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Arouca

Câmara Municipal prepara Plano de Contingência para a H1N1

por Pedro Sousa em 9 de Agosto de 2009

em Arouca

O Gabinete Municipal de Protecção Civil tem já em andamento um Plano de Contingência para a pandemia da Gripe A (H1N1). O objectivo deste Plano é garantir a continuidade da prestação dos serviços essenciais do Município, em caso de pandemia.

Estão também previstas no Plano medidas de protecção para escolas, juntas de freguesia e outras instituições públicas, privadas e associativas, sobretudo ao nível da informação e sensibilização. O Plano não esquece também o apoio social a pessoas idosas e isoladas, mobilizando, para o efeito, o serviço de Acção Social.

A situação não é, pelo menos por enquanto, de grande alarme, mas, todavia, o Gabinete Municipal de Protecção Civil aconselha a adopção das medidas sugeridas, nomeadamente pela Direcção-Geral da Saúde.

Mais informações em www.cm-arouca.pt e em http://www.dgs.pt/.

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Vamos lá ser claros

por Pedro Sousa em 8 de Agosto de 2009

em Arouca

Quando um elemento da UPA diz (no Jornal Discurso Directo) que “os melhores não aceitam ser candidatos” está a tentar dizer-nos o quê da sua lista?

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NÃO DÁ PARA MAIS…

por Pedro Sousa em 5 de Agosto de 2009

em Arouca

imagesFaz amanhã (dia 07) um mês que a JSD prometeu, com grande alarido, “denunciar as promessas incumpridas pelo executivo socialista”.

Começaram pelo óbvio: a variante. Tiveram até a original ideia de colocar um trapo no início da variante com essa denúncia.

Um mês depois aconteceu o que eu escrevi aqui: NADA. O PSD e a sua Jota não conseguem encontrar mais motivos de critica.

Não porque o trabalho do Engº Neves e do Partido Socialista tenha sido perfeito, obviamente. Apenas porque para iniciar um processo de “denuncia de promessas incumpridas” é necessário que isso efectivamente tenha acontecido. Não basta querer para que elas aparareçam.

Aguardo com expectativa a campanha positiva que esse partido trará, mostrando que é diferente do PSD Nacional, isto é, trará ideias, debate e um programa.

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ULTIMA HORA – André Almeida

por Pedro Sousa em 5 de Agosto de 2009

em Arouca,País

O que corre na net é que o deputado André Almeida estará em 10º lugar na lista de Aveiro.

O PSD poderá eleger 8 deputados (a não ser que tenha uma vitória esmagadora). No entanto, existem sempre as subsituições ou saídas.

Contaremos novamente com um deputado arouquenses na Assembleia?

Queria no entanto ressalvar que, dado que André Almeida esteve contra Manuela Ferreira Leita nas eleições do Partido, o facto de ele estar na lista é demonstrativo da qualidade do trabalho que desenvolveu.

Pena ser no partido errado!!

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a dança das cadeiras

por Pedro Sousa em 4 de Agosto de 2009

em Arouca

Quando era mais novinho, jogava muitas vezes a dança das cadeiras. Quando a musica acabava, todos tentavamos arranjar lugar.

Nesta altura de escolha de listas para a Câmara, começa agora a musiquinha… todos de roda dos lugares, a ver quem senta primeiro.

E a vontade de “alapar o rabo” dá cabo de princípios, de antigas lutas, de posições políticas.

Pelo que se ouve dizer, há uma lista que vai incorporar quem queira muito uma cadeira, nem que para isso tenha de mudar a musica que anda a trautear há muitos anos.

Eu lembro-me, que mesmo em miudo, por muita vontade que tivesse de “alapar o rabo” não atropelava regras e queria ganhar o jogo de cabeça levantada.

Mas há quem, por um lugar sentado, seja capaz de tudo.image

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Assegurar a cobertura total do concelho – até 2013 – em termos de redes de água e de saneamento, garantir a via estruturante até à Feira, consolidar o Arouca Geopark e edificar a maior central de biomassa do país – a meias com Castelo de Paiva – estão entre as principais apostas estratégicas de Artur Neves, visando um segundo mandato como presidente da Câmara de Arouca.

mais in Diarioaveiro.pt
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Polis XXI traz oportunidade de investimento a empresários

por Pedro Sousa em 1 de Agosto de 2009

em Arouca

Depois de aprovado o Projecto de Regeneração Urbana do Centro Histórico de Arouca, com excelente pontuação, e numa lógica de Estratégia de Eficiência Colectiva, envolvendo os empresários que desenvolvem a sua actividade na zona de intervenção, estão abertas, até 30 de Setembro de 2009, as candidaturas a apoios para projectos privados de modernização. Serão contemplados estabelecimentos comerciais, de serviços ou restauração que tenham projectos de criação, modernização, requalificação e racionalização, com objectivos de revitalização económica, devidamente enquadrados no programa de acção definido.
 
O Plano de Acção, apresentado no âmbito desta candidatura, já previa uma Acção Complementar denominada Modernização e dinamização do comércio e restauração no Centro de Arouca (Estratégia de Eficiência Colectiva). Aliás, o projecto de Arouca foi um dos poucos que conseguiu aceder a esta linha de financiamento.
 
Fazem parte da zona de intervenção deste projecto a Avenida 25 de Abril, a Praça Brandão de Vasconcelos, Alameda D. Domingos de Pinho Brandão, a Travessa da Ribeira e a Zona H7. Podem ainda ser abrangidas as artérias adjacentes a estes espaços.
 
Os projectos dos empresários arouquenses podem ser apresentados até 30 de Setembro de 2009, sendo o limite mínimo de despesa elegível 15.000 euros e máximo 300.000 euros. São elegíveis despesas com obras de remodelação, adaptação/ampliação, desde que estejam relacionadas com o exercício da actividade

in Metronews

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Arouca adopta contratação electrónica

por Pedro Sousa em 1 de Agosto de 2009

em Arouca

Estão a ser concluídos os últimos testes da plataforma electrónica de contratação pública da Câmara Municipal de Arouca, anuncia o organismo. Como tal, «a inscrição prévia dos vários fornecedores que manifestaram interesse em aderir a esta plataforma está a ser ultimada, e pretende-se que esta ferramenta esteja em pleno funcionamento ainda antes do prazo estipulado». Os fornecedores interessados em inscrever-se na plataforma electrónica de contratação da Câmara de Arouca podem fazê-lo neste link.

A medida visa dar cumprimento ao decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros, que, no âmbito do Código dos Contratos Públicos, estabelece que a implementação de plataformas electrónicas de contratação pública seja obrigatória até 31 de Outubro.

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Apresentação Pública de José Artur Neves como candidato à Câmara Municipal de Arouca.

O evento vai-se realizar na próxima Sexta-feira, 31 de Julho pelas 21H30 no cinema Globo de Ouro em Arouca.

Serão apresentados, também, os candidatos às Juntas de Freguesia.

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A CARTA DE DESPEDIDA

por Pedro Sousa em 29 de Julho de 2009

em Arouca

A vida de todos nós é feita de surpresas, nem todas boas!

Pela minha parte, confesso que não esperava algumas que tenho tido ultimamente, do mesmo modo que tão pouco esperava ser eu próprio motivo de surpresa para alguém!

Ora vejamos:

Nunca, até há cerca de 4 anos atrás, admiti a mim próprio, sequer como hipótese, que algum dia pudesse vir a desempenhar funções executivas na Câmara Municipal.

E o que é que se passou?

Em 2005, o PS esteve na iminência de não apresentar candidaturas às eleições autárquicas. Alguns acharão que foi uma pena tê-las apresentado!… Mas, adiante!…

A situação era tanto mais grave quanto é certo que o PS acabou por ganhar as eleições para a Câmara, ainda que apenas com maioria relativa, o que significa que apresentou aos Arouquenses uma equipa e um programa mais credíveis do que os das várias forças políticas concorrentes.

Tal como já havia acontecido há 8 anos atrás, também há 4 anos fui eu um dos artífices fundamentais da estratégia política que veio a ser definida e executada para as eleições autárquicas. Aliás, os pilares e as fases mais importantes dessa estratégia foram modelados, desenvolvidos e discutidos em minha casa.

Foi aí, na minha casa, que há 8 anos se decidiu que o nº 2 da lista da Câmara seria o senhor Engº Artur Neves, e se formatou toda a estratégia política de que resultou a vitória eleitoral então obtida pelo Dr. Zola sob a bandeira do PS.

Do mesmo modo, foi aí, na minha casa, que, há 4 anos, se repetiu o essencial do ritual para, desta vez, apresentar o senhor Eng. Artur Neves como cabeça de lista do PS.

Mas, a formação da lista para a Câmara em 2005 foi um processo assaz atribulado, que esteve a um passo muito curto de se tornar uma “missão quase impossível”.

E isto porque, para além de o processo ter começado muito tarde, os 2 primeiros convidados para cabeça da lista à Câmara demoraram cerca de 6 semanas a recusar o convite que lhes foi dirigido, primeiro a um e, depois, a outro.

E, quando, por fim, já em desespero de causa, se encontrou um candidato para o primeiro lugar da lista, o primeiro dos convidados para o 2º lugar demorou mais de 2 semanas a responder “não, obrigado”, e o segundo convidado viria a ser vetado por quem na altura se arrogava o privilégio de poder fazê-lo.

E, nesses convites frustrados, perderam-se dois preciosos meses, quer para o processo relativo à candidatura à Câmara, quer, por arrastamento, para o da assembleia municipal, e para o das juntas de freguesia.

Com o termo do prazo para a entrega das listas no tribunal a aproximar-se rapidamente, e tudo praticamente por fazer, e com tantos obstáculos e percalços a vencer, um dos quais e dos mais difíceis era a desconfiança de alguns sectores relativamente ao cabeça de lista à Câmara, senti que, ou eu me dispunha a assumir o 2º lugar na lista ou se caminhava inexoravelmente para a situação dramática, inédita, escandalosa, caricata e humilhante para Arouca de, pela primeira vez no regime democrático, o PS não apresentar candidaturas às eleições autárquicas.       

Acontece que eu jamais ambicionara ou admitira sequer vir algum dia a desempenhar algum cargo executivo (na Câmara), seja como vereador ou mesmo como presidente.

Por isso, tais cargos sempre estiveram fora, permanente e firmemente fora, dos meus horizontes de vida, como, de resto, fiz questão de afirmar e repetidamente enfatizar sempre que alguém me acenava com essa possibilidade ou me desafiava para assumir tais responsabilidades.

As minhas prioridades, os meus projectos de vida e a minha vocação foram desde sempre a minha actividade profissional, primeiro na Administração Pública e, depois, desde há 20 anos, na advocacia. 

Mas, como se me tivessem rogado uma praga, eis que o ano de 2005 chegou e, com ele, a factura onerada com juros muito elevados!…

A verdade é que (especialmente depois de serem conhecidas as candidaturas das forças políticas concorrentes) eu senti pesar sobre mim a responsabilidade de ocupar o 2º lugar na lista, a despeito de não ser então o Presidente da Comissão Política do PS de Arouca, pagando, para tal, o preço que se mostrasse necessário, a fim de evitar a tragédia e a humilhação que seria para Arouca a não apresentação de candidaturas às eleições autárquicas daquele ano.

E não tive escolha: os imperativos da responsabilidade política, cívica e social, e o amor a Arouca pesaram muito mais do que as minhas conveniências pessoais e interesses legítimos, incluindo os aspectos de natureza económica e outros de natureza familiar.

Após a vitória eleitoral do PS, em que muito poucos acreditavam, consegui uma solução de compromisso possível entre a minha profissão de advogado (de que não podia nem queria abdicar em circunstância alguma) e as responsabilidades autárquicas.

Assumi, pois, primeiro, as funções de vereador a meio tempo, a que se juntaram, desde logo, em acumulação, os cargos de vice-presidente da Câmara e presidente da direcção da Adrimag (prestigiada associação de âmbito intermunicipal que dá actualmente emprego a 22 colaboradores).

Pouco depois, mantendo embora, oficialmente, o cargo de vereador ainda a meio tempo, mas com o outro meio cada vez mais encolhido, passei a acumular aqueles cargos com a responsabilidade de criar o Geoparque Arouca e constituir a respectiva Associação, presidir à sua comissão instaladora e à Direcção eleita nos termos dos Estatutos que eu próprio elaborei, e, bem assim, a presidir à Direcção da Minha Terra-Federação (de âmbito nacional) das Associações de Desenvolvimento Rural.

Para além disso, o cargo de vereador a meio tempo (com os pelouros do urbanismo, recursos humanos e alguns segmentos da área financeira sob a minha responsabilidade) ainda permitiu superintender o Gabinete Jurídico, quer apoiando a senhora Dra. Paula Pinto (jurista profissionalmente muito dotada, competente e dedicada) quer substituindo-a nas suas férias e, bem assim, durante os 5 meses que esteve ausente dos serviços por licença de maternidade.

Tanto trabalho para um simples vereador a meio tempo!…

Trabalho a que me devotei intensamente e sempre movido, apenas e só, pelo interesse do Município, e no qual sempre procurei honrar o compromisso assumido na campanha eleitoral: “servir os Arouquenses”!

Na hora em que, por decisão minha, termino a honrosa missão de serviço público que tenho vindo a desempenhar como vereador a meio tempo – a partir de amanhã, dia 28, cesso as funções de vice-presidente, e, a partir de 31 de Agosto próximo, deixo o cargo de vereador a meio tempo – não ficaria de bem comigo mesmo se desperdiçasse esta oportunidade de lhe testemunhar, a si em particular, quão gratificante e enriquecedor foi para mim este tempo em que tive a felicidade e o privilégio de trabalhar consigo (e com todos os demais que vêm dando no dia a dia o seu melhor) por Arouca e pelos Arouquenses.

Por certo se interrogará – muito se interrogarão! – porquê renunciar nesta altura aos cargos e cessar as funções inerentes, e não no final do mandato, afinal já tão próximo?

Faço-o porque o tempo entretanto decorrido já me permitiu conhecer a inteireza de carácter e as qualidades pessoais que definem a verdadeira dimensão moral, social e política daqueles com quem tive a oportunidade de trabalhar e colaborar.

Faço-o ainda porque, para além das múltiplas e relevantes razões por que nem sequer deveria ter assumido aqueles cargos, outras surgiram muito recentemente, mas, ao menos para já, me abstenho de explicitar, que tornam absolutamente insustentável e inexigível a minha continuação no exercício daqueles cargos.

Faço-o, finalmente, porque os compromissos eleitorais realmente importantes para este mandato, ou já se cumpriram ou já não se cumprirão!

Posso, pois, de consciência tranquila, partir desde já, sem que os interesses relevantes do Município fiquem minimamente em risco.

Ainda assim, continuarei, salvo algum imprevisto inultrapassável, a cumprir o mandato de vereador para que fui eleito (agora sem pelouros) até à entrada em funções dos novos órgãos autárquicos a eleger em 11 de Outubro próximo.

Sinto-me feliz, realizado, por ter estado associado e participado no muito de bom que se fez por Arouca e fica a marcar este mandato.

Terminada, ainda que um pouco prematuramente, a missão de serviço público, que assumi há quase 4 anos, não vou fugir (!!!!!…)

Não vou alhear-me do que fica nem dos que ficam. Como alguém, de quem, aliás, não sou admirador, diria: “vou andar por ai”.

Quero, nesta hora dizer-lhe que foi uma honra enorme e um desafio gratificante e inesquecível ter desempenhado este mandato a servir consigo e outros mais os Arouquenses, que são a razão de ser da existência dos serviços municipais e dos seus funcionários.

Finalmente, quero desejar-lhe as maiores felicidades pessoais e os maiores êxitos profissionais, e agradecer-lhe vivamente, de todo o coração, o notável contributo que deu, e o esforço, dedicação e paixão que juntou aos meus, em ordem a fazermos deste nosso concelho uma terra que nos enche de orgulho e onde é cada vez mais agradável viver.

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