E ESTA, EIN?

por Pedro Sousa em 7 de Setembro de 2010

em País

Obama propõe grande plano de infraestruturas para conter desemprego

Obama anunciará, segundo a Bloomberg, um plano de construção de infraestruturas para impulsionar a recuperação da economia americana a orçar os 50 mil milhões de dólares (cerca de 38,7 mil milhões de euros).

O plano centrar-se-á no melhoramento de infra-estruturas de transportes existentes, como a renovação de estradas e aeroportos, investimento em sistemas de controlo aéreo, e na construção de raiz de outras valências, como o investimento em auto-estradas e no comboio de alta velocidade

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O crescimento a qualquer custo

por Pedro Sousa em 4 de Setembro de 2010

em País

É fácil conseguir o crescimento económico, basta juntar as receitas de Medina Carreira, as proposta que Ângelo Correia explicou a Pedro Passos Coelho, promover o despedimento de 150.000 funcionários em tempos proposto por Miguel Cadilhe, adoptar o projecto de revisão constitucional desenhado por Paulo Teixeira Pinto e seguir as brilhantes sugestões avulsas do bem sucedido Carrapatoso.

Outra solução seria o Estado empregar todos os desempregados dando prioridade aos professores, aumentar os funcionários tal como propõe Carvalho da Silva e multiplicar os apoios sociais seguindo as propostas do PCP e do BE.

Não pretendo com o sarcasmo dar razão a uma outra solução sarcástica feira por Manuela Ferreira Leite, a de que a melhor forma de fazer as reformas seria suspender a democracia durante uns tempos o que, aliás não é nada de novo, a democracia já esteve suspensa durante quarenta e oito anos e no pós-25 de Abril ocorrerem também algumas suspensões temporárias.

Só que Manuela Ferreira Leite brincou com as dificuldades de implementar determinadas reformas no contexto de uma democracia, muito dos nossos liberais feitos em MBA apressados parece terem perdido a lucidez ao ponto de num momento de desorientação do PSD levarem este partido a embarcar num delírio quase colectivo. Em vez de propor a suspensão da democracia adoptaram um projecto de revisão constitucional esquecendo que Portugal tem mais de dez milhões de portugueses enquanto que o Tribunal Constitucional apenas tem uns quantos juízes.

evidente que Portugal precisa desesperadamente de crescimento económico, mas é importante não perder a lucidez ao ponto de esquecer que o crescimento económico só faz sentido se for conseguido com produção de riqueza e garantindo que esta riqueza é repartida por todos os portugueses, não podendo ser medida apenas pelo PSI20.

De nada serve ao país a que os Mellos criem mais riqueza investindo na saúde privada se isso apenas é conseguido à custa da transferência dos sectores mais lucrativos do SNS. Aliás, esta proposta aparentemente liberal em nada difere dos que acham que criam riqueza promovendo o emprego público, os pressupostos económicos são exactamente os mesmos.

De pouco serve aos portugueses que estão desempregados se conseguirem emprego à custa dos que estavam empregados e foram despedidos para que os primeiros sejam contratados com salários mais baixos. Ou que o aumento das exportações seja conseguido à custa da suspensão da modernização do país passando a “gastar” na promoção de exportações à custa da desvalorização do trabalho dos portugueses aquilo que se investia na modernização das infra-estruturas.

Não há grande diferença entre as propostas dos liberais e as da extrema esquerda. Uns querem que a riqueza seja investida em impostos no pressuposto de que estes serão reinvestidos com melhores resultados do que os conseguidos pelo sector privado. Os outros querem que deixem de ser cobrados impostos para que seja possível vender mais ao estrangeiro à custa dos saldos da mão-de-obra portuguesa.

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Os sectores da economia onde a crise já não mora

por Pedro Sousa em 3 de Setembro de 2010

em País

Apesar de muitos outros indicadores mostrarem que a economia portuguesa ainda está longe de estar em forma, a verdade é que nos primeiros meses do ano foram vários os sectores que já registaram crescimento e que sustentam a visão optimista do Executivo socialista.

O crescimento das exportações, que aumentaram 15,08% no primeiro semestre, é um dos indicadores utilizados pelos membros do Governo para garantir aos portugueses que, ao contrário do que tem sido afirmado pela oposição, a economia nacional não está estagnada. Segundo o INE, só entre os meses de Março e Maio, Portugal exportou bens no valor de 9,2 mil milhões de euros, um valor que representa um aumento de 18,4% face aos dados do mesmo período de 200

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O MENINO QUE CONSERTOU O MUNDO

por Pedro Sousa em 3 de Setembro de 2010

em Com a devida vénia,Estado de Espírito

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CAIXA DE CRÉDITO AGRICOLA AROUCA

por Pedro Sousa em 2 de Setembro de 2010

em Arouca

Vem ao caso esta instituição apenas devido a uma pequena conversa que tive a oportunidade de escutar e que é preocupante.

A ser verdade o que ouvi, a CCA de Arouca será vitima, tal como muitos outros serviços, de alguma centralização nas decisões que passarão a depender muito mais dos serviços centrais do que das decisões do balcão.

A ser verdade (e, reitero, isto veio de conversa de café) isso pode significar um grande “rombo” para as asssociações em Arouca. É que é para todos visível o extraordinário apoio que esta instituição dá a uma miriade quase infinita de actividades em Arouca. Qualquer pequeno evento ou actividade tem apenso o simbolo da Caixa.

E isso deve-se, com toda a certeza, à sensibilidade de quem a dirige para com os problemas e necessidades de Arouca.

Tirar daqui alguma da autonomia de decisão, nos tempos de apertar cinto que vivemos, pode ser fatal para muitas actividades.

Mas, como é conversa de café, pode até ser que este post não faça sentido! Que assim seja…

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Variante A1 ou A32?

por Pedro Sousa em 26 de Agosto de 2010

em Arouca

A variante continua (e ainda bem) na ordem do dia, sinal de que as movimentações continuam e que o tema não foi arrumado numa das gavetas para onde a crise mandou alguns dos projectos.

Arouca necessita o mais rapidamente possível de uma ligação rápida ao litoral. É essa a principal luta dos arouquenses. E é essa que deve ser a nossa “guerra”.

Com o desenvolvimento da A32 levanta-se a hipótese de já não nos ligarmos à A1 mas sim à A32.  E se essa é a hipotese mais rápida e mais facilmente conretizável, devemos lutar por ela.

Por muitos é preferível a ligação à A1 (ainda que tem termos de chegar ao Porto, tal diferença é mínima) mas o que precisamos é de uma ligação ao litoral. Ligar à A32, quer permite chegar rapidamente à invicta ou rumar a sul, ligando posteriormente à A1 cumpre perfeitamente o que precisamos.

Alguns autarcas de concelhos vizinhos dizem estranhar essa posição e que se deve continuar a pautar pela ligação à A1. Sim, até pode ser… mas é mais fácil ter essa posição quando se tem um concelho a ser (ou vir a ser) atravessado por 4 auto-estradas no mínimo, como Santa Maria da Feira.

No nosso caso, Arouca, temos de ser muito mais pragmáticos e incisivos. Sim, lutar pela ligação à A1. Mas sim, aceitar a ligação à A32, se tal for a solução para o problema.

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DESEMPREGO EM AROUCA

por Pedro Sousa em 20 de Agosto de 2010

em Arouca

Os números revelados pelo IEFP sobre Julho contrariam toda a expectativa, ou melhor dizendo, esperança, que os numeros de Junho traziam.

Julho é também um recorde, dado que é o pior mês desde Janeiro de 2009 no número de desempregados inscritos no Centro de Emprego. Uma subida de 10% relativamente ao período homólogo.

Estes números podem ser ainda mais preocupantes se tivermos em conta que em 2009 foi Agosto que representou o maior número de desempregados inscritos. Como será este Agosto?

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PORTUGAL EMPREENDEDOR

por Pedro Sousa em 11 de Agosto de 2010

em País

O relatório Barómetro Empresarial do primeiro semestre de 2010 traz alguns dados curiosos.

O número de empresas constituídas relativamente a 2009 aumentou 3,1%, sendo o mês de Janeiro (quer em 2009 quer em 2010) o que mais empresas viu constituídas.

O distrito de Aveiro foi o 5º a nível nacional na criação de empresas.  Foram criadas nos primeiros 6 meses deste ano 16,892 empresas, das quais 992 neste distrito.

As dissoluções naturais de empresas reduziu 6,1%, tendo sido dissolvidas 5.652 empresas. O distrito de Aveiro foi o 3º a este nível com 382 dissoluções.

No que se refere às insolvências foram cerca de 1,989 empresas, o que representa um crescimento de 10,1% relativamente ao 1º semestre de 2009.

Em resumo no que se refere ao primeiro semestre de 2010:

- 1.989 processos de insolvência iniciados;
- 5.652 empresas disolvidas
- 16.892 sociedades constituídas;

Muito boa sorte a todos os novos empreendedores!

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INACREDITÁVEL PÁ!

por Pedro Sousa em 10 de Agosto de 2010

em País

Art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril:
Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos–Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção: ….

(via 31daArmada)

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Bastonário da Ordem dos Médicos

por Pedro Sousa em 10 de Agosto de 2010

em País

Questionada sobre se havia alguma queixa contra o médico que operou numa clínica privada de Lagos a Ordem dos Médicos respondeu que não confirmava nem desmentia, resposta estranha numa Ordem que não perde tempo para fazer declarações sempre que os interesses da classe são postos em causa.

Agora que se confirma a cegueira definitiva de três dos quatro doentes operados o bastonário da OM não pode ficar calado, até porque a confirmar-se que haviam mesmo queixas com cinco anos e nada fez é co-responsável neste crime. A OM não serve para abafar a actuação dos seus membros.

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