Para quem tem dúvidas sobre a qualidade do jornalismo do Jornal de Belmiro de Azevedo, sugiro a leitura deste post fantástico: aqui
JORNALISMO DE QUALIDADE DUVIDOSA
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
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{ 3 comentários… lê abaixo ouadiciona }
Tens de tirar um curso intensivo para aprender a fazer links nos posts do wordpress.
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O jornalismo que não tem duvidosa qualidade é aquele que anda de orelhas baixas a lamber as botas do primeiro ministro e companhia bela… Infelizmente já pouco resta de jornaliosmo isento e verdadeiramente livre… O ” Público”, a bem ou a mal, foi dos poucos jornais que foi denunciando o que o senhor engenheiro gostaria varrer para debaixo do tapete…
Caro Azevedo,
Deixe-me citar o Provedor do Leitor do Público… portanto, o provedor do próprio jornal… já percebeu? O Provedor do Público, sobre a questão das escutas disse (sublinhados meus):
“Este caso não só se reveste de enormes implicações, por estar em causa a relação entre dois órgãos de soberania, como suscita diversas questões relacionadas com a prática jornalística, o que levou o provedor a aprofundar a sua investigação muito para lá da queixa do adjunto governamental, abrangendo todo o procedimento do PÚBLICO no processo. [...]
Pelo que o provedor percebeu, só há uma fonte, que é sempre o mesmo colaborador presidencial que tomou a iniciativa de falar ao PÚBLICO em 2008, mas este milagre da multiplicação das fontes é uma velha pecha do jornalismo político português e não vale a pena perder agora mais tempo com ela. [...]
Solicitados pelo provedor a explicar por que razão os dados recolhidos há ano e meio por T.N. [Tolentino de Nóbrega], e que de algum modo contrariavam a versão do assessor de Belém, não entraram na notícia sobre o “espião” de S. Bento, nem J.M.F. [José Manuel Fernandes] nem L.A. [Luciano Alvarez] responderam [....]”
Como vê, o próprio Provedor achas este jornalismo de sarjeta… só o diz de forma mais polida.
Um abraço.