Entre os dias 22 e 25 deste mês, estarei aqui: Istambul

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“Esta mania de querer parecer culto traduz um problema de carácter”, referiu José Pacheco Pereira sobre Pedro Passos Coelho em Fevereiro de 2009. O mesmo Pacheco Pereira que, igualmente em 2009, afirmou que não compreendia como é que Passos Coelho queria fazer parte das listas de candidatos a deputados de uma direcção com que não se identificava.
Ironia das ironias: Pacheco Pereira é deputado numa altura em que lidera o PSD uma direcção com que não se identifica e, mais grave ainda, sob a liderança de alguém que considera ter um problema de carácter. Perante um cenário destes, em coerência, esperava-se que renunciasse ao seu mandato. Curiosamente, tal não aconteceu. Depreendo que, afinal, o problema de carácter não será tão relevante como pensara e a falta de identificação entre os deputados e a liderança do partido até pode ser uma mais valia. É a vidaPaulo Gorjão aqui
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Lendo o artigo no Discurso Directo de um dos principais elementos do PSD Arouca na Assembleia Municipal (Pedro Teixeira), percebe-se que a ideia desse partido sobre o Orçamento das GOP de 2010 da Câmara Municipal é:
«[...] este Presidente e seus vereadores executivos mostram-se alheados da realidade arouquense e demais forças políticas[...]»
«[...] Não houve qualquer intenção de diálogo»
«O documento é marcado por uma realidade que vai apertando e acinzentando a situação financeira do município»
«[...] sobrando alguns “trocos” para umas operações de cosmética, uns foguetes e uns brindes aos Presidentes de Junta de Freguesia que se portarem melhor…».
Dos vereadores do PSD pode ler-se noutro local que acham que «São cada vez mais e maiores as despesas correntes do Município» e que «Esbanjam-se fundos emprestados em algumas iniciativas para “encher o olho” e investe-se teimosamente em iniciativas de cunho populista».
E tendo tudo isto em consideração, o que determinou a coerência social democrata? A abstenção… ou seja, lavar as mãos sem assumir as criticas. A posição confortável de quem não quer ser confrontado com posição nenhuma.
Foi isto…
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Eis alguns retratos de Portugal pela pena corrosiva de Guerra Junqueiro nas “Anotações” anexas à sua obra “Pátria” publicada em 1896:
“ (…Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro”; “Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País”; “A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas”;
“Dois partidos (…) sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, (…)”;
”Um regime económico baseado na inscrição e no Brasil, perda de gente e de capital, autofagia colectiva, organismo vivendo e morrendo do parasitismo de si próprio”; “Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, o direito garantido virtualmente na lei, posto, de facto, à mercê dum compadrio de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários”;
“E se a isto juntarmos um pessimismo canceroso e corrosivo, minando as almas, cristalizado já em fórmulas banais e populares [...] teremos em sintético esboço a fisionomia da nacionalidade portuguesa no tempo da morte de D. Luís (…).”
Pelo que se pode ler, e do resto que não coube nesta coluna, conclui-se que o drama nacional não é episódico. É idiossincrático.
José Luis Seixas
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Os números não enganam: os portugueses trabalham menos do que os europeus, mas, mesmo assim, têm recebido aumentos de salários superiores à média europeia. É assim na terra dos ‘direitos adquiridos‘.
I. Uma das coisas que mais choca numa certa mentalidade portuguesa, mantida pela cultura dos ‘direitos adquiridos’, é aquela estranha ideia de que o dinheiro não resulta do trabalho. Ao longo das últimas décadas, os ‘tugas desligaram a ideia de ‘riqueza’ da ideia de ‘trabalho’. Tenho sempre a impressão de que muita gente acha que o dinheiro é um acto administrativo. Isto é, muita gente acha que “eles” (o governo) tem uma torneira mágica, e que basta abrir administrativamente essa torneira para haver aumento de salários.
II. Só há uma maneira de sairmos da crise: temos de trabalhar mais. Os números não enganam. Os portugueses trabalham 38.8 horas por semana, quando a média europeia é de 40. Os portugueses colocaram Portugal a crescer apenas 1,45% (entre 2004 e 2007), enquanto que a média europeia de crescimento foi de 2,63%. Mas, apesar disto, os portugueses receberam um aumento real de salários de 3,9%, enquanto que o aumento real na Europa foi só de 2,1%. Há aqui muita coisa que não está certa nas contas portuguesas.
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Liberdade de informação é o Público fazer links para o Canal Parlamento quando na Comissão de Ética decorrem as audições da brigada do reumático (Guedes, Moniz, Crespo, Fernandes…) e silenciar, por exemplo, que hoje estão a ser ouvidos Augusto Santos Silva, Emídio Rangel e Paes do Amaral.
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Parece que aqueles que queriam gerir as contas do país e diminuir o endividamento, nem sequer as contas da casa sabem tratar… LOL
PSD tem mais dívidas do que todos os outros partidos juntos
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Deu para perceber num breve passeio pela vila que, por qualquer razão, os arouquenses acharam que o pessoal qu recolhe o lixo não tem direito a feriados.
Que ideia idiota é essa de colocar o lixo na rua num feriado? Por favor…
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Como é que se eleva a moral de um pai? Receber um Registo de Avaliação do filhote que diz “O Xavier é um aluno muito responsável, muito empenhado em executar brilhantemente as tarefas propostas e com boa capacidade de aprendizagem. É um aluno que desde sempre foi muito autónomo e independente.”
Pronto… É isto!!!
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Está disponível, a partir de hoje, a Agenda Electrónica do Município de Arouca. Trata-se de uma aplicação em formato «pdf», de fácil consulta, que está disponível para leitura/download no portal municipal. Aí constam os eventos e actividades mais marcantes do mês de Abril, para os quais estão, desde já, todos convidados. Consulte a agenda em www.cm-arouca.pt.
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