O barómetro DN/TSF/Marktest, divulgado hoje, aponta para um empate técnico entre o PS (36,9 por cento das intenções de voto) e o PSD (35,9 por cento), correspondendo ao pior resultado do partido do Governo, nos últimos dois anos.
Já de acordo com a sondagem da Universidade Católica, também divulgada hoje, o PS caiu cinco pontos percentuais nas intenções de voto no espaço de cinco meses, situando-se agora nos 41 por cento, seis pontos percentuais à frente do PSD, que se manteve nos 35 por cento.
Ainda segundo esta sondagem, o novo líder do PSD, Luís Filipe Menezes, surge como a segunda figura política com melhor avaliação, a seguir ao Presidente da República
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A politica em Portugal é de enorme curiosidade… Filipe Menezes ainda não fez absolutamente nada e já está a seguir a Cavaco Silva. A ver pelos duas figuras politicas melhor avaliadas (Cavaco e Menezes) dá para perceber que quanto menos fizeres e disseres, melhor classificado estarás.
Temos vindo a assistir a várias queixas em reacção a decisões de juntas médicas, trata-se, em regra de profissionais que sofreram de um cancro que de alguma forma limitou as suas capacidades. O último caso refere-se a uma professora do ensino primário que por lhe ter sido retirada parte da língua tem algumas dificuldades em falar.
Deve um cidadão nestas condições ser aposentado? Da mesma forma que não considero alguém que tenha sobrevivido a um cancro como um coitadinho não me parece que ter padecido dessa doença seja motivo para que o funcionário beneficie de uma aposentação. Se o funcionário em causa não puder dar o seu contributo com as suas habilitações porque a doença o incapacitou concordo, mas se assim não suceder não me parece que a solução seja a aposentação.
Se o Estado tem funções a atribuir à professora em causa respeitando a sua dignidade profissional não há razões para que seja aposentada. Não é aceitável que seja despromovida para jardineira, mas se, por exemplo, ficar responsável de uma biblioteca nada justifica a aposentação a não ser um tratamento de “coitadinha”, tratamento de que muitos outros cidadãos com dificuldades maiores não beneficiam.
daqui: http://jumento.blogspot.com/2007_10_21_archive.html
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O autor deste blog põe o dedo na ferida. É óbvio que quem padece de um cancro merece todo o apoio, mas todos conhecemos casos (felizmente) de pessoas que tendo passado por esse difícil desafio, conseguiram vencer e continuar a sua vida. Portanto, cancro não pode ser igua a aposentação. Doente não é o mesmo que incapaz ou incompetente. Não vamos generalizar. As Juntas Médicas que cumpram verdadeiramente o seu papel, separando os casos que são efectivamente dramáticos, daqueles onde alguns aproveita o infortúnio para antecipar a reforma.
«Djariatú Fatú Lopes Mané estava com o filho Rui, de três anos, num parque infantil em pleno centro de Braga, em frente à igreja dos Congregados. Vigiando as brincadeiras do petiz, alarmou-se quando os pais de outra criança forçaram o Rui a sair do baloiço, para que o filho deles ocupasse o equipamento. “Vi o meu filho a ser arrancado pelo senhor, caindo no chão com o lábio superior a sangrar. Corri em auxílio, perguntando o porquê de tal barbaridade. Ele respondeu “O meu filho está no seu país e tem todo o direito de estar no baloiço que o seu filho está a ocupar indevidamente”.»
Notícia do Jornal de Notícias
O que disse PSL à Revista Sábado em Fevereiro:
“Não tenho nenhum prazer em exercer aquelas funções [de deputado]”
O que disse PSL à mesma revista na semana passada:
“Gosto de estar no parlamento com muito trabalho; não gosto de estar no Parlamento com pouco trabalho.”
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Não sendo do meu partido, agradeço este regresso de PSL à vida politica activa. E para além de mim, tenho a certeza que humoristas, caricaturistas e cartoonistas também
É professor de inglês do ensino secundário. Agora, “quebrou um interregno de 19 anos em que os alunos não fizeram parte do seu horizonte.” Voltou “em força” a dar aulas. “Há 27 anos que não tinha tantas turmas como agora. Duas do 9.º e duas do 10.º.” Dito de outra forma: “O horário ocupa-lhe duas manhãs e três tardes. Tem a sexta-feira livre.” Ou dito ainda de outra forma: “Agora tem um horário completo que corresponde ao topo da carreira, com 14 horas de aulas”. Trata-se de uma reportagem verídica, como a foto tirada com o mestre a escrever no quadro da sala de aula evidencia. Não sei se o tiro não saiu ao “Público” pela culatra.
daqui http://corporacoes.blogspot.com/2007/10/charrua.html
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OK, sei que me vão cair em cima, mas caramba… 14horas por semana?? Não aceito que se queixem, desculpem. Sei qué é uma função difícil, que exige trabalho, mas são 14 horas. Isto é, menos de 3 horas dia!! Não sei que vou fazer no futuro, mas hoje 10 ou 11 horas trabalho eu por dia!
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Mesmo para quem não percebe nada de política (como eu, ou o Manuel Monteiro), tem sido interessante acompanhar a disputa entre o primeiro ministro, José Sócrates, e o líder da oposição, Cavaco Silva. O Presidente tem liderado a oposição contra o Governo e a oposição contra a própria oposição, nomeadamente quando veta projectos de lei que até a oposição aprovou. Por dever de imparcialidade o Presidente está obrigado a chatear igualmente os partidos de direita e os partidos de esquerda. E também o PS.
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retirado do artigo desta semana do genial Ricardo Araújo Pereira, na Visão.