Prémio “Post mais idiota de Março”

por Pedro Sousa em 14 de Março de 2008

em Repita lá?!?!?!?

O Governo tem um plano para exterminar 7 raças de cães perigosos. Pretende proibir a criação e importação dessas raças de cães. Os donos dos cães existentes terão que os esterilizar sob pena de serem multados. Um Estado que concebe e implementa um tal plano de extermínio é bem mais perigoso que os 5000 cães ditos perigosos que existem em todo o país. Eu sei que são cães, mas os planos para exterminar pessoas não diferem muito dos planos para exterminar cães. Por uma questão de precaução é preferível que o Estado não possua nem os meios, nem o know-how, nem o hábito do extermínio. (aqui)

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Arouca: Serviço de saúde móvel fez 1572 contactos em 5 meses

por Pedro Sousa em 14 de Março de 2008

em Arouca

A Unidade Móvel de Saúde (UMS) de Arouca registou nos primeiros cinco meses de funcionamento 1572 contactos junto de utentes cuja média de idade ronda os 60 anos, revelou o Centro de Saúde local, que gere o serviço.

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Do Brasil…

por Pedro Sousa em 13 de Março de 2008

em Arouca

Em comemoração ao 7º aniversário de Geminação (irmandade entre cidades) de Santos e Vila Arouca (Portugal), a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS) se apresenta neste domingo, às 20 horas, no Teatro Coliseu. O concerto terá regência do maestro convidado Antônio Costa.

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Mobilização!! Eu dou uma ajudinha…

por Pedro Sousa em 12 de Março de 2008

em País

 No próximo Sábado, dia 15 de Março, às 15.30 horas, não vamos faltar à chamada.

Vamos estar no Pavilhão do Académico, no Porto, porque somos socialistas, porque temos orgulho nisso, porque acreditamos que estamos a mudar Portugal, porque achamos que trabalhamos para fazer um mundo melhor!

 

Se necessitar transporte, por favor,  contacte  a Federação ou a Sede Nacional.

Vamos ao Porto, camaradas!

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Para alimentar o ego nacional

por Pedro Sousa em 11 de Março de 2008

em País

Portugal subiu sete posições, para o 15.º lugar, numa lista de 130 países avaliados no Relatório de Competitividade do sector do Turismo e Viagens de 2008, agora divulgado pelo Fórum Económico Mundial (FEM).

Ao nível da qualidade dos “Recursos Humanos, culturais e naturais”, Portugal destaca-se, na 11.ª posição – 30.ª no ano passado -, ultrapassando a França e a Itália. Os “Recursos Culturais” são o pilar em que Portugal se encontra melhor classificado, ocupando o segundo lugar, logo a seguir a Espanha.Em termos

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O que eu gostava de ter escrito XII

por Pedro Sousa em 9 de Março de 2008

em Com a devida vénia

O sítio vai ter uma semana agitada com os professores a preparar uma manifestação contra a política de Educação do Governo e naturalmente contra a ministra da pasta. Importa conhecer as razões que levam os professores para a rua. Os professores vão para a rua porque uma senhora com um saudável mau feitio, de seu nome Maria de Lurdes Rodrigues, acabou com o Ministério dos Professores e tenta, há três anos, criar o Ministério da Educação. (continua)

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Um líder fraquinho, fraquinho…

por Pedro Sousa em 9 de Março de 2008

em Repita lá?!?!?!?

6hqecal7innxcakn7mvwcamry3hjcaxhujdhcasvpd2aca4r12uqca12fn6ncami0naicanfj8a1caxs098qcad5hwkmca8hn5dzcah4o17qca5q4v99ca9eiwqjca3sx7jqcadykl5oca71b2x7.jpgJá sabíamos que Luís Filipe Menezes analisa o Orçamento de Estado pelo Guia Michelan, as grandes despesas medem-se em quilómetros de auto-estradas e os trocos por quilómetros de estradas nacionais. Assim é fácil, o ainda líder do PSD nem precisa de usar máquina de calcular. Mas receio que ninguém consiga compreender as contas de Menezes pois ou ele tem doze dedos ou ao fim de todos estes anos ainda não os soube contar.

Não acreditam? Pois leiam a entrevista que Luís Filipe Menezes deu ao Jornal de Notícias:

Jornalista: Ou seja, o PSD não formou novos quadros e os que tem aparentemente não estão consigo…

Menezes: Não é verdade. O PSD tem 150 mil militantes. Não são todos. Esses conto-os pelos dedos das mãos e são uma dúzia.

É isso mesmo. Luís Filipe Menezes tem mesmo doze dedos? Ao lado do dedo “mendinho” deve ter nascido o dedo “santaninho”.

Se nos computadores já tinhamos que distinguir os de 32 bits dos de 64 bits, agora teremos que passar a distinguir entre os políticos de dez dedos e os políticos de doze dedos!

É por causa deste dedo que Menezes não consegue fazer contas. Vejamos outra resposta na mesma entrevista:

«Luís Filipe Menezes Há dois ou três aspectos engraçados na sondagem do JN. Um é dizer que o espaço do Centro-Direita está de rastos. Bom, o PSD e o CDS, somados, conseguem 35%, e o PS tem 39%. Nas legislativas de há três anos, a diferença foi de 12 pontos. Hoje é de três. É extraordinário que não se tenha dito que o espaço do centro-direita recuperou dez pontos. É com essas dificuldades que vamos vivendo. É verdade que o PSD desceu nas últimas sondagens, mas o PS desceu ainda mais e está longe da maioria absoluta.»

Ora aí está, temos um candidato a primeiro-ministro que diz que 39-35=3!

Mais à frente Menezes fala do mapa judicial:

«Luís Filipe Menezes O pacto de justiça inclui nove leis, sete já aprovadas, algumas já durante a minha liderança. Faltam o estatuto dos magistrados judiciais e o mapa judiciário. E neste último caso, estamos contra porque prevê a transferência de responsabilidades financeiras abusivas para as autarquias; porque quebra princípios importantes do nosso Estado de Direito, como o do juiz natural, sem que tenha havido debate público sobre o assunto; porque os administradores das comarcas, numa lógica de governamentalização – a exemplo do que o PS tem feito em muitas outras matérias – serão afinal nomeados directamente pelo ministro da Justiça. Finalmente, porque passamos de 231 comarcas para 35 supercomarcas.»

Agora que estamos a falar de um assunto sério, se Menezes não sabe que fazer uma subtracção elementar como podemos confiar na forma como ele contabilizou as 231 comarcas. Se fizermos as correcção teremos que fazer uma conta recorrendo à regra de três simples, se a 12 dedos correspondem 231 comarcas, a 10 dedos quantas comarca correspondem? O resultado é 192,5 comarcas. Agora ficamos sem saber se Menezes queria mesmo dizer 231 comarcas ou se estava a calcular com base na sua escala duodeciaml e o número exacto deverá ser 192,5….

Não há meias comarcas? Têm razão, para contar comarcas teremos que recorrer a números inteiros. Mas olhem que Menezes tem a mesma dificuldade com os números decimais, o que se entende, se a sua mão tem doze dedos ser-lhe-á muito difícil perceber os números decimais, para ele fariam mais sentido os números duodecimais. Senão vejamos outra resposta de Menezes:

«Luís Filipe Menezes Na altura própria, apresentaremos o nosso modelo de desenvolvimento. Colocando uma fasquia. A de José Sócrates era acabar o mandato com a economia a crescer 3% ao ano. Vai conseguir 1,8%, quase metade.»

Pois, para Menezes 1,8 é quase metade de 3, falta o quase, isto é, com mais o,3, a diferença entre 1,8 e 1,5, e chegaria a metade. Ou seja, seguindo o raciocínio de Menezes metade de 3% é 2,1%. Bem, acho que já estou a meter os dedos pelas mãos, é mesmo difícil acompanhar esta escala duodecimal de Menezes!

Enfim, como diria Guterres “é só fazer as contas”.

daqui: http://jumento.blogspot.com/2008/03/umas-no-cravo-e-outras-tantas-na_08.html

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Pergunta sincera…

por Pedro Sousa em 9 de Março de 2008

em Estado de Espírito

Se do lado dos professores são 100.000 e a Ministra é só uma, como é que é possível que grande parte dos portugueses percebam o que diz a Ministra e quase ninguém perceba, objectivamente, os 100.000?

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O que eu gostava de ter escrito XI

por Pedro Sousa em 9 de Março de 2008

em País

“Nesta altura do campeonato já toda a gente percebeu que o problema não está em Maria de Lurdes Rodrigues, como também não estava no sacrificado ministro da Saúde Correia de Campos. O problema é mais fundo, mais antigo e mais complicado de enfrentar: Portugal é, de há muito, um país mental e estruturalmente corporativo e qualquer reforma que qualquer governo intente esbarra sempre contra uma feroz resistência da corporação atingida. E para que serve uma corporação? Para proteger os medíocres, não os bons. Acontece com os professores, com os médicos, com os magistrados, com os agentes culturais, com os empresários encostados ao Estado.

(…) Talvez seja este o destino inevitável de qualquer tentativa que se faça de quebrar o poder paralisante das corporações. Talvez haja sempre uma maioria de acomodados que vejam em qualquer mudança um sinal de perigo para a paz podre em que se habituaram a viver. Estas coisas vêm de longe e estão entranhadas: no tempo de Salazar, o grande sonho do português era arranjar emprego para a vida no Estado – o ordenado era garantido assim como a progressão por antiguidade e a reforma ao fim de 36 anos; não lhe era exigido nem mérito nem resultados e jamais seria despedido, a menos que ousasse contestar o Governo. Com a democracia, se a fé no Estado e no emprego público se mantiveram, a única coisa que mudou é que as corporações do sector público já podem contestar os governos. Mais: fazem-no sempre que acham que os governos pretendem mudar o Estado, de que eles se julgam os guardiões.”

Miguel Sousa Tavares, no Expresso. (retirado daqui: http://corporacoes.blogspot.com/2008/03/o-pcp-e-as-corporaes.html)

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Meio milhar de contribuintes do distrito de Santarém receberam, indevidamente, benefícios fiscais destinados a pessoas com deficiência. Metade optou por repor, voluntariamente, as verbas. Um pequeno grupo – cerca de uma dezena de pessoas – incorre no crime de fraude fiscal. São suspeitas de terem apresentado falsos atestados médicos.

Na lista dos infractores, encontram-se muitos profissionais da saúde – entre os quais médicos – funcionários públicos e até pessoal do Fisco.  (link)

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Bem, seria interessante o jornal seguir o que vai acontecer a estes infractores… é que um médico forjar uma declaração para ter benefícios como deficiente ou um funcionário do Fisco fazê-lo, merece castigo exemplar.

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