bom rapaz” ou “gosto muito dele” parecem-me infelizes quando estamos a tratar de um tema político e a dar uma entrevista a um orgão de informação. Num café, talvez…
- Aliás o Dr. Campelo de Sousa diz à Rádio que “não é por prazer que estou aqui”, mas ainda assim ainda passou por mais meia dúzia de orgãos de imprensa;
- Em análise quem ganhou com tudo isto?
- A autarquia? Não
- O Partido Socialista? Não
- O Dr. Campelo? Sim
- A oposição? hummm… Sim, talvez.
Alguém se lembra de mais alguém que ganhe algo com tudo isto?
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O actual presidente da Câmara Municipal de Arouca e cabeça de lista pelo Partido Socialista (PS) nas próximas eleições autárquicas à edilidade local, Artur Neves, irá apresentar na próxima quinta-feira, 13 de Agosto, a equipa que o acompanhará num próximo mandato, caso venha a ser eleito.
Será pelas 21h30, na sede de campanha, situada na Avenida das Escolas, a qual será inaugurada na ocasião. Apresentados serão também os candidatos do PS à Assembleia Municipal de Arouca. Convidam-se todos os órgãos de comunicação social e todos os arouquenses a estarem presentes.
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Com este tema na moda lembrei-me que o primeiro artigo que publiquei no Roda Viva enquanto “cronista”, ou seja, com espaço próprio, versava sobre esta temática.
Assim, decidi transcrevê-lo para aqui. Que fique claro… trata-se do ano de 1993 (ou seja tinha eu – cof cof – 20 anos e ainda não se sabia, por exemplo, o que era um mail ou um CD) e achava que tinha irreverência normal (ou talvez não) para a idade. Aqui vai:
A POLITICA DE JUVENTUDE
Sempre que sou inquirido sobre a politica de juventude da Câmara Municipal de Arouca tenho a tendência a dizer que ela é “Completamente Nula”. Mas depois lembro-me que é mentira. Temos um torneio de futebol que até dura um mês. Mas é só. E ainda por cima só até aos 14 anos (espero não estar enganado). Será que daí para cima não há jovens?
Fala-se hoje da droga e sabe-se que a falta do que fazer é, muitas das vezes, meio caminho andado para a entrada nos meandros desse vício. E não se pense que é dramatizar em exagero. A droga está, cada vez mais, presente em Arouca.
Mas a que se deve toda esta inércia da Câmara em relação à juventude?
É dificil, para quem está de fora analisar a questão, mas mesmo assi arrisquemos. Existem três factores principais:
O primeiro tem a ver com a média de idades das pessoas que, actualmente, estão na Câmara Municipal. Não querendo estar a chamar ao edífico “Lar da Terceira Idade” a verdade é que a juventude não impera no elenco camarário e, como tal, as ideias jovens e para os jovens também não. Vejam-se outras localidades onde há musica, concursos, teatro, cinema (o nosso vamos esperando), animação nocturna, etc. Nota-se um esforço em ocupar a juventude (e não só). Parafraseando Zeca Afonso “O que faz falta é animar a malta…”
Outro dos factores pode ser o das prioridades, isto é, a Câmara tem coisas muito mais importantes a fazer e com que se preocupar. Se assim for… bem, pode ser um grande erro. A verdade é que a juventude é, quer se queira quer não, o futuro. E se não se motiva desde já a juventude em todos os campos, teremos um fenómeno actualmente muito comum no interior do nosso país: a desertificação. Se for verdade que a Juventude não é uma prioridade da Câmara Municipal de Arouca fica o conselho: redifinam as prioridades (que, a bem dizer, o povo não conhece).
Mas, também tem de se reconhecer, não se pode esperar que a Câmara seja o bastião da actividade juvenil. Afina, a Câmara já dá milhares de contos às demasiadas associações que existem no nosso concelho.
Chegamos assim a um dos maiores problemas de Arouca (que até já mereceu destaque na imprensa nacional): a paralisia associativa. A taxa das associações que realmente trabalham deve ser, mais ou menos, 10% (contas por alto). É devido a isto que a Câmara tem de ter a coragem necessária para acabar com o clientelismo e subsidiar só quem merece. Antes de dar dinheiro que obrigue as associações a apresentar um projecto de relatório de actividades. Se, no ano seguinte, se constatar que a maior parte das actividades não se realizaram, cortem-se os subsidios.
Enquanto estes três pontos, para mim base do problema, não forem analisados e revistos, a juventude arouquense vai continuar sucessivamente a dizer “Isto (Arouca) é uma grande seca”.
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